<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989</id><updated>2011-12-18T13:40:40.281-08:00</updated><title type='text'>Quadrinhos ao quadrado</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>52</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-5376937375750302880</id><published>2008-03-01T15:34:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:06.109-08:00</updated><title type='text'>ENTREVISTA COM ANDRÉ TORAL</title><content type='html'>Ultimamente ando meio sem tempo para postar neste blog.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Em primeiro lugar, por causa da volta às aulas. Trabalho numa escola pública,leciono História para oito classes do Ensino Fundamental. Além disso, me dedico a outras atividades como &lt;i style=""&gt;freelancer&lt;/i&gt;: ajudo na elaboração de atividades para livros didáticos, escrevo artigos para o &lt;i style=""&gt;Lição de Casa&lt;/i&gt; do UOL etc.&lt;br /&gt;    Hoje vou postar as páginas da primeira entrevista que fiz com um autor de quadrinhos, no caso, o roteirista, desenhista e antropólogo &lt;b style=""&gt;André Toral&lt;/b&gt;. Esta entrevista foi publicada originalmente no número 11 da revista &lt;b style=""&gt;&lt;i style=""&gt;Comix&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, produzida pelo Estúdio Ópera Graphica para a Editora Escala. O texto introdutório foi feito pelo editor, não é de minha autoria.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Eu jamais escreveria algo como “diferente do que diziam seus livros escolares, a Guerra do Paraguai existiu mesmo”. Não sei de nenhum livro escolar que diga que a Guerra do Paraguai tenha sido ficção. Se existe, deve ter sido reprovado pelos avaliadores do MEC.&lt;br /&gt;    Esta entrevista foi feita no final de 1999 e publicada no início de 2000. Foi feita no próprio estúdio do Toral. Lembro-me que na ocasião trouxe um daqueles gravadores fabricados pela Philips no início dos anos 1980. Esse gravador tinha sido do meu irmão mais velho. Deu uma trabalheira danada pra fazer a transcrição. O arquivo original com o texto se perdeu. Foi gravado em um disquete que não tenho mais.Depois dessa entrevista com o Toral, fiz uma com o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Lourenço Mutarelli&lt;/span&gt;, que permanece inédita. Mas esse é assunto para outro post...&lt;br /&gt;&lt;p face="courier new" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8nqUy1Aj4I/AAAAAAAAAEo/lS1jc5KgI5A/s1600-h/Toral_1.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8nqUy1Aj4I/AAAAAAAAAEo/lS1jc5KgI5A/s320/Toral_1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172923289974116226" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8nyYC1Aj7I/AAAAAAAAAFA/U0SdKtsfEho/s1600-h/Toral_2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8nyYC1Aj7I/AAAAAAAAAFA/U0SdKtsfEho/s320/Toral_2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172932141901713330" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8n5XS1Aj9I/AAAAAAAAAFQ/EF68F8twf0c/s1600-h/Toral_3A.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8n5XS1Aj9I/AAAAAAAAAFQ/EF68F8twf0c/s320/Toral_3A.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172939825598205906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8n0PS1Aj8I/AAAAAAAAAFI/8xOUA9VTCx4/s1600-h/Toral_3.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8n0PS1Aj8I/AAAAAAAAAFI/8xOUA9VTCx4/s320/Toral_3.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5172934190601113538" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-5376937375750302880?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/5376937375750302880/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=5376937375750302880' title='41 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/5376937375750302880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/5376937375750302880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/03/entrevista-com-andr-toral.html' title='ENTREVISTA COM ANDRÉ TORAL'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R8nqUy1Aj4I/AAAAAAAAAEo/lS1jc5KgI5A/s72-c/Toral_1.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>41</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-2316531641010784954</id><published>2008-01-30T09:14:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:06.470-08:00</updated><title type='text'>CHICUTA: UM DESENHISTA BRASILEIRO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R6CzQkOQrwI/AAAAAAAAAEg/HmJLTsNAJfI/s1600-h/Star_Buck.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R6CzQkOQrwI/AAAAAAAAAEg/HmJLTsNAJfI/s320/Star_Buck.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161322270149357314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;        &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Existem muitos bons desenhistas brasileiros neste Brasil. Vários deles já tiveram quadrinhos veiculados em publicações de curta duração. A má distribuição e outras dificuldades da realidade brasileira fizeram com que esses artistas muitas vezes não conseguissem o reconhecimento merecido. Sem falar nos valores ridículos que são pagos aos desenhistas que trabalham para as editoras brasileiras (isto é , &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;quando&lt;/span&gt; os desenhistas recebem pelos trabalhos deles ). Por isso,hoje vou aproveitar para divulgar o trabalho do desenhista &lt;b&gt;José Carlos Chicuta &lt;/b&gt;ou simplesmente “Chicuta” como ele assina seus trabalhos. Em parceria com o roteirista &lt;b&gt;Dario&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Chaves&lt;/b&gt; (que já trabalhou na Gibiteca Henfil de São Paulo e que hoje é um dos editores da Opera Graphica), Chicuta criou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dálgor&lt;/span&gt;, um herói de ficção científica cuja primeira aventura foi publicada no início da década de 1990 em um dos números do Almanaque Phenix, lançado pela extinta editora Phenix, de propriedade da dupla &lt;b&gt;Tony Fernandes&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Wanderley Felipe&lt;/b&gt;. o herói faria nova aparição no primeiro número da revista Nova Geração, publicado em 1993 pela Editora Vidente. A última aparição do herói foi em 2002 pela revista&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i&gt;Graphic Talents&lt;/i&gt;, uma tentativa da Editora Escala em firmar no mercado quadrinhos inéditos criados no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Atualmente, Chicuta está produzindo ilustrações para campanhas publicitárias. Comparando os trabalhos mais recentes de Chicuta com os seus primeiros desenhos publicados é visível a evolução do trabalho desse artista. No início, Chicuta tinha um estilo bastante calcado no trabalho do desenhista &lt;b&gt;John Byrne&lt;/b&gt; (muito popular nos anos 1980 pelos seus trabalhos na Marvel, dentre os quais &lt;i&gt;A Saga da Fênix Negra&lt;/i&gt;, e na DC, especialmente a reformulação do Super-Homem feita na época). Hoje sua técnica é bem&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;mais apurada, mesclando referências fotográficas e os mais modernos recursos de computação gráfica com sólidos conhecimentos de desenho da anatomia humana.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Seu talento já era reconhecido entre os colegas que participavam das reuniões do saudoso &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclave de Quadrinhos&lt;/span&gt;, grupo de aficionados por quadrinhos que se reunia aos domingos de manhã no Centro Cultural da rua Vergueiro em São Paulo (era uma época diferente em que não existia Internet e informações sobre os bastidores dos quadrinhos eram mais difíceis de serem obtidas). Nessas reuniões, Chicuta trazia seu portfólio, que era então visto e admirado pelos colegas. Reza a lenda que o Conclave foi fundado pelo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jotapê&lt;/span&gt;, o famoso tradutor de quadrinhos. Entre os vários membros do Conclave, estavam Dario Chaves e o autor deste blog. Quando comecei a participar das reuniões, no hoje distante ano de 1987 (o grupo já existia desde o ano anterior), o Jotapê já não fazia mais parte do grupo, mas aparecia ocasionalmente nas reuniões onde respondia perguntas sobre os cortes que a Abril fazia quando publicava os quadrinhos Marvel/DC em formatinho.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;O Chicuta chegou a produzir a capa e ilustrações internas para um fanzine produzido pelo grupo, o &lt;i&gt;OINCQ&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Órgão&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Informativo de Quadrinhos do Conclave&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Para aqueles que querem conhecer mais a respeito do trabalho do Chicuta, recomendo que visitem o blog do artista, que traz várias ilustrações trazidas por ele, inclusive esta que está reproduzida neste post, um retrato da atriz Katte Sackhoff, que interpreta a Starbuck no seriado de TV &lt;i&gt;Battlestar Galáctica&lt;/i&gt;:&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://chicuta.blogspot.com/"&gt;http://chicuta.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-2316531641010784954?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/2316531641010784954/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=2316531641010784954' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/2316531641010784954'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/2316531641010784954'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/01/chicuta-um-ilustrador-que-comeou.html' title='CHICUTA: UM DESENHISTA BRASILEIRO'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R6CzQkOQrwI/AAAAAAAAAEg/HmJLTsNAJfI/s72-c/Star_Buck.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-106721083724694875</id><published>2008-01-27T17:16:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:10.219-08:00</updated><title type='text'>AS MAIS BELAS RUIVAS DOS QUADRINHOS E DOS DESENHOS-ANIMADOS</title><content type='html'>Todo mundo sabe que a beleza feminina sempre inspirou artistas. Quadrinhos e desenhos-animados &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; foram exceção. Com todo o respeito às loiras e morenas (que também merecem futuros &lt;i&gt;posts&lt;/i&gt; dedicados a elas), as ruivas sempre foram grandes musas inspiradoras para os desenhistas (tanto de histórias em quadrinhos quanto de desenhos-animados). Basta ver quantas belas personagens ruivas de destaque podem ser encontradas tanto nos quadrinhos quanto na animação. Por isso, fiz aqui uma lista de dez ruivas que, com certeza, já mexeram com a imaginação de muito garoto por aí. Não as coloquei em ordem de importância, até por que haveria muitos casos de "empate técnico". Uma homenagem ao talento e trabalho dos escritores e desenhistas que deram alma e corpo a essas personagens.&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50ufEOQriI/AAAAAAAAACw/idyDoxDbGCM/s1600-h/Mary_Jane.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50ufEOQriI/AAAAAAAAACw/idyDoxDbGCM/s320/Mary_Jane.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160331859280834082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mary Jane Watson&lt;/b&gt;: A namorada de Peter Parker que acabou se tornando a esposa do herói. Sua versão definitiva é a desenhada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;John Romita&lt;/span&gt;. Aqui vemos um esboço da primeira aparição dela nos quadrinhos. Sinceramente, a atriz mais parecida com a Mary Jane não é a Kirsten Dunst, que interpretou a namorada do herói no cinema, mas a&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Laura Prepon,&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;que interpreta a Donna no seriado cômico &lt;i&gt;That ´70s Show&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;No link a seguir você pode encontrar o trecho de uma entrevista (devidamente acompanhada desenhos e esboços até então inéditos) que John Romita concedeu para a revista &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comic Book Artist: &lt;a href="http://www.twomorrows.com/comicbookartist/articles/06romita.html"&gt;http://www.twomorrows.com/comicbookartist/articles/06romita.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50xVUOQrkI/AAAAAAAAADA/71zrFP0uj-U/s1600-h/tee-la_face.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50xVUOQrkI/AAAAAAAAADA/71zrFP0uj-U/s320/tee-la_face.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160334990311992898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R55pbEOQrvI/AAAAAAAAAEY/H_NfaQ71nMs/s1600-h/tee-la.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R55pbEOQrvI/AAAAAAAAAEY/H_NfaQ71nMs/s320/tee-la.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160678136724106994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50vjEOQrjI/AAAAAAAAAC4/6XVjxLuHYQE/s1600-h/Teela_Frank_Cho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50vjEOQrjI/AAAAAAAAAC4/6XVjxLuHYQE/s320/Teela_Frank_Cho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160333027511938610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Tee-la: &lt;/b&gt;Heroína do desenho do He-Man. O designer de personagens dos desenhos-animados do antigo estúdio da Filmation era muito bom. Incluí aqui também uma ilustração feita pelo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Frank Cho&lt;/span&gt;. Pelo jeito, o Homem-Fera demonstra mais interesse pelo sexo oposto que o He-Man.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50znkOQrlI/AAAAAAAAADI/OQYUZ1q-LNo/s1600-h/Jean_Grey.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50znkOQrlI/AAAAAAAAADI/OQYUZ1q-LNo/s320/Jean_Grey.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160337502867861074" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Jean Grey&lt;/b&gt;: A mais conhecida integrante do elenco feminino dos X-Men. Já foi desenhada por grandes nomes como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Neal Adams&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;John Byrne&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jim Lee&lt;/span&gt;. Nos quadrinhos, ela ama o chato do Ciclope, mas todos os fãs concordam que ela deveria era ficar mesmo é com o Woverine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R501fEOQrnI/AAAAAAAAADY/gAMDjoq_3a8/s1600-h/Hera+venenosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R501fEOQrnI/AAAAAAAAADY/gAMDjoq_3a8/s320/Hera+venenosa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160339555862228594" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Hera Venenosa&lt;/b&gt;: Vilã das histórias do Batman. Sua sensualidade é maior ainda quando desenhada por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bruce Timm&lt;/span&gt; , designer das séries de desenhos-animados lançados pela Warner.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R500b0OQrmI/AAAAAAAAADQ/EWDqlmwoB-k/s1600-h/Daphne.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R500b0OQrmI/AAAAAAAAADQ/EWDqlmwoB-k/s320/Daphne.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160338400516025954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Daphne: &lt;/b&gt;Eterna beldade do desenho do&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Scooby-Do&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;o&lt;/span&gt;. Estou na dúvida se o designer que criou o visual dela foi o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alex Toth&lt;/span&gt; ou o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Iwao Takamoto&lt;/span&gt;. Ambos trabalhavam nos estúdios Hanna-Barbera quando a primeira série de Scooby-Doo foi produzida.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R504AUOQroI/AAAAAAAAADg/mQJ6vqOd77s/s1600-h/carrots_storm.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R504AUOQroI/AAAAAAAAADg/mQJ6vqOd77s/s320/carrots_storm.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160342326116134530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Carrots&lt;/b&gt;:Heroína da série &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Storm&lt;/span&gt;, ilustrada pelo britânico &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Don Lawrence&lt;/span&gt;. A Abril chegou a publicar umas dez edições dessa série. Depois saiu outra história num dos números da edição brasileira da &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Heavy Metal&lt;/span&gt;. Tomara que algum editor brasileiro se interesse em voltar a publicar. Mais informações podem ser encontradas no link a seguir:&lt;a href="http://www.maniadecolecionador.com.br/storm.htm"&gt;http://www.maniadecolecionador.com.br/storm.htm&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;         &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R506kkOQrqI/AAAAAAAAADw/BsbKsFiC6A4/s1600-h/pelisse-escultura.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R506kkOQrqI/AAAAAAAAADw/BsbKsFiC6A4/s320/pelisse-escultura.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160345147909648034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R505j0OQrpI/AAAAAAAAADo/OSZOf4mtZxQ/s1600-h/pelisse.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R505j0OQrpI/AAAAAAAAADo/OSZOf4mtZxQ/s320/pelisse.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160344035513118354" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pelisse&lt;/span&gt;: Heroína da série francesa &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Em busca do Pássaro do Tempo&lt;/span&gt;, cujo volume &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;A Concha de Ramor&lt;/span&gt; chegou a ser lançado aqui pela Martins Fontes. Criação do roteirista&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Le Tendre&lt;/span&gt; e do desenhista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Regis Loisel&lt;/span&gt;. Uma escultura dessa personagem foi lançada e está sendo vendida pela Internet. Para quem quer ver mais dos belos desenhos de Loisel (que também trabalhou em animações da Disney como &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Atlantis&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mulan&lt;/span&gt;) , sugiro uma visita ao &lt;span style="font-style: italic;"&gt;site &lt;/span&gt;oficial do artista:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.regisloisel.com/"&gt;http://www.regisloisel.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R51AG0OQrsI/AAAAAAAAAEA/vc_WYnUEbdU/s1600-h/valeriancouv2.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R51AG0OQrsI/AAAAAAAAAEA/vc_WYnUEbdU/s320/valeriancouv2.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160351233878306498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Laureline&lt;/b&gt;: Heroína da série &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Valérian&lt;/span&gt;, um clássico dos quadrinhos franceses de ficção científica. Essa série foi criada pelo roteirista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pierre Christin&lt;/span&gt; e pelo desenhista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jean-Claude Mézière&lt;/span&gt;. A editora portuguesa Meribérica chegou a lançar traduções dos álbuns franceses. Nos anos 1980, as páginas desses álbuns chegaram a sair em capítulos no&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Globinho&lt;/span&gt;, o suplemento infanto-juvenil do jornal carioca &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O Globo&lt;/span&gt;. Esse suplemento era praticamente um caderno colorido de quadrinhos, igual aqueles que saem nos jornais norte-americanos. Até hoje não entendo por que nenhum jornal de São Paulo teve idéia semelhante. Valérian também ganhou versão em desenho-animado, que pelo jeito, nunca vai ser exibida aqui. Tirando futebol, parece que a gente aqui do Brasil não acompanha quase nada do que é feito na Europa. Uma pena!&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5071UOQrrI/AAAAAAAAAD4/2g3eEdeo764/s1600-h/sheera.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5071UOQrrI/AAAAAAAAAD4/2g3eEdeo764/s400/sheera.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160346535184084658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sheera&lt;/span&gt;: Mocinha do desenho do &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Mightor&lt;/span&gt;, aquele super-herói pré-histórico daquela série de desenhos produzidos pela Hanna-Barbera nos anos 1960, também desenhada pelo Alex Toth. Dinossauros e homens das cavernas coexistiam anacronicamente nessa série de desenhos-animados. Mais inacreditável ainda era o fato de os homens da tribo do Mightor serem barbeados.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R51A4EOQrtI/AAAAAAAAAEI/BOiqVnPiRxM/s1600-h/Sonja_Spider-Man.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R51A4EOQrtI/AAAAAAAAAEI/BOiqVnPiRxM/s320/Sonja_Spider-Man.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160352079986863826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sonja, a guerreira:&lt;/span&gt; Guerreira criada pelo escritor &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Robert E. Howard&lt;/span&gt; e recriada nos quadrinhos por &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roy&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Thomas&lt;/span&gt;. O principal desenhista de suas aventuras nos quadrinhos foi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Frank Thorne&lt;/span&gt;. A Marvel perdeu os direitos da personagem, que atualmente estão com outra editora, a Dynamite. Aliás, por falar nisso, alguém se lembra daquela antiga história desenhada pelo John Byrne, em que o Homem-Aranha encontra a Sonja e se aliam na luta contra um feiticeiro? Aquela história insinuava que Mary Jane e Peter Parker seriam as respectivas reencarnações de Sonja e Conan. A Marvel e a Dynamite co-editaram uma nova versão desse encontro.&lt;br /&gt;Estou pensando em fazer uma lista das dez mais belas vilãs. O que, com certeza, incluiria, novamente, a Hera Venenosa. Aceito sugestões.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-106721083724694875?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/106721083724694875/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=106721083724694875' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/106721083724694875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/106721083724694875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/01/as-mais-belas-ruivas-dos-quadrinhos-e.html' title='AS MAIS BELAS RUIVAS DOS QUADRINHOS E DOS DESENHOS-ANIMADOS'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R50ufEOQriI/AAAAAAAAACw/idyDoxDbGCM/s72-c/Mary_Jane.gif' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-9212839940302456484</id><published>2008-01-26T13:30:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:10.676-08:00</updated><title type='text'>TINA E OS CAÇADORES DE AVENTURA: ATÉ QUE ENFIM! UM GIBI  BRASILEIRO DE AVENTURAS QUE PRESTA!</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5uoFkOQrgI/AAAAAAAAACg/Nv0hHQzDwEg/s1600-h/Tina_e_Rolo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5uoFkOQrgI/AAAAAAAAACg/Nv0hHQzDwEg/s320/Tina_e_Rolo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159902611659337218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5upCkOQrhI/AAAAAAAAACo/7u5rwNSVKXE/s1600-h/Tina_e_Pipa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5upCkOQrhI/AAAAAAAAACo/7u5rwNSVKXE/s320/Tina_e_Pipa.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159903659631357458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    As histórias da turma da &lt;b&gt;Tina &lt;/b&gt;e do &lt;b&gt;Rolo&lt;/b&gt; sempre foram as minhas favoritas entre os personagens do &lt;b&gt;Maurício de Sousa&lt;/b&gt;. São histórias que retratam os brasileiros da maneira &lt;u&gt;como gostamos de&lt;/u&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;u&gt;nos ver&lt;/u&gt;: simpáticos, bem humorados, solidários e sem neuroses. A princípio, não quis comprar a minissérie &lt;b&gt;&lt;i&gt;Tina e os Caçadores de&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;i&gt;Enigmas&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, lançada pela &lt;b&gt;Panini&lt;/b&gt;. Não quis porque não gostei muito do novo visual do Rolo. O personagem ficou menos engraçado, o deixaram parecido com galã de &lt;i&gt;Malhação&lt;/i&gt;. Só que acho que foi birra minha. O novo visual do Rolo não foi feito para me agradar,nem aos "barbados" que babam pela Tina, mas para agradar às leitoras. O que é justo! Afinal, eu gostei muito do novo visual “gordinha sexy” da Pipa e sempre gostei muito do visual que o desenhista &lt;b&gt;Aluir Amâncio&lt;/b&gt;, que hoje desenha a DC Comics, havia criado quando reformulou a Tina (que nas primeiras histórias desenhadas pelo Maurício não tinha curvas no corpo e usava óculos fundo-de-garrafa).Por que as leitoras também não podem admirar os personagens masculinos da mesma forma como eu e outros leitores admiramos a beleza das personagens femininas? Esse gibi foi feito para públicos de ambos os sexos. &lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt; Acabei comprando o último número dessa minissérie e me arrependi de não ter comprado os anteriores. O roteiro é bem divertido. Diálogos engraçados, gírias bem brasileiras e atuais. Ou seja, embora envolva uma trama de aventura com influências de modelos estrangeiros (desenhos-animados do Scooby-Doo; filmes da Lara Croft etc.), o estilo de humor&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e de narrativa enxuta que sempre caracterizou as histórias dos Estúdios Maurício de Sousa foram mantidos para alegria dos leitores. O mais interessante é que, finalmente, encontramos um gibi de aventura envolvendo elementos de ficção científica mas ambientado no Brasil sem parecer algo forçado ou um plágio inferior de um quadrinho estrangeiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Cada edição traz também um texto sobre referências a filmes&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;ou fatos mencionados no decorrer da história e uma galeria de esboços. Vou correr atrás dos números atrasados. Tomara que novas iniciativas semelhantes a essa surjam (dentro e fora dos Estúdios Maurício de Sousa). Infelizmente, como de praxe, a equipe responsável pelo roteiro e pela arte não foi creditada na história. Para o Maurício, os nomes constarem no expediente é o suficiente. Se ele continuar com essa prática de não creditar os membros da equipe, ele vai perder muita gente boa que vai preferir desenhar &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;para Marvel, DC e companhia.Uma equipe tão  competente merece ser mais valorizada  e reconhecida. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-9212839940302456484?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/9212839940302456484/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=9212839940302456484' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/9212839940302456484'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/9212839940302456484'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/01/tina-e-os-caadores-de-aventura-at-que.html' title='TINA E OS CAÇADORES DE AVENTURA: ATÉ QUE ENFIM! UM GIBI  BRASILEIRO DE AVENTURAS QUE PRESTA!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5uoFkOQrgI/AAAAAAAAACg/Nv0hHQzDwEg/s72-c/Tina_e_Rolo.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-2016596778006090684</id><published>2008-01-24T18:30:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:10.861-08:00</updated><title type='text'>MOMENTO NOSTALGIA 2: RGE, ABRIL E EBAL</title><content type='html'>&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5lSEkOQrfI/AAAAAAAAACY/lgQc86Rvq8o/s1600-h/super_herois_marvel19.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5lSEkOQrfI/AAAAAAAAACY/lgQc86Rvq8o/s400/super_herois_marvel19.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159245086526057970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Esse foi outro gibi que me marcou a infância: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Super-Heróis Marvel&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; número 19. Um parente era dono de uma banca de jornal no centro de São Caetano e ganhei esse gibi dele. Me lembro que nesse dia, eu estava acompanhando minha mãe nas compras de supermercado. Era um número atrasado de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Super-Heróis Marvel &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;da RGE, porque a banca desse parente vendia também gibis usados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O gibi inteiro trazia uma aventura completa do Aranha. Foi a primeira vez que vi um gibi do Homem-Aranha onde o herói era chamado durante a aventura inteira simplesmente de "Aranha". Nessa história, o Aranha viajava com uma agente loira da Shield para a Transilvânia. Acho que o objetivo da missão era encontrar uma cura para o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Homem-Lobo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;O Monstro de Frankenstein&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; também aparecia na história. A capa com uma cena onde o Aranha e o Homem-Lobo se enfrentavam, caindo para fora da janela (quebrada durante a luta) do castelo de Frankenstein é uma lembrança marcante. Gostava das cores berrantes (o vermelho e azul do uniforme do herói e o fundo negro da capa).Gostei muito daquela mistura de super-heróis com terror. Pra completar o clima, a revista trazia no interior um anúncio de outra publicação saudosa da RGE: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Krypta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A RGE era a segunda maior editora de quadrinhos no início dos anos 1980, só perdia para a Abril. Suas revistas eram anunciadas na Rede Globo (quando aparecia banca de jornal em cena de novela global só trazia revista da RGE). Na época, a RGE publicava, além de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt; Krypta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e dos heróis Marvel, títulos de personagens da King Features (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Fantasma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Mandrake&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Recruta Zero&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;); &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Mortadelo e Salaminho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (que na época, só li dois gibis, mas que gostaria de ter lido mais...); quadrinhos infantis brasileiros do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Ely Barbosa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Cacá e sua turma&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;OsIncríveis Amendoins&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;...) e traduções de personagens infantis da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Harvey Comics&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Riquinho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Bolota&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Brotoeja&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;...). De tudo isso, li um pouco. Tinha também uma versão em quadrinhos do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Sítio do Pica-Pau Amarelo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; que ganhava de dez a zero da atual, principalmente nos desenhos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Uma coisa que eu já percebia na época era que os gibis da Abril tinham um papel de qualidade melhor (RGE e Bloch imprimiam o miolo em papel jornal). A EBAL ainda publicava, mas a distribuição era péssima. Era raro encontrar gibis dela nas bancas da cidade onde eu morava. Algumas bancas traziam,outras não. Acho que essa foi uma das razões de porque os heróis da Marvel ficaram bem mais populares entre os leitores do que os da DC. Na época, a EBAL já estava meio moribunda, mas, nas raras vezes, que os gibis dessa editora chegaram em minhas mãos, dava para perceber que eram especiais: em termos de gibis coloridos, eram os que tinham o melhor papel(um dos primeiros gibis da EBAL que li foi um formatão colorido trazendo o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;crossover&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Batman e Hulk). O letreiramento feito com fotocomposição ou letraset também era um diferencial da EBAL. Eles usavam uma fonte em negrito, mas com "caixa alta e baixa" (maiúsculas e minúsculas) e não apenas maiúsculas como ocorre na maioria dos quadrinhos. Alguém sabe qual fonte a EBAL usava para letreirar os quadrinhos nos anos 1980?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-2016596778006090684?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/2016596778006090684/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=2016596778006090684' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/2016596778006090684'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/2016596778006090684'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/01/momento-nostalgia-2-rge-abril-e-ebal.html' title='MOMENTO NOSTALGIA 2: RGE, ABRIL E EBAL'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5lSEkOQrfI/AAAAAAAAACY/lgQc86Rvq8o/s72-c/super_herois_marvel19.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-4142438052779584286</id><published>2008-01-20T04:31:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:11.108-08:00</updated><title type='text'>MOMENTO NOSTALGIA: GIBIS DO HOMEM-ARANHA PELA RGE</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5NCfeM2WpI/AAAAAAAAACQ/o1idE9kWGQA/s1600-h/super-herois_marvel27.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5NCfeM2WpI/AAAAAAAAACQ/o1idE9kWGQA/s400/super-herois_marvel27.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157539106719685266" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Os primeiros gibis de super-heróis que tive foram exemplares das revistas &lt;b&gt;&lt;i&gt;Homem-Aranha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;&lt;i&gt;Super-Heróis Marvel&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; que eram publicados pela RGE (Rio Gráfica e Editora, atual Editora Globo)publicados em 1981. Ambas traziam mensalmente aventuras do aracnídeo: a primeira trazia a tradução de histórias publicadas originalmente na revista &lt;i&gt;Amazing Spider-Man&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e a segunda trazia a tradução de histórias publicadas originalmente na revista &lt;i&gt;Peter Parker&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;The Amazing Spider-Man. &lt;/i&gt;Naquela época, eu já gostava de gibis, mas os super-heróis estavam longe de ser os meus favoritos. O Homem-Aranha era uma exceção, gostava do bom humor dele e já o conhecia das reprises da antiga série de desenhos-animados que traziam a famosa música tema regravada tempos depois pelos Ramones. Os outros heróis eu achava meio babacas ou chatos por causa do que eu via em desenhos-animados do tipo &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Superamigos&lt;/span&gt;. Preferia ler os gibis do Maurício de Sousa, que meu pai comprava quase todos os meses para mim. As histórias eram engraçadas e não tinham aquela coisa de continuar na próxima edição. Naquela época, com inflação alta (os preços de capa dos gibis aumentavam &lt;u&gt;todos os meses&lt;/u&gt;) e dependendo de dinheiro de pai para comprar (que precisava gastar em coisas mais importantes como aluguel e comida) não era fácil acompanhar os gibis de heróis com aquelas histórias em continuação e que muitas vezes estavam interligadas com outras publicadas em outras revistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aranha na TV e nos quadrinhos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; Sem contar que, naquele ano, a Globo começou a exibir aquele seriado meia-boca do Aranha interpretado pelo Nicholas Hammond (mais recentemente, esse ator apareceu fazendo uma ponta num episódio daquele seriado &lt;i&gt;O mundo perdido&lt;/i&gt;). O seriado era muito ruim, mas como naquela época eram raros os filmes de super-heróis, tinha lá o seu charme ver o Aranha na série escalando os edifícios (principalmente quando você tem sete anos de idade e adora ficar brincando de &lt;i&gt;Homem-Aranha&lt;/i&gt; se pendurando pelo espelho das portas da casa). O legal era que as vozes do Aranha e do Jameson na série eram feitas pelos mesmos dubladores dos desenhos-animados (o cara que fazia a voz do Parker era o mesmo que dublava o Robin nos &lt;i&gt;Superamigos&lt;/i&gt;) e a Globo aproveitava para anunciar os gibis da RGE nos episódios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O primeiro gibi de super-herói que li: &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Super-Heróis Marvel &lt;/span&gt;27&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Aranha, o primeiro gibi dele que tive em casa era um que trazia uma aventura dele desenhada pelo Sal Buscema (acho que o roteirista era o Bill Mantlo). Nessa história, o Aranha enfrentava um vilão chamado &lt;b&gt;Mestre da Luz&lt;/b&gt;, um cara que usava um traje especial que convertia luz em matéria sólida, que o cara usava para matar. Foi aí que descobri uma diferença entre os supervilões nos gibis e os mostrados em desenhos-animados: eles matavam, eram maus mesmo! Quando a gente tem uns sete ou oito anos, esse tipo de coisa impressiona e deveria continuar impressionando, mas a exposição excessiva a cenas de violência no cinema e na televisão (inclusive noticiários) acabam banalizando a vida humana (algo que deveria ser considerado sagrado) e nos tornando insensíveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Seção de cartas da RGE: hilariante! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A mesma revista trazia uma história tapa-buraco em que apareciam o Coisa do Quarteto-Fantástico (naquela época, “Os Quatro Fantásticos”, por causa do desenho produzido pela Hanna-Barbera, e que era a mesma tradução usada nos gibis da RGE]. Outra coisa que me impressionava eram os créditos. Foi a primeira vez que vi a famosa chamada “Stan Lee apresenta”. A RGE deve ter sido a primeira editora a creditar nas histórias os editores originais das histórias, como faz hoje a Panini. A diferença era que ela colocava como “supervisão geral”. Além disso, a não ser no expediente da revista, a RGE não creditava nem os editores brasileiros e nem os tradutores. Nessa mesma revista tinha uma seção de cartas que era muito engraçada: os personagens da Marvel respondiam às cartas dos leitores! Aparecia a carta do leitor e a resposta vinha dentro de um balão enorme, como se o próprio personagem estivesse mesmo respondendo. Naquela edição, havia cartas sendo respondidas pelo Homem-Aranha, Wolverine,Demolidor, J. Jonah Jameson e um tal de “Editor Misterioso”, o rosto era uma sombra de chapéu (muito engraçado de tão ridículo). Mas tem uma carta que não me esqueço: tinha um leitor (não dizia a idade) que pedia para publicarem uma história com um herói que ele havia criado, um tal de “Raio Azul” (até que achei o nome legal). Aí, em vez dos editores publicarem uma resposta sincera do tipo “Sinto muito, mas não podemos publicar sua história porque apenas publicamos apenas material estrangeiro ou licenciado” , quem aparecia respondendo era o Demolidor (!!!) dizendo que&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;o leitor devia se dedicar mais na elaboração de novas histórias com o Raio Azul, que quando ele melhorasse o trabalho dele,eles avaliariam etc. Será que o leitor que escreveu essa carta virou fanzineiro? Será que essa carta publicada o estimulou a seguir uma carreira nos quadrinhos?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Recruta Zero entrevistando a Mulher-Hulk?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Outro detalhe: coisa que pouca gente comenta quando fala da história dos quadrinhos Marvel no Brasil. A RGE anunciava as revistas com os heróis em outros gibis publicados pela editora. Na revista &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Recruta Zero&lt;/span&gt;, que era um dos títulos mais vendidos na época, tinha uma seção de notícias intitulada “Jornal do quartel” ou coisa parecida&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;em que o Zero era creditado como “repórter”. Numa dessas, o Zero aparecia entrevistando a Mulher-Hulk, com ela explicando que recebeu uma transfusão de sangue do Bruce Banner e blá-blá-blá-blá. Era, na verdade, uma forma que os editores da revista usaram para anunciar o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Almanaque Premiere Marvel&lt;/span&gt; que também trazia histórias do Cavaleiro da Lua (na época, chamado de “Cavaleiro de Prata”) e do Rom. Já pensou se a Panini resolver fazer coisa parecida para promover algumas de suas revistas: imagine sair publicada uma matéria na revista do Cebolinha em que ele apareça “entlevistando” os X-Men ou a Liga da Justiça (entrevistar o Justiceiro seria o “fim da picada” em gibi infantil).Futuramente postarei outros textos nostálgicos como este.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-4142438052779584286?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/4142438052779584286/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=4142438052779584286' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/4142438052779584286'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/4142438052779584286'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2008/01/momento-nostalgia-gibis-do-homem-aranha.html' title='MOMENTO NOSTALGIA: GIBIS DO HOMEM-ARANHA PELA RGE'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R5NCfeM2WpI/AAAAAAAAACQ/o1idE9kWGQA/s72-c/super-herois_marvel27.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-1538545766009052339</id><published>2007-12-31T07:00:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:11.859-08:00</updated><title type='text'>CRIANÇAS AINDA GOSTAM DE QUADRINHOS</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R3kOcuM2WoI/AAAAAAAAACI/i16X37NSPsk/s1600-h/Lost_urso_polar.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R3kOcuM2WoI/AAAAAAAAACI/i16X37NSPsk/s400/Lost_urso_polar.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150163535475923586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Cena da primeira temporada de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lost&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;               &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/p&gt;              &lt;p class="MsoNormal"&gt;    &lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;“As crianças de hoje não curtem quadrinhos, preferem videogames, ouvir música no MP3”. Quantas vezes já não ouvi ou li isso? Ainda existem crianças e adolescentes que curtem quadrinhos. E esse número poderia ser maior.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;    Vou dar como exemplo a escola pública onde leciono. Nela estudam crianças e adolescentes de diferentes classes sociais. Algumas são bem carentes no que se refere ao aspecto socioeconômico enquanto outras são de lares bem privilegiados. A maioria possui celular e videogame. Nem todos têm Internet em casa.Mesmo nessa escola, que fica situada num bairro onde não existe uma banca de jornal decente sequer (pois na cidade onde resido, todas as bancas de jornal bem arrumadas e com oferta de tudo quanto é tipo de revista estão no centro), já vi alunos meus trazendo revistas em quadrinhos para a escola: mangás (&lt;i&gt;Shaman King&lt;/i&gt;,&lt;i&gt;One Piece &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Naruto&lt;/i&gt;), gibis da Panini (&lt;i&gt;Homem-Aranha&lt;/i&gt; e até &lt;i&gt;Thundercats&lt;/i&gt; entre outros)e da turma da Mônica (que agora também é da Panini).&lt;br /&gt;    Além disso, os álbuns de &lt;i&gt;Asterix &lt;/i&gt;fazem parte do acervo da biblioteca da escola e estão entre os livros que os alunos mais pegam emprestados. Um aluno meu, que detesta ler, teve que escolher um livro para ler na aula de Língua Portuguesa: ele escolheu o &lt;i&gt;Na Prisão&lt;/i&gt;, mangá da Conrad,que também faz parte da nossa pequena mas significativa biblioteca. Ele adorou!&lt;br /&gt;    Nas minhas aulas de História, já utilizei muitos quadrinhos com aventuras Disney (tanto aquelas escritas e desenhadas pelo Carl Barks quanto as criadas pelo Don Rosa e aquelas produzidas na Itália). A maioria dos meus alunos de quinta e sexta séries adorou. Vários chegaram até a me perguntar: “Professor, onde você consegue essas revistinhas?”É impressionante o número de crianças que vejo gostarem de quadrinhos, que gostariam de comprar quadrinhos, mas que jamais visitaram um simples banca de jornal na vida. São crianças que não possuem o hábito da leitura,porque seus pais também não o possuem. Ou que gostariam de adquirir revistas, mas não possuem dinheiro para comprar. A solução para alguns desses é conseguir emprestado na biblioteca da escola ou ir a uma banca que venda ou troque gibis usados. Um dos meus alunos começou a colecionar Tio Patinhas depois que apresentei quadrinhos Disney na escola.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;    O dono de um sebo que eu freqüento na região do ABC me disse que a procura por revistas em quadrinhos no estabelecimento dele é grande (não duvido, pois a loja dele foi ampliada e sempre tem gente comprando). Ele comentou que nos períodos de férias escolares aumenta o número de crianças que entram no sebo para comprar ou trocar quadrinhos, em geral mangás ou gibis do Maurício de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;    O que estou escrevendo está muito longe de ser uma pesquisa de mercado, feita com metodologia. No entanto creio que os exemplos são significativos, pois citei como exemplos locais que não são os grandes centros e nem bancas ou lojas das capitais. Peguei como exemplo crianças de uma escola pública (onde estão matriculadas crianças com perfis mais diversificados do que numa escola particular onde estudam somente filhos da classe média alta) e um sebo popular numa cidade vizinha.&lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;   &lt;/span&gt;    As crianças de hoje gostam de quadrinhos e outras mais podem gostar. Basta apresentar a elas. Doe aquele gibi que você não quer mais para a biblioteca de uma escola ou dê de presente para seu sobrinho ou irmãozinho mais novo da sua namorada. Se tiver filhos, visite a banca de jornais com ele.&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;    Precisamos de publicações com preços mais baixos, mais acessíveis para a maioria da população, mas sem perda na qualidade. Projeto gráfico e bom acabamento são indispensáveis para atrair o público, não se pode subestimar a inteligência dos jovens leitores. Não adianta nada baixar o preço de capa e colocar publicações com visual pobre e papel ruim. Quando o produto é ruim, o público não quer nem “de graça”.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R3kLI-M2WnI/AAAAAAAAACA/okmdo8y4Q_Y/s1600-h/boys_comics_mid_2565.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://1.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R3kLI-M2WnI/AAAAAAAAACA/okmdo8y4Q_Y/s400/boys_comics_mid_2565.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5150159897638623858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Foto antiga de garotos ingleses lendo a última edição de uma publicação em quadrinhos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=";font-size:100%;" &gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-1538545766009052339?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/1538545766009052339/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=1538545766009052339' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/1538545766009052339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/1538545766009052339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/12/crianas-ainda-gostam-de-quadrinhos.html' title='CRIANÇAS AINDA GOSTAM DE QUADRINHOS'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R3kOcuM2WoI/AAAAAAAAACI/i16X37NSPsk/s72-c/Lost_urso_polar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-7875922497298411207</id><published>2007-12-01T06:32:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:11.957-08:00</updated><title type='text'>QUADRINHOS BRASILEIROS PRECISAM SER CHATOS?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1F0GO8qkSI/AAAAAAAAABk/Wx7QMLDTLXw/s1600-R/chiclete_com_banana.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1F0GO8qkSI/AAAAAAAAABk/DgxFoD2TdhQ/s400/chiclete_com_banana.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5139016300247028002" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No blog da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pixel&lt;/span&gt;, o editor lançou uma discussão sobre quadrinhos nacionais. Ele diz que encontra muita gente querendo publicar seus próprios quadrinhos, mas pouca gente disposta a comprar quadrinhos nacionais e pergunta aos internautas quais foram os últimos quadrinhos brasileiros que eles compraram. A discussão pode ser encontrada no link a seguir:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://pixelquadrinhos.com.br/blog/?p=321"&gt;http://pixelquadrinhos.com.br/blog/?p=321&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Os últimos quadrinhos nacionais que comprei foram num sebo: edições de &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Chiclete com Banana&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Circo&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Piratas do Tietê&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Níquel Náusea&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; etc. Comprei coisas que já havia lido quando ainda estava cursando o ginásio. Embora rotulados de "underground" ou "alternativos" esses títulos eram populares(alguns mais, outros menos), faziam o público rir. Acho que esse é o problema de muitos quadrinhos nacionais modernos: os caras fazem algo "cabeça demais", meio pedante, parecido com algumas coisas que a revista &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Comics Journal&lt;/span&gt; adora elogiar (tipo &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Love e Rockets&lt;/span&gt; que é publicado pela própria Fantagraphics, a editora que publica o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comics Journal&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Se os desenhos forem chamativos e a história for divertida, o público vai gostar, independentemente da nacionalidade. Estou de saco cheio de ver revista de quadrinhos nacionais em que o assunto principal não são as histórias e nem os personagens, mas enormes manifestos sobre as duras condições do mercado e a luta dos quadrinhos nacionais. O que falta discutir é quais seriam as melhores formas de distribuir esse material, estratégias de marketing etc. Falta aparecer nos quadrinhos nacionais um equivalente ao que &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Tropa de Elite&lt;/span&gt; significou para o cinema brasileiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-7875922497298411207?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/7875922497298411207/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=7875922497298411207' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/7875922497298411207'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/7875922497298411207'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/12/quacrinhos-brasileiros-precisam-ser.html' title='QUADRINHOS BRASILEIROS PRECISAM SER CHATOS?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1F0GO8qkSI/AAAAAAAAABk/DgxFoD2TdhQ/s72-c/chiclete_com_banana.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-8875092224730472720</id><published>2007-11-30T20:24:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:12.144-08:00</updated><title type='text'>WHEN WE'LL WATCH THE WATCHMEN?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1FsIe8qkRI/AAAAAAAAABc/SVjmZSDlEAI/s1600-R/watchmen_cen%C3%A1rio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1FsIe8qkRI/AAAAAAAAABc/L7PjrDh-ofk/s400/watchmen_cen%C3%A1rio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5139007542808711442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Esta imagem eu encontrei no site oficial da adaptação cinematográfica de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Watchmen&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, que está sendo dirigida pelo Zack Snyder ( mesmo diretor de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;300&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;), com estréia prevista para 2009. Isso mesmo, a Nova York de Watchmen, com a banca de jornais onde Walter Kovacs, o Rorschach comprava o seu jornal direitista predileto, o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;New Frontiersman, &lt;/span&gt;e aquele garoto ficava lendo de graça o gibi &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Contos do Cargueiro Negro&lt;/span&gt;. Não quero ser precipitado, mas este cenário fiel aos quadrinhos nos dá esperanças de assistirmos a uma adaptação decente da obra de Alan Moore e Dave Gibbons. É um sonho de adolescência se transformando em realidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Futuramente pretendo postar um texto sobre o Alan Moore neste blog, mas sem aquela "rasgação de seda" que os idólatras costumam fazer por aí. Sem dúvida, o Moore possui um impressionante domínio técnico da narrativa e é um roteirista muito acima da média (que convenhamos, é bem baixa dentro da área dos quadrinhos). O problema é que o Moore é tratado como um deus e ninguém se atreve a fazer uma análise mais crítica do seu trabalho. As histórias dele são envolventes, fantásticas, mas possuem alguns pontos bastante discutíveis dos quais falarei mais a respeito em uma futura postagem.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-8875092224730472720?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/8875092224730472720/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=8875092224730472720' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8875092224730472720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8875092224730472720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/11/when-well-watch-watchmen.html' title='WHEN WE&apos;LL WATCH THE WATCHMEN?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R1FsIe8qkRI/AAAAAAAAABc/L7PjrDh-ofk/s72-c/watchmen_cen%C3%A1rio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-3620467266009181732</id><published>2007-11-29T06:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:12.534-08:00</updated><title type='text'>CLARK VERSUS CLARK : SUPERBOY VERSUS VANDAL SAVAGE?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R07WEkVrW-I/AAAAAAAAABM/BPJLAjwRGHA/s1600-h/Smallville.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R07WEkVrW-I/AAAAAAAAABM/BPJLAjwRGHA/s400/Smallville.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5138279598838733794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Na última terça-feira (27/11/2007), o canal Warner exibiu o episódio da nova temporada de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Smallville&lt;/span&gt; em que o o ator &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dean Cain&lt;/span&gt;, que fazia o papel do Super-Homem no seriado &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Lois e Clark&lt;/span&gt;, interpeta um vilão cujo nome possui as mesmas inicias de Clark Kent: o doutor&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Curtis Knox&lt;/span&gt;. Segundo boatos que rolam na Internet, o vilão interpretado por Cain seria, na verdade, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vandal Savage&lt;/span&gt;, que, nos quadrinhos, é um dos principais inimigos da &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Liga da Justiça&lt;/span&gt;. "Curtis Knox" seria, portanto, apenas um nome falso adotado por Savage. Faz sentido. Pois o vilão mostrado no episódio de Smallville também é imortal, tendo testemunhado até as Cruzadas.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Sei que muita gente torce o nariz para o seriado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lois e Clark&lt;/span&gt; e que,alguns críticos, consideram Cain o pior ator que já interpretou o Homem de Aço. Injustiça! O seriado &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Lois e Clark&lt;/span&gt; era nas primeiras temporadas bastante divertido e com elementos do primeiro seriado de TV (estrelado por George Reeves, e a respeito do qual já postei um texto neste blog) e dos quadrinhos do herói na fase em que as aventuras eram escritas e desenhadas por John Byrne. O que estragou a série foi quando Lois e Clark pararam de brigar e se tornaram noivos. os roteiristas não sabiam mais o que fazer. Caso quase idêntico ao que aconteceu com outro seriado de TV, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A gata e o rato&lt;/span&gt;, estrelado por Cybill Shepherd e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Bruce&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Willis. Depois que a dupla de detetives parou de brigar e resolveram se casar,o seriado caiu em qualidade e audiência. Só mesmo na ficção televisiva para casais pararem de se brigar depois que se casam...&lt;br /&gt;Lembro que quando Lois e Clark começou a ser exibido no Brasil, o pessoal comentava que Dean Cain tinha "cara de mexicano". Na verdade, o ator é de ascendência japonesa por parte do pai. O nome verdadeiro do ator é Dean George Tanaka e antes de iniciar a carreira de ator era jogador de futebol americano.Pode ser que Cain não seja tão parecido com o Super-Homem quanto outros atores que interpretaram o herói, mas ele tinha carisma e senso de humor. Um outro herói dos quadrinhos que, caso seja adaptado para o cinema, poderia muito bem ser interpretado por Cain é o Capitão Marvel original (SHAZAM!). Cain se parece mais com o Capitão Marvel do que com o Super-Homem. Só faltaria escolher um ator para o Billy Batson, o jovem que ao gritar "SHAZAM!" se transforma no "mortal mais poderoso da Terra". &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-3620467266009181732?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/3620467266009181732/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=3620467266009181732' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/3620467266009181732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/3620467266009181732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/11/clark-versus-clark-superboy-versus.html' title='CLARK VERSUS CLARK : SUPERBOY VERSUS VANDAL SAVAGE?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/R07WEkVrW-I/AAAAAAAAABM/BPJLAjwRGHA/s72-c/Smallville.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-8381107982663120378</id><published>2007-11-13T17:56:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:12.885-08:00</updated><title type='text'>QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpZSkTLC2I/AAAAAAAAAAs/IF0Vmmd8R6k/s1600-h/ActionComicsNo1-.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpZSkTLC2I/AAAAAAAAAAs/IF0Vmmd8R6k/s320/ActionComicsNo1-.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132512900858710882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpZrkTLC3I/AAAAAAAAAA0/zxVi0LcX57g/s1600-h/whiz-comics-N1.jpg.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpZrkTLC3I/AAAAAAAAAA0/zxVi0LcX57g/s320/whiz-comics-N1.jpg.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132513330355440498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpahETLC4I/AAAAAAAAAA8/aI-DER4z3Hk/s1600-h/monica_n%C3%BAmero_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpahETLC4I/AAAAAAAAAA8/aI-DER4z3Hk/s320/monica_n%C3%BAmero_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132514249478441858" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;   Reparem nas semelhanças entre essas três capas dos respectivos números um das seguintes revistas em quadrinhos: a &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Action Comics&lt;/span&gt;, de 1938, que marca a estréia do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Super-Homem&lt;/span&gt;, a &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Whiz Comics&lt;/span&gt;, que marca a estréia do &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Capitão Marvel&lt;/span&gt; (SHAZAM!) e de uma republicação da primeira revista da &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Mônica&lt;/span&gt;, lançada originalmente em 1970.&lt;br /&gt;A capa que marca a primeira aparição do Capitão-Marvel chega a parecer uma seqüência da capa do primeiro gibi do Super-Homem. Na capa do gibi de 1938, o Super-Homem aparece erguendo um carro, na capa do gibi de 1940, o Capitão Marvel arremessa um carro, na capa do gibi de 1970, a Mônica ergue o carrinho de rolimã que o Cebolinha está dirigindo. A semelhança entre as capas da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Action&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comics&lt;/span&gt; e da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Whiz Comics&lt;/span&gt; pode ter sido um dos fatores que levou a DC a processar a Fawcett Publications, alegando que o Capitão-Marvel seria um plágio do Super-Homem.&lt;br /&gt;A capa do gibi da Mônica guarda outras semelhanças com a capa da &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Action Comics&lt;/span&gt;: ambas possuem um fundo amarelo e são as capas dos primeiros números de revistas que revolucionaram o mercado de quadrinhos de seus respectivos paises.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-8381107982663120378?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/8381107982663120378/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=8381107982663120378' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8381107982663120378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8381107982663120378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/11/qualquer-semelhana-mera-coincidncia.html' title='QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RzpZSkTLC2I/AAAAAAAAAAs/IF0Vmmd8R6k/s72-c/ActionComicsNo1-.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-7113814821957416095</id><published>2007-11-04T05:22:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:13.143-08:00</updated><title type='text'>ROTEIRO MEU PARA UMA HISTÓRIA DISNEY</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Mpvk-cJI/AAAAAAAAAAk/_XLGl1K0Cy0/s1600-h/Morcego_vermelho.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Mpvk-cJI/AAAAAAAAAAk/_XLGl1K0Cy0/s400/Morcego_vermelho.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128980568163119250" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Quando ainda estava no colegial, cheguei a vender alguns roteiros para os quadrinhos Disney que eram publicados pela Abril. Vendi duas histórias do Peninha e duas do Morcego-Vermelho (cuja identidade secreta é o próprio Peninha), mas só vi uma delas publicada. O título original da história era algo como "Surge o cometa", mas o editor alterou para "Golpe de mestre". Saiu publicada no gibi da Margarida, número 168, em janeiro de 1993. Trata-se de uma típica história "tapa- buraco", daquelas para prencher o miolo da revista, bem curtinha, onde um novo vilão, o Cometa (uma paródia ao Flash da Liga da Justiça) aparece, mas é derrotado facilmente no final. Não é o tipo de coisa que Alan Moore ou o Neil Gaiman escreveriam, mas foi o meu primeiro trabalho publicado em uma grande editora, e recebi por isso. Recentemente, descobri num site, que essa história foi&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;republicada na Itália com o título de&lt;/span&gt; &lt;i style="font-family: arial;"&gt;Paper Bat contro Meteor. &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"Paper Bat" é como os italianos chamam o Morcego-Vermelho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; Quem acabou desenhando a história foi o excelente Aluir Amâncio, que já havia trabalhado no estúdio do Mauricio de Sousa e que hoje trabalha para as editoras norte-americanas. Ele seguiu fielmente os mus esboços, inclusive o uniforme do Cometa. A única alteração foi que nos meus esboços eu havia feito o Cometa bem baixinho, um tampinha, e o Amâncio o desenhou alto e fortão, mais ao estilo da Marvel.&lt;br /&gt;Informações sobre essa e outras histórias Disney podem ser encontradas no seguinte site:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://coa.inducks.org/"&gt;http://coa.inducks.org&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-7113814821957416095?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/7113814821957416095/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=7113814821957416095' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/7113814821957416095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/7113814821957416095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/11/roteiro-meu-para-uma-histria-disney.html' title='ROTEIRO MEU PARA UMA HISTÓRIA DISNEY'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Mpvk-cJI/AAAAAAAAAAk/_XLGl1K0Cy0/s72-c/Morcego_vermelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-8759235733209925586</id><published>2007-11-04T04:46:00.000-08:00</published><updated>2008-11-13T02:42:13.328-08:00</updated><title type='text'>ORIGINAL DE MARCOS TETELLI SENDO LEILOADO NA INTERNET</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Já falei do desenhista Marcos Tetelli num post anterior. Trata-se de mais um exemplo de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;talentoso artista brasileiro que ainda não teve o reconhecimento que merece. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O que nem ele sabia é que originais de paginas que ele desenhou estavam sendo vendidos na Internet. Detalhe: em dólares ou euros. Um exemplo é esta página que ele desenhou para a Continuity, a editora do Neal Adams (artista famoso por ter desenhado aquelas histórias do Lanterna Verde e Arqueiro Verde no início da década de 1970, recentemente republicadas aqui pela Panini).&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family: arial;"&gt;Maiores informações sobre a venda dessa página desenhada pelo Tetelli podem ser encontradas no link seguinte:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://cgi.ebay.fr/Superbe-Planche-originale-de-Marcos-Tetelli-sur-Kane_W0QQitemZ180128828433QQihZ008QQcategoryZ24401QQcmdZViewItem"&gt;http://cgi.ebay.fr/Superbe-Planche-originale-de-Marcos-Tetelli-sur-Kane_W0QQitemZ180128828433QQihZ008QQcategoryZ24401QQcmdZViewItem&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Cuvk-cII/AAAAAAAAAAc/NTyyZIVMKeQ/s1600-h/Tetelli.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Cuvk-cII/AAAAAAAAAAc/NTyyZIVMKeQ/s400/Tetelli.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5128969658946187394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-8759235733209925586?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/8759235733209925586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=8759235733209925586' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8759235733209925586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/8759235733209925586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/11/original-de-marcos-tetelli-sendo.html' title='ORIGINAL DE MARCOS TETELLI SENDO LEILOADO NA INTERNET'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/Ry3Cuvk-cII/AAAAAAAAAAc/NTyyZIVMKeQ/s72-c/Tetelli.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-6171380688429120613</id><published>2007-04-07T09:01:00.001-07:00</published><updated>2008-11-13T02:42:13.394-08:00</updated><title type='text'>TRILHAS SONORAS PARA QUADRINHOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RhfGZhiXHKI/AAAAAAAAAAU/PXfkDeW-ysU/s1600-h/cowboy_bebop.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RhfGZhiXHKI/AAAAAAAAAAU/PXfkDeW-ysU/s400/cowboy_bebop.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5050723648920820898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quando ainda cursava o colegial, eu gostava de ler os meus quadrinhos acompanhados de uma boa trilha sonora. Durante esses momentos, sonhava com as adaptações ideais para o cinema de meus quadrinhos favoritos. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Watchmen&lt;/span&gt; eu gostava de ler ao som de &lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Dire Straits&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Brothers in Arms&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; para o Doutor Manhatan em Marte, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Romeo and Julliete&lt;/span&gt; para o Nite-Owl e Silk Spectre, &lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Sultans of Swing&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; para Rorschach e Nite-Owl indo em direção à fortaleza de Ozymandias na Antártida...). Quanto ao Rorschach, gostava de lê-lo ao som de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Another Brick in the Wall&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Pink Floyd&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Paint it Black&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Rolling Stones&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Essa canção dos Stones era e ainda é uma das minhas favoritas. Escutei-a pela primeira vez na abertura de um seriado que era exibido pelo SBT, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Combate no Vietnã &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Tour of Duty&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;). Foi aí que descobri que os Stones na época de sua formação original, quando ainda tinham &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Brian Jones&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, eram um conjunto extraoridnário com um repertório de excelentes composições que rivalizavam em qualidade com as dos &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Beatles&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Hoje, os Stones são apenas uma marca, caras que acabaram imitando a si mesmos, suas novas composições perdem feio para o que eles faziam nos anos 1960. Os Beatles não conheceram decadência, pois se separaram antes que isso acontecesse. Igual ao Pelé. É preciso saber a hora de sair de uma festa. E a hora certa é quando os anfitriões pedem para você ficar e não quando estão te tocando para fora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Na minha cabeça, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Paint it Black&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; seria a música perfeita para acompanhar a dramática seqüência da &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;morte de Gwen&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Stacy&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, o grande amor da vida do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Homem-Aranha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Na época, eu sonhava com um filme do Aranha ambientado na década em que o herói foi criado, tendo como pano de fundo a "invasão" do rock britânico, os protestos estudantis contra a Guerra do Vietnã. Imagine o Homem-Aranha exibindo os seus poderes no programa de TV do Ed Sullivan Show, na mesma noite em que os Beatels se apresentaram pela primeira vez nos Estados Unidos. Imagine um Peter Parker enfurecido chorando a morte de sua amada ao som da frase I see a line of cars and they're all painted it black with flowers and my love to never to come back ("Vejo uma fileira de carros pintados de preto levando em flores o meu amor que jamais voltará").&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  Por isso, minha dica de hoje é um clipe que encontrei no You Tube, cenas do desenho-animado japonês  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;CowboyBebop&lt;/span&gt; ao som de Paint It Black:&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.youtube.com/watch?v=hXF62MaJFsY"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=hXF62MaJFsY&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Será que é proeciso dizer que esse desenho-animado ganhou uma versão em quadrinhos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;P.S.: Vocês devem ter reparado que prefiro utilizar as expressões "desenho-animado" e "histórias em quadrinhos" em vez de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;animê &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;mangá&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. A razão é simples: acho que as expressões em português são bem mais precisas. No caso de "história em quadrinhos" é a melhor expressão no mundo para designar essa arte seqüencial, é ao mesmo tempo a mais abrangente (pois serve tanto para uma tira quanto para uma história longa e se aplica a qualquer gênero) e a mais precisa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-6171380688429120613?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/6171380688429120613/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=6171380688429120613' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/6171380688429120613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/6171380688429120613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/04/trilhas-sonoras-para-quadrinhos.html' title='TRILHAS SONORAS PARA QUADRINHOS'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RhfGZhiXHKI/AAAAAAAAAAU/PXfkDeW-ysU/s72-c/cowboy_bebop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-4288752584457465139</id><published>2007-03-25T17:51:00.000-07:00</published><updated>2008-11-13T02:42:13.657-08:00</updated><title type='text'>WATCHMEN: Melhor comprar a edição original</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RgcfxRUwH8I/AAAAAAAAAAM/zisA-wTWt08/s1600-h/Liefeld.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RgcfxRUwH8I/AAAAAAAAAAM/zisA-wTWt08/s320/Liefeld.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5046036838816423874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;   &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Watchmen &lt;/span&gt;é uma das minhas obras em quadrinhos favoritas. Apesar de algumas falhas como, por exemplo, um trecho que é parecido demais com uma cena do filme &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Mad Max&lt;/span&gt; para ser mera coincidência e de algumas previsões e palpites furados do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alan Moore&lt;/span&gt; em relação à Guerra Fria (hoje, lendo a série, fica evidente que o Moore ignorava qual era a real situação econômica da União Soviética, que acabou entrando em colapso por causa dos excessivos gastos militares entre outros fatores). Mas foi uma obra que marcou a minha adolescência. Tenho uma ligação afetiva muito forte com essa série. Também acho injusto que todos os elogios sejam quase sempre para o Alan Moore. O desenhista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dave Gibbons&lt;/span&gt; também contribuiu muito para o sucesso da série.&lt;br /&gt;A tradução que li e que praticamente decorei as falas das personagens foi aquela primeira publicada pela Abril em 1988 e 1989. Apesar de alguns deslizes, como traduzir &lt;span style="font-style: italic;"&gt;cocaine addicit&lt;/span&gt; por "adepto da cocaína" em vez de "viciado em cocaína", essa tradução é muito melhor do que a segunda, feita pelo Jotapê para a segunda edição da Abril e que é a mesma usada pela Via Lettera. O Jotapê é sem dúvida alguma um dos maiores tradutores de quadrinhos do país e um especialista no assunto, mas em Watchmen acho que ele não acertou. A primeira tradução era mais viva, mais vibrante, especialmente nas falas do Rorschach. Outro erro da segunda tradução foi traduzir nomes que, na primeira tradução foram mantidos no original em inglês. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Nite Owl &lt;/span&gt;("Coruja Noturna") virou simplesmente "Coruja"  e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Slk Spectre&lt;/span&gt; ("Espectro de Seda") virou "Espectral", que mais parece nome de personagem da Image. Por isso, me recuso a comprar a edição da Via Lettera, embora esta editora tenha nos brindado com excelentes obras como &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Balas Perdidas&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Usaji Yogimbo&lt;/span&gt;. Prefiro guardar dinheiro para comprar o encadernado em inglês.Ler a segunda tradução de Watchmen é como assistir um desenho-animado ou seriado antigo que foi redublado, mas cuja dublagem nova te faz ficar com saudades da dublagem antiga.&lt;br /&gt;P.S.: A imagem que ilustra esta postagem eu achei num site em espanhol que "homenageia" Rob Liefeld.Essa montagem nos dá uma idéia da tragédia que aconteceria se Rob Liefeld resolvesse reformular Watchmen.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-4288752584457465139?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/4288752584457465139/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=4288752584457465139' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/4288752584457465139'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/4288752584457465139'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/03/watchmen-melhor-comprar-edio-original.html' title='WATCHMEN: Melhor comprar a edição original'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_XGLKya4VeS8/RgcfxRUwH8I/AAAAAAAAAAM/zisA-wTWt08/s72-c/Liefeld.gif' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-117189790175671154</id><published>2007-02-19T07:03:00.001-08:00</published><updated>2007-02-19T15:23:42.196-08:00</updated><title type='text'>ESCREVER É PRECISO</title><content type='html'>&lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;É fácil encontrar alguém que aspire se tornar desenhista de quadrinhos, que sonhe em se juntar ao seleto grupo dos brasileiros que desenham para as grandes editoras dos Estados Unidos. O que já não é tão fácil, é encontrar quem sonhe se tornar roteirista de quadrinhos. Afinal, com exceção dos gibis da turma da Mônica, praticamente não há espaço para o roteirista brasileiro atuar profissionalmente. Produzir roteiros para editoras estrangeiras é difícil,pois implica, ente outros obstáculos, escrever numa língua estrangeira, que por mais que você domine, é improvável que você elabore diálogos coloquiais com a mesma facilidade com que você os escreveria em português. Como falei, é difícil, mas não impossível. O espanhol &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Alberto Segura&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; escreve histórias do cowboy &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Tex&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; para o mercado italiano e também escreve quadrinhos para o mercado francês. Outro espanhol, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Sanchez Abuli&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, é famoso pelas histórias do gangster &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Torpedo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, que escreve diretamente para o mercado francês. Outro caso é o do norte-americano &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Don Rosa&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, famoso por suas histórias do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Tio Patinhas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, que escrevia roteiros em inglês para a Egmont, uma editora da Dinamarca. Rosa fazia os roteiros na forma de croquis com diálogos em inglês, que eram então traduzidos para o dinamarquês pelos editores. Durante muitos anos, Rosa viu seus quadrinhos serem publicados apenas numa língua que ele desconhecia.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Enquanto os aspirantes a roteiristas não encontram mercado, alguns aproveitam para criar suas próprias histórias durante as suas poucas horas de tempo livre. Entre esses podemos destacar os colaboradores do &lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Hyperfan&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, um site&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;de fan fiction, isto é ficção criada pelos fãs de algum personagem ou série famosa (de quadrinhos, cinema, televisão etc.). Nos Estados Unidos, os exemplos mais conhecidos de fan fiction são contos envolvendo o universo de Jornada nas estrelas, escritos pelos próprios trekkers.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p face="courier new" class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Apesar do Hyperfan não ser um site de quadrinhos, e sim de contos, a maior parte das histórias publicadas envolvem personagens de quadrinhos, especialmente super-heróis da Marvel e da DC. Outro ponto em comum é o método de seleção das histórias adotado pelos editores de site, no qual, quem quiser ter uma história publicada, deve antes enviar uma sinopse completa (com começo, meio e fim) da história que pretende apresentar. Somente após a sinopse ser aprovada pelos editores, o que nem sempre acontece, é que eles&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;solicitam ao autor que envie a história com todos as falas das personagens e todos os demais detalhes da narração. Tal método de seleção é o mesmo adotado pelas Marvel, DC e outras editoras norte-americanas para selecionar roteiros para suas revistas mensais e minisséries. Outro detalhe que deve interessar aos aficionados por quadrinhos é que um dos colaboradores do site é o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fernando Lopes&lt;/span&gt;, conhecido editor da Mythos, responsável pelas revistas Marvel, publicadas pela Panini. Seria interessante que os contos publicados no site fossem acompanhados de ilustrações originais. Isso ajudaria a tornar o site mais atraente e tornaria a leitura mais agradável. Seria também uma forma de revelar, ao mesmo tempo, novos escritores e novos desenhistas. O endereço do site é:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.hyperfan.com.br/"&gt;http://www.hyperfan.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/512525/hyperfan.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/164686/hyperfan.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;" class="MsoNormal"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-117189790175671154?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/117189790175671154/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=117189790175671154' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/117189790175671154'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/117189790175671154'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/02/escrever-preciso_19.html' title='ESCREVER É PRECISO'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116975247993106755</id><published>2007-01-25T10:56:00.000-08:00</published><updated>2007-01-25T11:20:49.880-08:00</updated><title type='text'>NOSTALGIA DO TERROR: PARADA OBRIGATÓRIA PARA OS FÃS DE KRIPTA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/489790/dementes1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/525275/dementes1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="courier new"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="font-family: courier new;"&gt;Em textos que postei anteriormente, comentei sobre a revista &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Kripta&lt;/span&gt;, publicada pela RGE. Apesar de ter deixado muitos fãs com saudades, esse material jamais foi republicado no Brasil. Certa vez, enviei um e-mail para a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mythos Editora&lt;/span&gt;, sugerindo que eles republicassem esse material. Recebi uma resposta do editor &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Hélcio de Carvalho&lt;/span&gt;, um dos donos da Mythos, que gentilmente me explicou que eles já cogitaram essa possibilidade, mas que esbarraram num problema: eles não conseguiram entrar em contato com o atual detentor dos direitos sobre esse material. A editora que publicava esse material nos Estados Unidos, a Warren, faliu no início da década de 1980, e o material publicado por ela foi vendido para diferentes editoras. A Harris, uma outra editora, adquiriu os direitos sobre várias personagens da Warren (dentre as quais Vampirella e Rook, um viajante do tempo), publicou versões “atualizadas” (lê-se “descaracterizadas”) e acabou perdendo os direitos de novo, que ao que parece, foram readquiridos pelo empresário James Warren. &lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Para os que querem matar saudades de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;Kripta &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;ou mesmo conhecer esse fantástico material, a dica é o site&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; font-family: courier new;"&gt; Nostalgia do Terror&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, criado pelo colecionador &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Ulisses Azeredo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;. O trabalho do Ulisses além de ser uma verdadeira prova de amor pelos quadrinhos, também é referência obrigatória para os pesquisadores da área. Nesse site, ele faz um resgate histórico das diversas publicações em quadrinhos de terror que já foram lançadas no país. Uma das seções do site até disponibiliza em arquivos PDF algumas das histórias que foram publicadas nessas revistas, dentre as quais, a saudosa &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;Kripta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;. O endereço do site é:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.nostalgiadoterror.com"&gt;http://www.nostalgiadoterror.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;   A propósito, a imagem  que ilustra esse texto é de uma história desenhada pelo espanhol &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;José Ortiz&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, conhecido por seus trabalhos em &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;Tex&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;Mágico Vento&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;. No Brasil essa história foi publicada com o título de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;A noite dos dementes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116975247993106755?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116975247993106755/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116975247993106755' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116975247993106755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116975247993106755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/01/nostalgia-do-terror-parada-obrigatria.html' title='NOSTALGIA DO TERROR: PARADA OBRIGATÓRIA PARA OS FÃS DE KRIPTA'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116965865705802454</id><published>2007-01-24T08:13:00.000-08:00</published><updated>2007-01-24T09:29:33.923-08:00</updated><title type='text'>LEMBRANDO ELY BARBOSA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/615247/ely_barbosa.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/144201/ely_barbosa.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div  style="text-align: center;font-family:courier new;"&gt; &lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;br /&gt;  Como já foi informado no &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Blog dos Quadrinhos&lt;/span&gt;, do jornalista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Paulo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ramos&lt;/span&gt;, e no &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Universo&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;HQ&lt;/span&gt;, o desenhista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ely Barbosa&lt;/span&gt; faleceu. Ele foi uma das poucas personalidades dos quadrinhos nacionais que conseguiu produzir quadrinhos de sucesso comercial. Sei que muita gente vai dizer: "Bah! Ele não fez tanto sucesso quanto o Maurício de Sousa! Ele não estava com essa bola toda!" Sem dúvida, o Maurício foi bem mais sucedido, mas isso não anula os méritos e conquistas do Ely Barbosa. Ele pode não ter feito tanto sucesso quanto o Maurício, mas foi um dos pouquíssimos que chegou mais perto.&lt;br /&gt;Foi um dos poucos desenhistas a montar um estúdio próprio, que empregou uma equipe para produzir revistas em quadrinhos de grande tiragem. Do seu estúdio saíram quadrinhos com personagens Hanna-Barbera para a Rio Gráfica e Editora,os gibis &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Trapalhões  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;e &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;As aventuras do Didi&lt;/span&gt;, publicados pela Bloch Editores, e seus personagens tiveram títulos próprios publicados pela RGE e pela Abril. Não bastasse tudo isso, foi do seu estúdio que saiu o famoso comercial da DDDrin, com a dança das baratas, e os Amendoins, símbolos da geléia de amendoim Amendocrem. Nos últimos anos, ele estava mais envolvido com a criação de livros infantis para a editora FTD. Trocar o mercado dos gibis pelo mercado dos livros infantis (muito menos instável) é algo que &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ziraldo&lt;/span&gt; já fez (o criador do &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Menino Maluquinho&lt;/span&gt; não consegue repetir nas bancas de revistas o mesmo sucesso que alcança nas livrarias).&lt;br /&gt;Acredito que ele será mais lembrado como publicitário do que quadrinhista. Numa coisa, acho que ele conseguiu superar o Mauricio: o &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;TV Tutti Frutti&lt;/span&gt;, programa infantil com bonecos, exibido pela TV Bandeirantes, era muito mais bem produzido do que a maioria dos desenhos animados com a Turma da Mônica.&lt;br /&gt;Creio que o Ely não teve o reconhecimento que merecia,pois muita gente o via apenas como "um imitador do Mauricio de Sousa" (coisa que ele NÃO era)ou apenas como sendo "o irmão do novelista Benedito Ruy Barbosa".&lt;br /&gt;Quando eu ainda era adolescente conheci o estúdio dele. Eu havia sido convidado para fazer um estágio como roteirista, mas acabei perdendo o interesse,pois eu praticamente tinha que pagar para ir trabalhar lá (eu morava em São Caetano e o estúdio dele era na avenida Indianapolis, perto do aeroporto de São Paulo) , precisava pegar três conduções.Na época, eu ainda estava na escola,cursando a oitava série durante o período vespertino (era complicado sair do estúdio a tempo de chegar na escola e e não consegui transferência para o noturno). Mas conheci alguns profissionais, dentre os quais, o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vanderlei Feliciano&lt;/span&gt;, letrista e artefinalista, e o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aparecido&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Norberto&lt;/span&gt; ("Cidão"), desenhista que depois trabalhou na Abril Jovem,desenhando quadrinhos Disney. Um dos roteiristas que trabalhava lá era o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mascarenhas&lt;/span&gt;, que faz a voz do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Xaropinho&lt;/span&gt; no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Programa do Ratinho&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;Creio que no pouquísimo tempo que fiquei ali devo ter aprendido alguma coisa. Uns dois anos depois eu consegui vender alguns roteiros de histórias do Peninha e do Morcego-Vermelho para a Abril Jovem, na época em que essa editora ainda investia na criação de quadrinhos Disney por artistas brasileiros. Pois é, já houve uma época em que havia diversos estúdios produzindo revistas em quadrinhos no Brasil e pagando (ainda que pouco) por isso.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;pre&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/590820/ely_barbosa2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/954374/ely_barbosa2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/pre&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116965865705802454?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116965865705802454/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116965865705802454' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116965865705802454'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116965865705802454'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/01/lembrando-ely-barbosa.html' title='LEMBRANDO ELY BARBOSA'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116914955039142016</id><published>2007-01-18T11:32:00.000-08:00</published><updated>2007-01-18T12:12:41.446-08:00</updated><title type='text'>BLOG DOS QUADRINHOS E HISTÓRIA DA EBAL</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/826294/Blog_dos_quadrinhos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/715979/Blog_dos_quadrinhos.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Hoje vou divulgar o trabalho de dois colegas,grandes estudiosos dos quadrinhos. Um é o jornalista e professor Paulo Ramos, criador do "Blog dos quadrinhos" e o outro é o também jornalista Rodrigo Arco e Flexa, que defendeu um mestrado sobre a História da EBAL, que já comentei num texto anterior que postei neste blog.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; O "Blog dos quadrinhos" é praticamente um portal de informações sobre tudo que se relaciona a quadrinhos e artes afins (cartum, caricatura, charge...). Tanto o design quanto o conteúdo é feito com extremo profissionalismo. Enfim, referência obrigatória para fãs, estudiosos e profissionais da área. O endereço do "Blog dos quadrinhos" é:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/"&gt;http://blogdosquadrinhos.blog.uol.com.br/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/834549/superxshazam.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/185794/superxshazam.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Quanto ao trabalho do Rodrigo, tenho certeza que muita gente que leu meu texto anterior sobre o mestrado dele ficou curiosa para ler o trabalho. Pois bem, o trabalho dele sobre a EBAL está, FELIZMENTE, disponível on line. Abaixo, trecho da mensagem enviada pelo Rodrigo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Escrevo para divulgar o lançamento online do meu mestrado – “SUPER-HERÓIS DA EBAL: a publicação nacional dos personagens dos &lt;i style=""&gt;comic books&lt;/i&gt; dos EUA pela Editora Brasil-América (EBAL), décadas de 1960 e 1970” – no Banco de Teses da ECA-USP, em formato PDF (arquivo de 25MB).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O trabalho está disponível no link&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;a rel="nofollow" title="" target="_blank" href="http://poseca.incubadora.fapesp.br/portal/bdtd/2006/2006-me-flexa_rodrigo.pdf"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;2006-me-flexa_rodrigo.pdf&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;O link indicado foi extraído de verbete sobre o trabalho, incluído na seção de teses/pesquisas defendidas em 2006 em Ciências da Comunicação ECA-USP, letra “F”, que está em:&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a rel="nofollow" target="_blank" href="http://poseca.incubadora.fapesp.br/portal/comunicacao/outros-ccom/dados/f/"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;http://poseca.incubadora.fapesp.br/portal/comunicacao/outros-ccom/dados/f/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116914955039142016?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116914955039142016/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116914955039142016' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116914955039142016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116914955039142016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/01/blog-dos-quadrinhos-e-histria-da-ebal.html' title='BLOG DOS QUADRINHOS E HISTÓRIA DA EBAL'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116845757834211399</id><published>2007-01-10T11:10:00.000-08:00</published><updated>2007-01-10T17:32:20.350-08:00</updated><title type='text'>A COMUNIDADE DOS QUADRINHOS NA INTERNET</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/388418/comicspace.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/308985/comicspace.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    O norte-americano &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Josh Roberts&lt;/span&gt; teve uma daquelas idéias simples, mas brilhantes, daquelas que você diz: "Por que não pensei nisso antes?!" Inspirado no &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;My Space&lt;/span&gt;, ele resolveu criar o &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;ComicSpace&lt;/span&gt;, a comunidade dos quadrinhos na Internet. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comic Space&lt;/span&gt; reune tanto profissionais da área quanto os aficionados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O Brasil já é o terceiro país com maior número de membros no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Comic&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Space&lt;/span&gt;, só perde para os Estados Unidos e Canadá.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em geral, não gosto de entrar em comunidades na Internet, mas nesse caso resolvi abrir uma exceção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para visitar o meu espaço na comunidade, basta clicar no link abaixo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.comicspace.com/tulio_vilela/"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;http://www.comicspace.com/tulio_vilela/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116845757834211399?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116845757834211399/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116845757834211399' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116845757834211399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116845757834211399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2007/01/comunidade-dos-quadrinhos-na-internet.html' title='A COMUNIDADE DOS QUADRINHOS NA INTERNET'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116760200121185710</id><published>2006-12-31T13:28:00.000-08:00</published><updated>2006-12-31T19:44:24.263-08:00</updated><title type='text'>"OLHEM LÁ NO CÉU!" "É UM PÁSSARO!" "É UM AVIÃO!" "NÃO! É O SUPER-HOMEM!"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/408594/loislane.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/408062/loislane.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;         &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;Certamente, o &lt;b&gt;Super-Homem&lt;/b&gt; é o herói das revistas em quadrinhos que mais recebeu adaptações para filmes, tanto para o cinema, quanto para a televisão. Comparando as diferentes versões, podemos perceber que em cada uma delas, uma das personagens que compõem o universo do herói se destacou mais. Por exemplo, no seriado &lt;i&gt;Lois e Clark&lt;/i&gt;, quem roubava a cena era a Lois Lane, interpretada por &lt;b&gt;Teri Hatcher&lt;/b&gt;, enquanto no seriado &lt;i&gt;Smallville&lt;/i&gt;, quem rouba a cena é o Lex Luthor, interpretado por &lt;b&gt;Michael&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Rosenbaum&lt;/b&gt;. Para a maioria do público, O Super-Homem definitivo foi o interpretado pelo saudoso &lt;b&gt;Christopher Reeve&lt;/b&gt;. Eu também acho formidáveis os dois primeiros longa-metragens com Reeve. No entanto, nunca gostei da maneira como o &lt;i&gt;alter ego&lt;/i&gt; do herói, o repórter Clark Kent, foi retratado nesses filmes. O Super-Homem interpretado por Reeve era perfeito, mas seu Clark era irritante. Não era culpa do ator, mas dos roteiristas dos filmes, que preferiram retratá-lo como um bobalhão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;    Por isso, na minha modesta opinião de fã de quadrinhos e de filmes, o melhor Clark Kent foi aquele interpretado por &lt;b&gt;George Reeves&lt;/b&gt;, no seriado &lt;b&gt;&lt;i&gt;As aventuras do Super-Homem&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. O seriado estreou em 1952 e foi um sucesso. Nessa série, cujas duas primeiras temporadas estão disponíveis em DVD, Clark tem nada de bobalhão. George Reeves fazia um Clark Kent com um temperamento mais apropriado para um repórter&lt;span style=""&gt;: &lt;/span&gt;um sujeito reservado, discreto, mas atento,investigativo, e cheio de contatos e de fontes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/538629/Daily_Planet.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/400/951756/Daily_Planet.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style=""&gt;Devido ao orçamento limitado, os diretores costumavam reaproveitar cenas de outros episódios e até imagens de arquivo (cenas tiradas de documentários e de outros filmes).&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Tudo era contornado com criatividade. Em algumas cenas, o Super-Homem não era mostrado voando, mas o vôo era sugerido por meio de outros recursos: o som do vôo, semelhante a uma ventania, como que atravessando as nuvens; mostrar o herói saltando para cima (o ator saltava de um trampolim, que ficava escondido no cenário, às vezes no meio de um arbusto) ou apenas entrando pela janela de um prédio (o que os espectadores não viam era a barra de ginástica, por onde o ator se segurava enquanto passava pela janela do cenário). Nos episódios, o herói quase sempre enfrentava gangsteres. Nenhum dos supervilões dos quadrinhos apareceu na série, nem mesmo Luthor. Apesar disso, a série era muito boa e tinha um tom bem mais “sério” do que o de seriados feitos posteriormente, como, por exemplo, os do &lt;i&gt;Batman&lt;/i&gt;, com &lt;b&gt;Adam West &lt;/b&gt;, e da &lt;i&gt;Mulher-Maravilha&lt;/i&gt;, com &lt;b&gt;Linda Carter&lt;/b&gt;. Infelizmente, pouco tempo depois do cancelamento do seriado, o ator George Reeve foi encontrado morto por um tiro. As circunstâncias de sua morte permanecem misteriosas. Oficialmente, foi suicídio, mas há quem acredite que ele foi assassinado. Esse é justamente o tema de um filme recentemente lançado nos Estados Unidos, no qual &lt;b&gt;Ben Affleck&lt;/b&gt; interpreta George Reeves.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116760200121185710?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116760200121185710/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116760200121185710' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116760200121185710'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116760200121185710'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/12/olhem-l-no-cu-um-pssaro-um-avio-no-o.html' title='&quot;OLHEM LÁ NO CÉU!&quot; &quot;É UM PÁSSARO!&quot; &quot;É UM AVIÃO!&quot; &quot;NÃO! É O SUPER-HOMEM!&quot;'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116680511911456985</id><published>2006-12-22T08:18:00.000-08:00</published><updated>2006-12-22T08:40:49.580-08:00</updated><title type='text'>O QUE OS AUTORES BRASILEIROS PODEM APRENDER COM OS QUADRINHOS DA EUROPA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/1600/162848/Magico_vento.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/6127/1965/320/955323/Magico_vento.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Muito da fama do Alan Moore e do Neil Gaiman se deve ao fato de serem autores que nasceram num país onde o idioma é o inglês e que escrevem nesse idioma. Esse simples fato contribuiu para que Moore, Gaiman&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;e outros roteiristas britânicos encontrassem trabalho nas duas maiores editoras de quadrinhos dos Estados Unidos, a Marvel e a DC. O Reino Unido pode não ter uma indústria de quadrinhos tão expressiva quanto a que existe nos Estados Unidos ou no Japão, mas tem como língua principal a mesma que é falada na maior potência econômica e militar do planeta. Há dois roteiristas que escrevem quadrinhos adultos e que são tão bons ou melhores que qualquer um dos roteiristas britânicos que trabalham para o mercado norte-americano: Giancarlo Berardi, o criador de &lt;i&gt;Ken Parker&lt;/i&gt;, e Gianfranco Manfredi, o criador de &lt;i&gt;Mágico Vento&lt;/i&gt;. No entanto, dificilmente você os verá sendo citados na lista dos dez melhores roteiristas de quadrinhos, porque a maioria das pessoas que participam dessas votações ignoram os quadrinhos europeus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;A Itália é um país com uma respeitável tradição nos quadrinhos. Tradição essa que inclui desde histórias com personagens Disney criadas por artistas locais, faroestes (cujo exemplo mais famoso é Tex, sucesso de público na Itália e no Brasil) e até obras de mestres do erotismo como Milo Manara e outros. No entanto, para boa parte da “imprensa especializada em quadrinhos”, a Itália e o resto da Europa continental parece não existir.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Por que isso acontece? A explicação é simples, porque essa parcela da nossa “crítica especializada” macaqueia a “crítica especializada” norte-americana. Infelizmente, para muita gente nos Estados Unidos, revista em quadrinhos é sinônimo de super-heróis ou de gêneros de fantasia afins como “ficção científica” ou “espada e magia”. Em suma, para eles, os gibis devem ter o mesmo tipo de temática dos videogames. Prova disso é que quase toda história em quadrinhos européia ou japonesa que se tornou mais conhecida nos estados Unidos possui elementos de ficção científica: Asterix é praticamente desconhecido nos Estados Unidos, mas o francês Moébius, por desenhar histórias de FC, tornou-se famoso o suficiente para desenhar uma história do Surfista Prateado escrita por Stan Lee; mangás sobre esportes são extremamente populares no Japão, mas o que tornou os mangás conhecidos nos Estados Unidos foram obras de FC como Akira, a famosa série criada por Katsuhiro Otomo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;É fácil entender porque as tentativas de se publicar os quadrinhos da Bonelli nos Estados Unidos fracassaram. Aventuras com heróis de carne e osso, sem superpoderes e criadas com base em forte pesquisa histórica e geográfica não atraem o leitor médio já viciado em super-heróis e mangás, para quem as revistas em quadrinhos devem estar recheadas de violência desnecessária, situações e personagens inverossímeis. Japão e Estados Unidos são as indústrias de quadrinhos mais “bitoladas” do mundo. Não é á toa que Asterix é bastante conhecido na maior parte da Europa enquanto permanece pouco conhecido no Japão e nos Estados Unidos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style=""&gt;     &lt;/span&gt;Também é comum certos críticos esnobarem quadrinhos que adotem uma narrativa ou diagramação convencionais. Para esses críticos, “tradicional” é sinônimo de “ultrapassado”. Na verdade, na maioria dos casos, “tradicional” é sinônimo de “funcional”. Na série Torpedo, dos espanhóis Bernet (desenhos) e Abuli (roteiro) vemos uma diagramação totalmente convencional, seis quadros por página, distribuídos em três tiras por página e a narrativa flui maravilhosamente bem. Os quadrinhos de Tex também se destacam pela diagramação convencional, o que talvez explique porque seu público é tão fiel, pois é uma série que não se deixou levar por “modismos”. Vários mestres da narrativa empregaram diagramações convencionais. Por outro lado, muitos quadrinhos de super-heróis para parecerem “moderninhos” abusam da “pirotecnia”, fazendo diagramações confusas que costumam afastar o leitor eventual dos quadrinhos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;!--[if !supportEmptyParas]--&gt; &lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116680511911456985?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116680511911456985/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116680511911456985' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116680511911456985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116680511911456985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/12/o-que-os-autores-brasileiros-podem.html' title='O QUE OS AUTORES BRASILEIROS PODEM APRENDER COM OS QUADRINHOS DA EUROPA'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116261145088256175</id><published>2006-11-03T19:17:00.000-08:00</published><updated>2006-11-03T19:47:49.210-08:00</updated><title type='text'>RESERVA DE MERCADO: A SALVAÇÃO DOS QUADRINHOS NACIONAIS?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/super-herois_brasileiros.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/super-herois_brasileiros.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; De tempos em tempos, aparece alguém para defender a reserva de mercado para os quadrinhos nacionais. Um certo deputado federal&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;chegou a elaborar um projeto que, em tese, iria obrigar as editoras brasileiras a publicarem 20% de quadrinhos nacionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Sou totalmente contra a idéia por várias razões. Em primeiro lugar, é uma forma de censura, de autoritarismo. Em segundo lugar, é uma medida puramente demagógica e xenófoba.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; A idéia é ingênua pois parte do pressuposto de que se pode mudar um mercado, ainda mais um mercado tão cheio de especificidades quanto&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;o dos quadrinhos, por decreto ou por lei. As coisas não funcionam assim. Mesmo que essa tal lei dos 20% passe a vigorar, não há garantias de que, caso ela seja aprovada, os donos das editoras passem a investir na produção de quadrinhos nacionais. Nada impede, por exemplo, que um dono de editora de quadrinhos prefira, em decorrência de uma lei como essa, deixar de lado a publicação de quadrinhos para investir em outros gêneros de publicações com retorno financeiro mais garantido (revistas sobre fofocas envolvendo atores e atrizes de novelas; publicações pornográficas; revistas sobre moda etc.). Também não impede que o dono da editora decida simplesmente mudar de ramo, por exemplo, fechar a editora para montar um bar ou lanchonete.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; O principal argumento usado pelos defensores da proposta é que a maioria dos editores prefere investir na publicação de material estrangeiro (em sua maioria, norte-americano ou japonês) porque é muito mais barato e menos arriscado do que investir na produção nacional. Sem dúvida. Mas as revistas em quadrinhos mais vendidas no Brasil são 100% brasileiras. Os gibis da Turma da Mônica produzidos pela equipe de Maurício de Sousa são os mais vendidos no país, superando por ampla vantagem todos os demais títulos publicados no Brasil (revistas Disney; super-heróis Marvel/DC; mangás...).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Outro argumento usado pelos defensores da proposta é que em paises como a Coréia do Sul foram adotadas políticas governamentais de incentivo à produção nacional de quadrinhos. No entanto, não mencionam, que um grande número de quadrinhos japoneses já foram pirateados na Coréia do Sul. A propósito, no Brasil já existiu reserva de mercado para a informática, que tinha o objetivo de “estimular a indústria nacional a desenvolver seus próprios programas de computador”. Na prática, estimulou apenas a pirataria e o contrabando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; No Brasil, não existe reserva de mercado para telenovelas. O SBT vive exibindo novelas mexicanas. O que não impede que a Rede Globo prefira investir na produção de suas próprias telenovelas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para que a produção nacional de quadrinhos se desenvolva no Brasil, precisamos melhorar a educação no país. O Brasil é um país onde grande parte da população é analfabeta funcional, o que reduz consideravelmente o mercado editorial como um todo. Esse fato também ajuda a explicar nossa escassez de roteiristas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; No caso dos quadrinhos de maior apelo comercial, não é mais possível criar personagens de quadrinhos sem pensar no licenciamento para outros tipos de produtos (brinquedos, camisetas, filmes...). A Marvel e a DC vendem direitos de adaptação dos seus super-heróis para os grandes estúdios de Hollywood. Os quadrinhos japoneses ganham adaptações para desenhos animados e videogames. O elefante Jotalhão aparece nas embalagens de extrato de tomate. Mas esse é um assunto para outro texto...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;P.S: Para ilustrar o post de hoje, inseri essa ilustração bacana do desenhista pernambucano Watson Portela, que mostra vários super-heróis dos quadrinhos nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-family:&amp;quot;;font-size:100%;"  &gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116261145088256175?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116261145088256175/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116261145088256175' title='5 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116261145088256175'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116261145088256175'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/11/reserva-de-mercado-salvao-dos.html' title='RESERVA DE MERCADO: A SALVAÇÃO DOS QUADRINHOS NACIONAIS?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-116174268479827670</id><published>2006-10-24T18:54:00.000-07:00</published><updated>2006-10-26T17:11:53.390-07:00</updated><title type='text'>PARA OS FÃS DA TROPA DOS LANTERNAS VERDES</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/GreenLantern.1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/GreenLantern.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas entrevistas que fiz por e-mail saíram no site do Fanboy (www.fanboy.com.br). A primeira com o Steve Englehart, roteirista de quadrinhos norte-americano que escreveu histórias de praticamente quase todos os principais super-heróis da Marvel e da DC. A outra com o Joe Staton, que desenhou várias histórias do Lanterna Verde (escritas pelo Englehart) e que atualmente desenha os quadrinhos do Scooby-Doo.&lt;br /&gt;Quem quiser ler as entrevistas basta clicar nos links abaixo:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.fanboy.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;amp;sid=583"&gt;http://www.fanboy.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;amp;sid=583&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.fanboy.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;amp;sid=613"&gt;&lt;br /&gt;http://www.fanboy.com.br/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;amp;sid=613&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-116174268479827670?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/116174268479827670/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=116174268479827670' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116174268479827670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/116174268479827670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/10/para-os-fs-da-tropa-dos-lanternas.html' title='PARA OS FÃS DA TROPA DOS LANTERNAS VERDES'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-115448288149979264</id><published>2006-08-01T18:07:00.000-07:00</published><updated>2006-08-01T18:41:21.573-07:00</updated><title type='text'>MAIS FALCÃO NOTURNO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/marvel_max_36.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/marvel_max_36.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/essential_spider-man_7.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/essential_spider-man_7.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Na minha modesta opinião, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Marvel Max&lt;/span&gt; é a melhor revista em quadrinhos publicada atualmente pela Panini. Isso apesar de eu ser um dos poucos leitores da revista que NÃO gostava da série &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Alias&lt;/span&gt;, escrita por Michael Brian Bendis e desenhada por Michael Gaydos (falarei mais disso em outra postagem). Como já comentei numa postagem anterior, o melhor da revista é a minissérie do Falcão Noturno, roteirizada por Daniel Way e desenhada por Steve Dillon. O ritmo e a narrativa da história lembram mais alguns quadrinhos japoneses do que outros quadrinhos norte-americanos: linguagem cinematográfica, texto enxuto, muita ação... Quanto aos desenhos, o estilo do Steve Dillon chega a lembrar o estilo do Dave Gibbons em Watchmen, ou seja, arte limpa, excelente caracterização, cenários realistas e imagens fortes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Estou aguardando com ansiedade o próximo número que deve chegar ás bancas no final deste mês. Enquanto não chega, reparem na homenagem que o Steve Dillon prestou a uma capa de um antigo gibi do Homem-Aranha, que foi reaproveitada numa coletânea do herói aracnídeo. Minha dúvida é se essa capa foi desenhada pelo John Romita Senior ou pelo Ross Andru.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-family: courier new; font-size: 100%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;úlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-115448288149979264?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/115448288149979264/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=115448288149979264' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115448288149979264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115448288149979264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/08/mais-falco-noturno.html' title='MAIS FALCÃO NOTURNO'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-115137339178731673</id><published>2006-06-26T18:19:00.000-07:00</published><updated>2006-06-26T19:02:40.443-07:00</updated><title type='text'>Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/mumia.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/mumia.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Nas décadas de 1970 e de 1980, várias editoras brasileiras pirateavam ilustrações tiradas de publicações importadas para usar em capas de revistas e até em álbuns de figurinhas. Como naquele tempo não havia Internet, só mesmo quem acompanhava as poucas publicações importadas então disponíveis em nossas livrarias percebia a picaretagem. A &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Bloch Editores&lt;/span&gt; foi a pior empresa que já publicou os quadrinhos Marvel no Brasil: tradução deplorável que descaracterizava os heróis (imagine todas as personagens usando gírias cariocas dos anos 1970); colorido péssimo (eles costumavam substituir as cores dos uniformes dos heróis e vilões por outras, na quadrinização de Guerra nas Estrelas, por exemplo, eles pintaram de amarelo a armadura do Darth Vader) e outras "porquices". Não bastasse tudo isso, o pessoal da Bloch também fazia uso indevido de ilustrações alheias.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Numa edição da revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Capitão Mistério&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,  os  "gênios "  da Bloch pegaram uma capa pintada pelo artista norte-americano &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Earl Norem&lt;/span&gt; para a revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Savage Sword of Conan &lt;/span&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;publicada pela Marvel. O Conan foi transformado na Múmia e a assinatura do Norem foi riscada. Felizmente, tempos depois a capa do Norem abrilhantou uma das edições da revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Espada Selvagem&lt;/span&gt; de Conan&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, publicada pela Abril. Dessa vez, publicada sem retoques e com a devida autorização da Marvel. A reprodução da capa da Capitão Mistério encontrei no Fanboy, um dos melhores sites nacionais sobre quadrinhos (www.fanboy.com.br).&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Conan20.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Conan20.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-size:100%;" &gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;úlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-family:&amp;quot;;font-size:130%;"  &gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-115137339178731673?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/115137339178731673/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=115137339178731673' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115137339178731673'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115137339178731673'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/qualquer-semelhana-no-mera-coincidncia.html' title='Qualquer semelhança NÃO é mera coincidência...'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-115084695738030051</id><published>2006-06-20T16:03:00.001-07:00</published><updated>2006-06-20T16:42:37.443-07:00</updated><title type='text'>Um grito ecoa no espaço: "SPAAAACE GHOOOST!" Mas como é possível escutar um grito no espaço se não existe ar lá?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/space_ghost.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/space_ghost.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Na década de 1960, um desenhista norte-americano esteve envolvido na criação de vários super-heróis que fizeram parte da infância de muita gente. Não, desta vez, não estou falando de Jack Kirby. Estou falando de Alex Toth, falecido recentemente, que trabalhou muitos anos como designer de personagens para os desenhos animados da Hanna-Barbera. Entre os heróis que Toth criou o visual estão: Homem-Pássaro, Herculóides, Poderoso Mightor e... Space Ghost.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A Panini acabou de lançar o primeiro número da minissérie em quadrinhos Space Ghost, baseada na famosa série de desenhos animados surgida em 1966, mas cujas reprises na TV aberta foram&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt; assistidas por quem foi criança nas décadas de 1970 e de 1980.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A exemplo de outros heróis da Hanna-Barbera, jamais foi mostrada no desenho a origem do herói. Aliás, Space Ghost era tão misterioso que ele jamais havia aparecido sem a máscara.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Na minissérie em quadrinhos, Joe Kelly criou uma origem para o herói e o artista Ariel Olivetti mostra pela primeira vez o rosto por trás da máscara. A arte de pintada de Olivetti não tem o mesmo charme da arte de Toth e nem chega ao mesmo nível das pinturas de Alex Ross, que produziu as belísimas capas da minissérie. Não estou dizendo que Olivetti é um mau artista. Pelo contrário, ele é um ótimo artista.Mas quando pensamos numa minissérie estrelada por um herói criado por Alex Toth e com capas de Alex Ross, as comparações são inevitáveis. Mas é como comparar um ótimo jogador de futebol a Pelé... O ponto alto de Olivetti são os alienígenas que ele desenhou para a história, que chegam a lembrar os quadrinhos da Legião Alien, publicados na saudosa revista Epic Marvel, que a Abril lançou em meados dos anos 1980.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A história é cheia de clichês, mas é divertida. Aliás, clichês são algo bem apropriado para um herói tão retrõ quanto é Space-Ghost. O problema é que cada fã devia ter imaginado sua própria versão da origem do "Fantasma do espaço". Por falar em fantasma, o Space-Ghost lembrava o Fantasma (Phantom) de Lee Falk. Talvez, tivesse sido mais interessante se a minissérie jamais tivesse mostrado o rosto do herói sem a máscara, mostrando-o apenas de costas ou oculto pelas sombras. Ou então, mesmo que mostrasse o rosto, não mostrasse os olhos, cobrindo-os com óculos escuros ou coisa parecida.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No geral, o gibi funciona bem. O único problema é que o último quadrinho do primeiro capítulo mostra o capuz do herói um pouco diferente do visual clássico, deixando-o mais parecido com o Hooded Justice dos Minutemen.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Space_Ghost2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Space_Ghost2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=";font-family:&amp;quot;;font-size:12;"  &gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; font-family: &amp;quot;Courier New&amp;quot;;"&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-115084695738030051?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/115084695738030051/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=115084695738030051' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115084695738030051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115084695738030051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/um-grito-ecoa-no-espao-spaaaace.html' title='Um grito ecoa no espaço: &quot;SPAAAACE GHOOOST!&quot; Mas como é possível escutar um grito no espaço se não existe ar lá?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-115041638524003739</id><published>2006-06-15T16:40:00.000-07:00</published><updated>2006-06-17T18:06:41.293-07:00</updated><title type='text'>MARVEL, DC ... e EBAL!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Les_Daniels1.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Les_Daniels1.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Les_Daniels2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Les_Daniels2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O americano Les Daniels é autor de um livro sobre a história da DC, intitulado &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;DC Comics:Sixty Years of the World’s Favorite Comic Book Heroes&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,  e outro sobre a Marvel, intitulado Title: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Marvel: Five Fabulous Decades of the World's Greatest Comics, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;ambos lançados em 1995. &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ebal_selo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ebal_selo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Talvez, agora que o mercado editorial brasileiro está descobrindo o nicho dos livros teóricos sobre quadrinhos, a gente tenha a sorte de ver um livro semelhante aos dois citados para contar a história de uma editora brasileira que marcou época: a EBAL (Editora Brasil-América Limitada), fundada pelo pioneiro Adolfo Aizen. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Para quem quer saber mais a respeito da EBAL e tiver tempo disponível, dia 20 de junho de 2006 &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="txtarial8ptgray1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;às 14h30, &lt;span style="font-family: courier new;"&gt;na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;font-family:arial;" &gt;&lt;span class="txtarial8ptgray1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, o jornalista Rodrigo Arco e Flexa defenderá sua dissertaçãode mestrado, cujo tema é a história da EBAL. A defesa ocorrerá na &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family: courier new;" class="txtarial8ptgray1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;sala do CTA (Conselho Técnico e Administrativo), ao lado da  diretoria da ECA (prédio principal da escola). O endereço é :&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;" class="tittextonormal1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443. Cidade Universitária. CEP &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;05508-900, &lt;/span&gt;&lt;span class="tittextonormal1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;São Paulo-SP. A banca&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: courier new;"&gt;examinadora&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family: courier new;"&gt;será formada&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;pelas  professoras &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Dulcília Helena Schroeder Buitoni (orientadora),  Sonia Bibe Luyten e pelo professor  Waldomiro Vergueiro. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span class="tittextonormal1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:'Courier New';" &gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eis aqui as informações fornecidas pelo próprio Rodrigo a respeito da dissertação dele: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;   &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;        &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.65pt 0pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.65pt 0pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"&gt;&lt;span style=""&gt;“&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;SUPER-HERÓIS DA EBAL – &lt;i style=""&gt;A publicação nacional dos personagens dos ‘comic books’ dos EUA pela Editora Brasil-América (EBAL), décadas de 1960 e 70”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="MquinadeescreverHTML3"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm -4.55pt 0pt 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;RESUMO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Estudo sobre a publicação nacional dos super-heróis dos &lt;i style=""&gt;comic books&lt;/i&gt; dos EUA pela Editora Brasil-América (EBAL) entre meados dos anos 60 e 70. Para tanto, será traçado um panorama histórico, acrescido das coordenadas teóricas que norteiam a análise da iconografia dessas revistas. Houve uma extensa pesquisa iconográfica focalizada nas edições da EBAL, além de levantamento de histórias em quadrinhos de outras editoras e épocas. Mesmo sendo um produto típico da indústria cultural do século 20, as histórias em quadrinhos apresentam inflexões que permitem relacionar arte, cultura, sociedade e imaginário. O estudo inclui ainda entrevistas com leitores da EBAL.&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;    &lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/a_morte_de_batman.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/a_morte_de_batman.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:'Courier New';"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Vamos torcer para que essa dissertação seja publicada por alguma boa editora e lançada em nossas livrarias. Quem quer conhecer mais ou matar saudades da EBAL pode aproveitar e visitar o seguinte blog dedicado aos quadrinhos publicados pela editora: http://ebal.blogspot.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Editora Con&lt;/span&gt;texto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;   &lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-115041638524003739?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/115041638524003739/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=115041638524003739' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115041638524003739'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115041638524003739'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/marvel-dc-e-ebal.html' title='MARVEL, DC ... e EBAL!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-115006212329272798</id><published>2006-06-11T13:49:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T15:34:55.646-07:00</updated><title type='text'>MARCOS TETELLI: Um desenhista que ainda precisa ser descoberto</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Ravage32pg18.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Ravage32pg18.1.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Em meados de 1989, conheci &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Marcos Tetelli&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; numa escola de desenho em São Bernardo do Campo. Na época, eu tinha quinze anos, o Tetelli um pouco mais que isso. Quem dava aulas lá era um tal de João Costa, que já havia publicado uns trabalhos pela extinta Press Editorial (que publicava gibis de terror e pornôs) e feito a arte-final de alguns quadrinhos infantis para a Abril. O Tetelli já chamava a atenção pelos seus desenhos. Ele era muito fã da arte do John Byrne, que era um desenhista extremamente popular na época,principalmente pela fase em que desenhou os X-Men (com arte-final do Terry Austin). Apesar disso, seus primeiros desenhos lembravam muito os do Pat Broderick (que desenhou histórias do Nuclear para a DC e do Capitão Mar-Vell para a Marvel). Com o tempo, o Tetelli começou a buscar referências em outros artistas de técnica mais apurada: Neal Adams, José Luiz García-López, Esteban Maroto, John Buscema... O resultado não poderia ser outro: seus desenhos ficaram ainda melhores. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Mais ou menos como Jerry Siegel e Joe Shuster, os ingênuos criadores do Super-Homem, formamos uma parceria, tentando produzir quadrinhos juntos. Eu roteirizava e desenhava, o Tetelli finalizava. Ou melhor, ele redesenhava o meu trabalho: ele era capaz de transformar um simples esboço num desenho melhor e totalmente diferente. Acrescentava detalhes, corrigia falhas de anatomia.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Ravage32pg20.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Ravage32pg20.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O sonho dele era desenhar super-heróis para o mercado norte-americano.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em parte, ele realizou esse sonho. Por meio do estúdio &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Art &amp; Comics&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que agencia desenhistas brasileiros para trabalharem para as editoras norte-americanas, ele chegou a desenhar páginas de uma história do &lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Homem de Ferro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que foi publicada, e , com arte-final de Greg Adams, os dois últimos números do &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Ravage&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,  o herói criado por &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Stan Lee&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; para o Universo 2099 (as duas imagens que aparecem aqui foram tiradas de uma dessas edições e estão disponíveis no &lt;span style="font-style: italic;"&gt;site &lt;/span&gt;www.comicartfans.com). Além disso, ele também ajudou o &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Manny Clark&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (nome artístico adotado pelo brasileiro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Manoel Flor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;) a cumprir prazos para editoras como a Continuity (cujo dono é nada mais, nada menos que Neal Adams) e desenhou alguns livros de RPG (&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Role Playing Game&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;).&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;No entanto, infelizmente, o Tetelli nunca conseguiu um trabalho regular com desenho, e jamais pôde largar o seu emprego de bancário para se dedicar exclusivamente aos quadrinhos e à ilustração. Ele está certo. Por que correr o risco de trocar o certo pelo incerto? Quem sabe um dia a gente possa ter a sorte de encontrar a arte do Tetelli regularmente nas bancas?&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Editora Con&lt;/span&gt;texto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-115006212329272798?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/115006212329272798/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=115006212329272798' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115006212329272798'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/115006212329272798'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/marcos-tetelli-um-desenhista-que-ainda.html' title='MARCOS TETELLI: Um desenhista que ainda precisa ser descoberto'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-114998237857767805</id><published>2006-06-10T15:31:00.000-07:00</published><updated>2006-06-11T08:10:37.323-07:00</updated><title type='text'>THUNDARR, ARIEL, OOKLA!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ThundarrRides.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ThundarrRides.png" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nos anos 1980, desenhos animados com heróis de cabelos compridos e armados de espadas mágicas estavam na moda. A produtora Filmation tinha &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;He-Man&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, a concorrente Rankin-Bass tinha os &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Thundercats&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, a Hanna-Barbera tinha &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Galtar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e a produtora Ruby-Spears tinha &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Thundarr, o bárbaro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Joe Ruby&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Ken Spears&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; começaram trabalhando como roteiristas para os estúdios Hanna-Barbera, onde criaram séries como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Scooby-Doo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Dinamite, o Bionicão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Depois, a dupla resolveu montar sua própria produtora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Entre as séries de desenhos animados produzidos pela Ruby-Spears estavam &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Bicudo, o lobizomem&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Homem-Elástico&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (nos quadrinhos, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Homem-Borracha&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, criação de Jack Cole) e outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Thundarr era uma série de desenhos-animados com elementos tirados de vários filmes e gibis, especialmente a série &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Planeta dos Macacos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Kamandi&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, o herói criado pelo "rei" &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Jack Kirby&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; para a DC. O próprio Thundarr lembrava outro famoso bárbaro da ficção em sua truculência: Conan. Seu amigo Ookla (o nome era um trocadilho com "UCLA", a famosa Universidade da Califórnia) lembrava demais o Chewbacca de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Guerra nas Estrelas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; ("traduzindo" para as platéias de hoje: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Star Wars&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Um dos criadores da série foi o roteirista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Steve Gerber&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que escreveu gibis do Homem-Coisa e de Howard, o Pato para a Marvel. Entre os designers da série estavam dois gigantes dos quadrinhos : Jack Kirby e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Alex&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Toth&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Thundarr.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Thundarr.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/trio.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/trio.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ariel2.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ariel2.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Kirby criou o visual de Gemini, um vilão recorrente na série, enquanto Toth criou o visual das personagens principais, inclusive da bela feiticeira Ariel, que aqui aparece de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;topless, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;em originais leiloados pela Internet (claro que ela nunca apareceu assim nos desenhos da TV, para infelicidade dos moleques que acompanharam a série na época). Toth desenhou gibis do Zorro (baseados na série de TV produzida pela Disney) para a Wertern Publishing Company e criou o visual de vários desenhos da Hanna-Barbera nos anos 1960, dentre os quais, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Scooby-Doo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Herculóides&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Space Ghost&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Homem-Pássaro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Sansão e Golias&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Poderoso Mightor&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e muitos outros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Toth faleceu recentemente e seu estilo vai deixar saudades. Se existe um artista que pode ser considerado o sucessor de Toth é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Bruce Timm&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, o responsável pelo design de séries de desenhos animados da Warner como &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Liga da Justiça&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Batman do Futuro&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ariel1.0.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ariel1.0.gif" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Editora Con&lt;/span&gt;texto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-114998237857767805?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/114998237857767805/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=114998237857767805' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114998237857767805'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114998237857767805'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/thundarr-ariel-ookla.html' title='THUNDARR, ARIEL, OOKLA!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-114973286324840576</id><published>2006-06-07T19:07:00.000-07:00</published><updated>2006-06-10T15:30:36.023-07:00</updated><title type='text'>MAURICIO DE SOUSA: "DISNEY BRASILEIRO"?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/QUADRO_QUADROmauricio.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/QUADRO_QUADROmauricio.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;É comum chamarmos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mauricio de Sousa&lt;/span&gt; de o "Disney brasileiro". Até um certo ponto, isso é verdade. Mas se compararmos as carreiras dos dois, perceberemos grandes diferenças. Em primeiro lugar, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Walt&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Disney&lt;/span&gt; não trabalhava com quadrinhos. Ele era um produtor de desenhos animados, cujas criações foram licenciadas para editoras de quadrinhos. Por isso, quando criou o Tio Patinhas, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carl Barks&lt;/span&gt; trabalhava para a editora &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Western Publishing Company&lt;/span&gt; e não para a Walt Disney Productions. Mauricio também montou um estúdio de desenhos animados, mas ele começou sua carreira nos quadrinhos e o seu estúdio dedica-se principalmente à produção de gibis. Eis a diferença: o universo Disney surgiu nos desenhos animados e foi adaptado para os quadrinhos, o universo da turma da Mônica é justamente o contrário, surgiu nos quadrinhos e foi adaptado para desenhos animados.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A carreira de Mauricio tem mais em comum com a de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Charlie Schulz&lt;/span&gt;, o criador de Snoopy, Charlie Brown e companhia. Ambos criaram personagens para tiras de jornais que se tornaram um sucesso, são publicadas ainda hoje e cujas criações são licenciadas para aparecerem em diversos produtos.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Também tem muito em comum com a carreira de&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Stan Lee&lt;/span&gt;. Tanto Mauricio quanto Lee estiveram envolvidos na criação de personagens que alteraram o mercados de revistas em quadrinhos em seus respectivos países. Nos Estados Unidos,os super-heróis da editora de Stan Lee, a Marvel, acabaram ultrapassando em vendas os gibis de super-heróis da sua principal concorrente, a DC. Da mesma forma, no Brasil, os gibis de Mauricio acabaram ultrapassando em vendas os gibis da linha Disney.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Portanto, "Schulz brasileiro" ou "Stan Lee brasileiro" são, talvez, descrições mais adequadas do que o rótulo "Disney brasileiro".&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Falando nisso... Já era hora de alguém lançar um livro sobre a carreira de Mauricio de Sousa. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sidney Gusman&lt;/span&gt;, editor do site &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Universo HQ&lt;/span&gt; e da edição brasileira da revista &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Wizard&lt;/span&gt;, recentemente lançou pela Editora Globo o livro &lt;i&gt;Mauricio: Quadrinho a quadrinho&lt;/i&gt;. Trata-se de uma obra que além de contar o início da carreira de Mauricio, também apresenta uma lista dos quadrinhos favoritos do criador de Bidu e companhia. Na lista, aparecem tanto quadrinhos que marcaram a infância e a adolescência de Mauricio quanto obras de autores mais recentes do Brasil e do exterior. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Creio que uma das razões para o sucesso de Mauricio é que embora ele esteja longe de ser um desenhista excepcional (qualquer um dos desenhistas de sua equipe o supera em técnica), o pai da Mônica possui um talento raro no cenário dos quadrinhos brasileiros: é um bom roteirista. Mesmo antes de suas histórias passarem a ser criadas por outros roteiristas, Mauricio já criava histórias engraçadas e personagens carismáticas: Bidu, Cebolinha, Astronauta, Piteco, Horácio, Penadinho, Chico Bento, Tina, Rolo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;    Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-114973286324840576?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/114973286324840576/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=114973286324840576' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114973286324840576'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114973286324840576'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/mauricio-de-sousa-disney-brasileiro.html' title='MAURICIO DE SOUSA: &quot;DISNEY BRASILEIRO&quot;?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-114947927570029105</id><published>2006-06-04T20:04:00.000-07:00</published><updated>2006-06-07T07:46:14.286-07:00</updated><title type='text'>MARVEL MAX: Gotham city é "fichinha" perto da Chicago onde vive o Falcão Noturno</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/nighthawk.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/nighthawk.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Quando eu tinha uns sete, oito anos, meus quadrinhos favoritos eram os da turma da Mônica. Depois, acabei me interessando mais por coisas como MAD e Asterix. Quando era adolescente,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;meus quadrinhos favoritos passaram a ser os de super-heróis Marvel/DC. Hoje, prefiro ler um bom quadrinho de faroeste italiano (exemplo: Mágico Vento) ou um "livro de verdade". Ainda leio um ou outro gibi de super-heróis, mas não tenho mais paciência para ler sagas intermináveis. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Recentemente, acabei descobrindo &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Marvel Max&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, um dos títulos publicados pela Panini. Trata-se de uma revista mensal que reune histórias publicadas pelo selo MAX, a linha de histórias "adultas" da Marvel. Que fique bem claro: o que os caras entendem por quadrinhos adultos é rechear as histórias com uma média de dois ou mais palavrões por quadrinho e várias cenas de violência gratuita. Sexo? nenhum ou muito pouco! Não entendo esse puritanismo de parte da sociedade norte-americana que acha a violência mais aceitável do que sexo. Prefiro ver belas mulheres nuas ou seminuas em poses sedutoras do que marmanjos se afogando em poças de sangue.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Em todo caso, vou comentar uma das séries publicadas nessa revista. Trata-se de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Falcão Noturno&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (N&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;ighthawk&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;), cuja premissa pode ser resumida na seguinte frase: "O que aconteceria se o Batman fosse negro ou afro-americano?". O sangue também jorra nos quadrinhos dessa série, mas pelo menos tudo acontece dentro de um contexto. O roteiro e a arte enxutas da dupla Daniel Way( roteirista) e Steve Dillon (desenhista) se combinam para produzir uma narrativa que flui de modo semelhante a um filme. Chega a lembrar os mangás com textos curtos e poucos quadros por página, com a ação sendo mais mostrada do que descrita, mas combinado com a influência de Watchmen. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A história se passa em Chicago, que no gibi lembra bastante São Paulo, especialmente a "Cracolândia". Vale pela abordagem realista ou quase realista de problemas como drogas, racismo e corrupção. Ah, já ia me esquecendo, o vilão é um farmacêutico psicótico que se transforma no Whiteface, uma espécie de Coringa. Repare no número da besta, 666, nos balões de aniversário na festinha "animada" pelo tal palhaço...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b  style="font-family:courier new;"&gt;    Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/whiteface.jpg"&gt;&lt;b face="courier new"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/whiteface.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-114947927570029105?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/114947927570029105/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=114947927570029105' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114947927570029105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114947927570029105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/06/marvel-max-gotham-city-fichinha-perto.html' title='MARVEL MAX: Gotham city é &quot;fichinha&quot; perto da Chicago onde vive o Falcão Noturno'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-114205051587591434</id><published>2006-03-10T19:23:00.000-08:00</published><updated>2006-03-10T20:24:21.380-08:00</updated><title type='text'>O MELHOR DA DISNEY É O MELHOR DE BARKS!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/o_melhor_da_disney.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/o_melhor_da_disney.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="font-family: courier new;"&gt;   A série &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic; font-family: courier new;"&gt;O melhor da Disney - As Obras Completas de Carl Barks&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; é um dos melhores lançamentos que o mercado nacional de quadrinhos teve nos últimos anos. Nessa série podemos acompanhar a evolução e o amadurecimento do trabalho de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt; Carl Barks&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, o artista norte-americano que durante pouco mais de vinte anos escreveu e desenhou anonimamente as histórias em quadrinhos do Pato Donald publicadas pela editora Western Publishing Company.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;    Barks criou alguns dos mais expressivos personagens Disney: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Tio Patinhas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Gastão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Professor Pardal&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Irmãos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Metralha &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Maga Patalógica&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;. Seus roteiros eram engenhosos e os cenários de várias de suas histórias eram baseados em fotografias publicadas na revista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;National Geographic&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;. Extremamente perfeccionista e disciplinado, Barks trabalhava isolado em sua fazenda, longe da agitação das cidades grandes, e costumava consultar a Enciclopédia Britânica para buscar inspiração para suas histórias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;A reedição de suas histórias pela Abril é enriquecida por textos introdutórios que fornecem maiores informações a respeito dos bastidores e da época em que as histórias forma publicadas. Esses textos são de autoria do jornalista &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Marcelo Alencar&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, veterano editor de quadrinhos na Abril com base no trabalho de pesquisa da dupla &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Paulo Maffia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Roberto Elísio dos Santo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;s, autor do livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Para reler os quadrinhos Disney&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;    Infelizmente, os quadrinhos Disney caíram muito de popularidade no Brasil. No passado, as vendagens da revista O Pato Donald, a primeira lançada pela Abril, ajudaram a sustentar a Veja, revista que no início teve baixas vendagens, mas foi mantida por razões políticas: para fazer oposição ao Regime Militar. Em parte, essa queda na popularidade dos quadrinhos Disney se deveu ao aumento na popularidade dos gibis de Maurício de Sousa. À primeira vista, isso pode ser interpretado como uma vitória para os quadrinhos nacionais. No entanto, se fizermos uma análise mais aprofundada, a queda na popularidade dos quadrinhos Disney foi prejudicial ao mercado nacional de quadrinhos. Em primeiro lugar, porque  acabou significando demissões em massa na Abril Jovem. Exemplo disso é o fato de a Abril ter fechado o seu estúdio de quadrinhos, que também produzia histórias com personagens Disney. Resgatar a popularidade dos quadrinhos Disney é essencial para que o Brasil tenha um mercado de quadrinhos saudável. Para isso, a Abril deve bolar estratégias de campanha para vencer as campanhas difamatórias que foram feitas contra a marca Disney. Estou me referindo aos marxistas dogmáticos que leram o livro &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Para ler o Pato Donald&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;, escrito por uma dupla de sociólogos chilenos que chegou a adulterar falas de balões das histórias para reforçar a tese deles, e aos fanáticos religiosos que ficam vendo mensagens subliminares satanistas em qualquer coisa que tenha a marca Disney.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-114205051587591434?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/114205051587591434/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=114205051587591434' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114205051587591434'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/114205051587591434'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/03/o-melhor-da-disney-o-melhor-de-barks.html' title='O MELHOR DA DISNEY É O MELHOR DE BARKS!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113961343001176221</id><published>2006-02-10T15:11:00.000-08:00</published><updated>2006-02-10T15:17:10.023-08:00</updated><title type='text'>MAIS ESBOÇOS ou MAIS ACHADOS ARQUEOLÓGICOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Lord_Power.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Lord_Power.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Aqui vemos uma reprodução de uma folha amarelada pelo tempo e cheia de esboços e rabiscos meus. O sujeito mascarado é o Lord Power, um supervilão que criei em 1992 quando ainda estava no último ano do curso técnico de Publicidade. No começo, ele era apenas um tipo de “Super-Homem do Mal”, com um uniforme negro e uma barba por fazer, no estilo Mickey Rourke. Neste esboço que fiz por volta de 1997, eu acrescentei uma máscara que nem a do Spirit ao seu uniforme. Também vemos uma garota cujo decote desafiava a rígida moral da Europa medieval e a lei da gravidade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113961343001176221?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113961343001176221/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113961343001176221' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113961343001176221'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113961343001176221'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/02/mais-esboos-ou-mais-achados.html' title='MAIS ESBOÇOS ou MAIS ACHADOS ARQUEOLÓGICOS'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113866766355600585</id><published>2006-01-30T16:19:00.000-08:00</published><updated>2006-01-30T16:34:23.570-08:00</updated><title type='text'>WHO WATCHES THE WATCHMEN?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Watchmen.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Watchmen.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não me lembro exatamente quando fiz estes esboços, mas, com certeza, foi em fins dos anos 90. Aqui vemos minha versão dos Watchmen e uma garota meio Image Comics.Eles foram postados primeiro no Fotolog.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113866766355600585?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113866766355600585/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113866766355600585' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113866766355600585'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113866766355600585'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/01/who-watches-watchmen.html' title='WHO WATCHES THE WATCHMEN?'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113779601853121085</id><published>2006-01-20T13:19:00.000-08:00</published><updated>2006-01-20T14:29:51.940-08:00</updated><title type='text'>AVENTURAS NO PLANETA DOS MACACOS ou "OS MALDITOS FANÁTICOS CONSEGUIRAM ACABAR COM TUDO!"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/milo2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/milo2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Carl Barks, o brilhante roteirista e desenhista que criou Tio Patinhas e outras personagens dos quadrinhos Disney, recebeu o apelido de "o Homem dos Patos". De modo semelhante, o artista Mike McColm poderia receber o apelido de "o Homem dos Macacos". Não se espante se você nunca ouviu falar dele antes. McColm vive na Escócia e alguns de seus trabalhos foram publicados no fanzine britânico &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Simian Scrolls&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;todo dedicado ao universo do Planeta dos Macacos. O que mais chama a atenção em seus trabalhos é a qualidade dos roteiros, bastante fiéis ao filme original, às quatro continuações e à série de TV lançada em 1974, tanto no espírito das histórias, quanto na caracterização das personagens. Sua arte é irregular, em alguns momentos ela é amadorística, mas no geral ela é eficaz. Em outros momentos, seus estilo lembra o de Bill Reinhold, o artista que desenhava as histórias do Badger publicadas pela extinta First Comics. É possível perceber que o artista trabalha usando fotografias dos atores e de cenas dos filmes como referência para as personagens e para os cenários. McColm domina bem a narrativa e seus roteiros atestam que ele pesquisou cuidadosamente a cronologia do universo onde se passam os filmes.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dois de seus trabalhos estão disponíveis na Internet. Um é a história &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Riders from the World´s End&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que serve de gancho entre os filmes &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;A volta ao Planeta dos Macacos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Fuga do Planeta dos Macacos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. Essa história pode ser encontrada no endereço: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://www.goingfaster.com/icarus/mccolmrider.htm"&gt;http://www.goingfaster.com/icarus/mccolmrider.htm&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/rty19.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/rty19.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O outro é  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:courier new;" &gt;Return to Yesterday&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que conta qual foi o destino dos astronautas Alan e Pete (que jamais foi mostrado, pois a série de TV teve apenas 15 episódios). Nessa história dramática, McColm consegue conciliar a cronologia da série de TV com a cronologia dos filmes originais. O final segue a tradição dos filmes. Ou seja, nada de "eles viveram felizes para sempre". Também aparece na trama a astronauta Verina, que fez uma única aparição na revista em quadrinhos publicada pela Marvel. Vale a pena conferir, pois o roteiro é bastante superior à média dos gibis que encontramos hoje nas bancas. Na verdade, a história escrita por McColm renderia um filme bem mais interessante do que o remake de Tim Burton. Para quem quiser conferir, a história pode ser encontrada no seguinte endereço: &lt;/span&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://potatv.kassidyrae.com/yesterday.html"&gt;http://potatv.kassidyrae.com/yesterday.html&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;Curiosamente, McColm não é um internauta assíduo, ele afirma que navegar na web serve apenas para desviá-lo da sua atividade de criar quadrinhos. Ele prefere ficar na prancheta desenhando. Talvez, esse seja um bom conselho para outros artistas seguirem.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113779601853121085?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113779601853121085/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113779601853121085' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113779601853121085'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113779601853121085'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/01/aventuras-no-planeta-dos-macacos-ou-os.html' title='AVENTURAS NO PLANETA DOS MACACOS ou &quot;OS MALDITOS FANÁTICOS CONSEGUIRAM ACABAR COM TUDO!&quot;'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113736395972538574</id><published>2006-01-15T14:09:00.000-08:00</published><updated>2006-01-15T14:25:59.746-08:00</updated><title type='text'>EU, ROBÔ?!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/robo.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/robo.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Hoje estou postando outro desenho meu que apareceu no Fotolog. Resolvi postá-lo por causa de uma revista que comprei na banca semana passada, uma edição especial da &lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Scientific American&lt;/span&gt; dedicada ao escritor de ficção científica &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Isaac Asimov&lt;/span&gt;, autor de várias histórias sobre robôs, dentre as quais, &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;O homem bicentenário&lt;/span&gt;, que inspirou o filme homônimo.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;    Este é um robô que rabisquei de brincadeira no meio de uma aula quando estava na faculdade e que estava perdido no meio de uma avalanche de esboços. O Rubens é quem achou esse desenho e teve a idéia de escaneá-lo e de colocar um fundo negro para destacá-lo (tinha uma porrada de outros esboços e rabiscos espalhados na folha onde estava o robô). Dá pra perceber pelo design do robô que gosto daqueles filmes de ficção científica da década de 1950. Por mais paradoxal que isso possa ser, acho que não existe nada que pareça mais alienígena ou futurista do que máquinas com visual retrô.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113736395972538574?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113736395972538574/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113736395972538574' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113736395972538574'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113736395972538574'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/01/eu-rob.html' title='EU, ROBÔ?!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113667480878752324</id><published>2006-01-07T14:04:00.000-08:00</published><updated>2006-01-08T11:11:02.780-08:00</updated><title type='text'>UM TRISTE DESTINO PARA A HUMANIDADE ou "ESTÁ UMA DELÍCIA! VOCÊ QUER MAIS UM PEDAÇO?"</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/kripta29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/kripta29.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Nunca me esqueci da primeira vez que li &lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Kripta&lt;/span&gt;. Minha irmã adorava filmes de terror. Certa vez, ela pegou emprestado  dois exemplares da Kripta. Um deles, o número &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;29&lt;/span&gt;, trazia uma garota montada nas costas de um monstro. A imagem da capa que estou postando encontrei no Arremate, aquele site que promove vendas e leilões pela Internet.A primeira história era impressionante. Se passava num futuro não muito distante, no qual Nova Jérsei estava em ruínas e era habitada por humanos selvagens que andavam seminus. Não, não era o Planeta dos Macacos. O roteirista havia imaginado um futuro muito PIOR para a humanidade. &lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Nessa história, quem dominava a Terra era uma raça de origem alienígena, com aparência monstruosa: gigantes de três metros com traços de gorila e de réptil. Usavam roupas, eram inteligentes, detinham tecnologia superior à nossa e ...comiam CARNE HUMANA! Os humanos domésticos eram criados e engordados em matadouros e a carne humana era uma iguaria apreciada em TODA A GALÁXIA!&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt; As personagens principais eram uma garota que nasceu num desses matadouros e um monstro que trabalhava lá como psicólogo de animais, no caso, animais humanos. A garota não tinha amigos entre os outros humanos e via no psicólogo monstro uma figura paternal. Comovido, o monstro resolve salvar a vida da garota e deixá-la nas ruínas de Nova Jérsei, onde vivem os humanos selvagens. A dupla é atacada pelos humanos selvagens e ao se defender, o psicólogo aproveita para "fazer uma boquinha", devorando um dos humanos. Eles são encontradas pelas autoridades. A garota acaba indo para a panela... LITERALMENTE! No final, ela é servida numa bandeja, num almoço do qual participam o psicólogo que pretendia salvá-la e o chefe dele.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:Verdana,Arial,Helvetica;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A história não mostra como ou quando os monstros dominaram a Terra. Terá sido uma invasão? Ou eles já encontraram a Terra devastada por uma guerra nuclear? Fica o mistério.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Eerie90.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Eerie90.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Essa história foi publicada originalmente no número 90 da revista&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;font-family:courier new;" &gt;Eerie&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (fevereiro de 1978). Foi escrita por Bob Toomey e desenhada pelo espanhol  José Ortiz. O título original&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:Verdana,Arial,Helvetica;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;The Fianchetto Affair Or: A Matter Of Great Delicacy&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:Verdana,Arial,Helvetica;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:Verdana,Arial,Helvetica;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Se você ficou impressionado com essa história, imagine eu , que tinha apenas uns nove anos quando a li pela primeira vez. A história faz a gente pensar nos direitos dos animais, na arrogância da espécie humana e quase te convence a virar vegetariano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:Verdana,Arial,Helvetica;" &gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113667480878752324?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113667480878752324/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113667480878752324' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113667480878752324'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113667480878752324'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/01/um-triste-destino-para-humanidade-ou.html' title='UM TRISTE DESTINO PARA A HUMANIDADE ou &quot;ESTÁ UMA DELÍCIA! VOCÊ QUER MAIS UM PEDAÇO?&quot;'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113647078266944921</id><published>2006-01-05T06:12:00.000-08:00</published><updated>2006-01-05T06:19:42.680-08:00</updated><title type='text'>SHOW DE HORRORES ou DIGA-ME COM QUEM ANDAS...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/auto-retrato.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/auto-retrato.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um desenho meu que apareceu primeiro no Fotolog. Este é um auto-retrato que fiz em 1999, quando ainda NÃO usava lentes de contato. Pra variar, o Rubens foi o colorista. Originalmente, este era pra ser o desenho de abertura de um outro site que acabou não saindo. No desenho, ao meu redor, vemos algumas das criaturas que povoam minha mente doentia e perturbada me assombrando.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113647078266944921?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113647078266944921/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113647078266944921' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113647078266944921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113647078266944921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2006/01/show-de-horrores-ou-diga-me-com-quem.html' title='SHOW DE HORRORES ou DIGA-ME COM QUEM ANDAS...'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113604909476501949</id><published>2005-12-31T09:08:00.000-08:00</published><updated>2006-01-06T20:40:13.170-08:00</updated><title type='text'>SANTA ESCÓCIA! MORT WEISINGER, O EDITOR QUE REFORMULOU O SUPER-HOMEM</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Kryptonita.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Kryptonita.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="font-family: courier new;font-family:courier new;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; Nem só de roteiristas&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt; e desenhistas dependem os quadrinhos. Bons editores também são vitais para que as revistas continuem atraindo leitores. Nos Estados Unidos, entre os editores que contribuíram para a consolidação do mercado de revistas em quadrinhos podemos destacar Stan Lee,Julius Schwartz e Mort Weisinger. Hoje, estou postando uma biografia desse último, que escrevi originalmente como um verbete para uma enciclopédia &lt;i&gt;on line&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;font-family:courier new;"  class="MsoNormal"&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style=""&gt;WEISINGER, &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;Mort (1915-1978)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Editor e argumentista que foi o principal responsável &lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;durante sua estada na DC Comics pela introdução de novos conceitos e personagens nos gibis do Super-Homem: &lt;b&gt;Supermoça&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;Krypto, o Supercão&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;Bizarro&lt;/b&gt;; a &lt;b&gt;Fortaleza da&lt;/b&gt; &lt;b&gt;Solidão&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;os vilões da Zona Fantasma&lt;/b&gt;; a &lt;b&gt;kryptonita vermelha&lt;/b&gt; (que conseguia trazer problemas ainda maiores do que os causados pela kryptonita verde, pois seus efeitos no herói eram imprevisíveis); &lt;b&gt;a cidade engarrafada de Kandor&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;entre outras inovações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;Weisinger era fã de ficção científica desde a adolescência durante a qual, junto com o amigo &lt;b&gt;Julius Schwartz&lt;/b&gt;, participou de fanzines dedicados ao gênero. A partir dos dezoito anos, começou a escrever histórias para diversos&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style=""&gt;pulps&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt;, revistas impressas em papel barato que publicavam contos de aventura, ficção científica e outros gêneros&lt;/span&gt;.&lt;i style=""&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Em 1935, ele e Schwartz&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;montaram uma empresa especializada no agenciamento de escritores. Entre os escritores agenciados pela empresa estava H.P Lovecraft, o conhecido autor de histórias de terror.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;Em 1941, Weisinger estreou nos quadrinhos quando conseguiu um emprego&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;de&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;editor na DC. Ele havia sido recomendado para o cargo pelo próprio &lt;b&gt;Jerry Siegel&lt;/b&gt;, o escritor que criou o Super-Homem. Siegel e Weisinger já haviam colaborado juntos em um fanzine de ficção científica. No seu primeiro dia de trabalho na DC, Weisinger recebeu instruções para criar três novas personagens para o gibi &lt;i style=""&gt;More Fun Comics&lt;/i&gt;. Naquele mesmo dia, ele criou &lt;b&gt;Aquaman&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;Arqueiro Verde&lt;/b&gt; e Johnny Quick (personagem similar ao Flash). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" face="courier new" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Supergirl.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Supergirl.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt;Foi durante a década de 1950, aproveitando o sucesso da série de TV do Super-Homem, que Weisinger&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;teve ampliada sua responsabilidade como editor dos gibis do Homem de Aço.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Antes de Weisinger ,quase nada se sabia a respeito de Krypton, o planeta natal do Super-Homem. Sob a tutela editorial de Weisinger , o planeta Krypton ganhou um passado. Outra idéia de Weisinger era a piada de o Super-Homem só se envolver com mulheres que tivessem as iniciais L.L.: Lois Lane; Lana Lang; Lori Lemaris etc.&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Filho_de_Bizarro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Filho_de_Bizarro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Bizarro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Bizarro.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=""&gt;As revistas do Super-Homem editadas por Weisinger traziam capas feitas especialmente para atiçar a curiosidade dos leitores. Estas capas além de anunciarem a história principal (quase sempre com um título sensacionalista) costumavam conter balões de fala ou de pensamento. As idéias para as histórias costumavam partir do próprio Weisinger que incubia os roteiristas de as desenvolverem. Em 1970, Mort Weisinger se aposentou e deixou os quadrinhos. Segundo ele próprio, sua principal contribuição para o Super-Homem foi estabelecer uma mitologia para o&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;herói.&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;, &lt;b&gt;formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113604909476501949?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113604909476501949/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113604909476501949' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113604909476501949'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113604909476501949'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/santa-esccia-mort-weisinger-o-editor.html' title='SANTA ESCÓCIA! MORT WEISINGER, O EDITOR QUE REFORMULOU O SUPER-HOMEM'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113590311246538348</id><published>2005-12-29T16:00:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T09:11:27.516-08:00</updated><title type='text'>Em correspondência com fã, Wallace Wood, antigo desenhista da MAD, se queixava de famoso editor e da indústria dos quadrinhos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/weirdscience16.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/weirdscience16.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt;font-family:courier new;" &gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Wallace Wood &lt;/strong&gt;ou &lt;strong&gt;Wally Wood &lt;/strong&gt;,&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;como costumava assinar seus desenhos, foi um dos melhores e mais importantes artistas que já trabalhou nos quadrinhos da terra do Tio Sam. Para os que não o conhecem, vale lembrar que ele foi o primeiro artista a desenhar o &lt;/span&gt;&lt;b face="courier new"&gt;Demolidor&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; com o traje vermelho, substituindo o antigo traje amarelo e vermelho.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Entre os pontos altos da carreira deste notável artista que nasceu em 1927 e se suicidou em 1981 podemos destacar o fato de ter sido assistente de &lt;/span&gt;&lt;b face="courier new"&gt;Will Eisner&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, para quem desenhou&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e finalizou&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;algumas aventuras do &lt;/span&gt;&lt;b face="courier new"&gt;Spirit&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, e a fase para a qual trabalhou na editora &lt;/span&gt;&lt;b face="courier new"&gt;EC&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Entertaining Comics), onde desenhou durante a década de 1950 histórias de terror, suspense&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e ficção científica.&lt;/span&gt; &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt" face="courier new"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/superduperman.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/superduperman.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Na EC, Wood também desenhou algumas das primeiras paródias da revista &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;i&gt;MAD&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, incluindo aquela clássica publicada no quarto número e que transformou a revista num sucesso comercial: &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Superduperman&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, sátira ao Super-Homem roteirizada por Harvey Kurtzman, onde o herói enfrenta o &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Captain Marbles&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (sátira ao Capitão-Marvel). Só para se ter uma idéia, o próprio &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Alex Ross&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; admitiu numa entrevista que inspirou-se nesta paródia para ilustrar o confronto entre o Super-Homem e o Capitão Marvel na minissérie &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;i&gt;O Reino do Amanhã&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Outros artistas atuais que também receberam influência de Wood são Dave Stevens (&lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Rocketeer&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;) e&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Dave Gibbons (&lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Watchmen&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;) entre outros. Apesar disso, é pouco lembrado nos dias de hoje e os leitores mais jovens nunca ouviram falar dele.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt" face="courier new"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/astronautas.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/astronautas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Para corrigir esta injustiça, o norte-americano &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;John Hitchcock&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (nenhuma relação com o cineasta Alfred Hitchcock)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;criou um &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;site &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;chamado &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;i&gt;The Wally Wood letters&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; que homenageia o artista. O diferencial desse &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;site&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; em relação a outros do gênero é o seu valor documental: Hitchcock&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que é fã do trabalho de Wood chegou a se corresponder com o artista e resolveu publicar na &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Internet&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; as cartas que recebeu dele. Ao todo são dezoito cartas, a primeira datada de 23 de agosto de 1976 e a última datada de 6 de fevereiro de 1981, quase nove meses antes do suicídio de Wood em 2 de novembro daquele ano. Curiosamente apesar da amizade entre os dois, Hitchcock e Wood jamais se viram pessoalmente. Nas cartas, Wood responde perguntas sobre sua carreira e conta com sinceridade o que pensava a respeito de algumas figuras do meio editorial. Numa delas, por exemplo, Wood não esconde a antipatia por &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Stan&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Lee&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;“Eu quero o crédito (e a grana) por tudo que fiz! Tenho ressentimento de caras como Stan Lee mais do que posso dizer! Ele é minha razão número um para continuar vivendo (...). Eu quero ver aquele vagabundo sem talento levar o que merece. (...)”&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em outra, desabafa o ressentimento em relação à indústria dos quadrinhos:&lt;/span&gt;&lt;o:p style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;“Meu conselho é: não seja um criador. É muito mais divertido e compensador ser um destruidor de obras alheias com um título como ´Diretor de Criação` ou ´Consultor Assistente Editorial Associado`. (...)”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quanto à fase em que trabalhou na EC ao lado de artistas do quilate de Jack Davis, Bernie Krigstein, Frank Frazetta e Al Williamson&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;entre outros, Wood comentou:&lt;/span&gt;&lt;o:p style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;“Tenho notícias para você (...). A EC ESTÁ MORTA! (...) e agora vinte anos depois (...) as pessoas ainda estão interessadas o bastante em adquirir quadrinhos da EC, em convenções sobre a EC... Foi bom ver os velhos fantasmas se materializando de novo. E depois de tudo, por que não? Eles foram os últimos bons quadrinhos a serem feitos ( e talvez, os primeiros). (...)”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/sallyforth1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/sallyforth1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Como não poderia deixar de ser, o &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;site &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;é recheado de imagens dos quadrinhos desenhados por Wood, especialmente de HQs de humor e de ficção científica. Olhando as imagens, é difícil não se impressionar com a técnica de sombra e luz que Wood dominava como poucos. Sua habilidade com a nanquim o tornava um dos arte-finalistas mais requisitados do mercado. Sabia desenhar trajes espaciais como ninguém e suas mulheres provocantes desafiavam , ou melhor, desobedeciam qualquer regra de censura do &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Comics Code&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (o Código de Ética dos gibis norte-americanos): eram cheinhas e tinham seios fartos e coxas grossas.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="courier new"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;As cartas também fornecem pistas sobre os motivos que levaram Wood a suicidar-se. Nos últimos anos, Wood enfrentou graves problemas de &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;saúde em decorrência de seu alcoolismo, já havia se divorciado de sua primeira esposa (que era a detentora de vários de seus originais) e, para se manter, o artista teve até que desenhar quadrinhos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;semipornográficos para uma editora francesa (paródias de &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Alice no país das maravilhas&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e de personagens como o Príncipe Valente). Wood estava visivelmente deprimido, era um homem solitário e amargurado. Um triste fim para um artista extraordinário. Só nos resta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;manter sua memória viva, admirando as obras que deixou para a posteridade. As cartas estão disponíveis no endereço:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" face="courier new"&gt;&lt;a href="http://www.tvparty.com/comics/wood.html"&gt;http://www.tvparty.com/comics/wood.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/sallyforth3.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/sallyforth3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="LINE-HEIGHT: 150%"&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,&lt;/span&gt; &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113590311246538348?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113590311246538348/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113590311246538348' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113590311246538348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113590311246538348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/em-correspondncia-com-f-wallace-wood.html' title='Em correspondência com fã, Wallace Wood, antigo desenhista da MAD, se queixava de famoso editor e da indústria dos quadrinhos'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113581524348780934</id><published>2005-12-28T15:42:00.000-08:00</published><updated>2005-12-29T18:03:34.130-08:00</updated><title type='text'>JENIFER, UMA HISTÓRIA DE ARREPIAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/jenifer_gibi.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/jenifer_gibi.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;&lt;i&gt;Kripta&lt;/i&gt; é uma revista em quadrinhos que deixou saudades. Também é uma revista difícil de ser encontrada nos sebos. E quando é encontrada, quase sempre sendo vendida por um preço salgado. Infelizmente, nenhum editor brasileiro resolveu republicar os quadrinhos da Warren, extinta editora norte-americana. No entanto, em 2005, uma das mais clássicas histórias já publicadas pela Warren foi adaptada para a televisão por Dario Argento, prestigiado diretor italiano de filmes de terror. Trata-se de &lt;i&gt;Jenifer&lt;/i&gt;, história escrita pelo roteirista Bruce Jones (que já escreveu várias histórias de Conan, Kazar e do Incrível Hulk), desenhada pelo “mestre do terror” Berni Wrightson e publicada no número 63 da revista &lt;i&gt;Creepy&lt;/i&gt;, lançada em julho de 1974.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;             &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Jenifer_pencils.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Jenifer_pencils.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;A parceria de Jones e Wrightson produziu uma das mais impressionantes histórias de terror já feitas nos quadrinhos. Jones com um roteiro aparentemente simples, mas envolvente e cheio de reviravoltas. Wrightson com seu incrível conhecimento de sombra e luz, imprimindo volume às personagens. Em resumo, trata-se da história de um sujeito que salva a vida de uma garota, a tal Jenifer, mas o que ele não imaginava é que a vida dele ia se transformar num inferno por causa disso.Fisicamente, Jenifer é o que a nossa gíria popular chamaria de "Raimunda", apesar do corpo escultural, o rosto dela é monstruoso, não bastasse isso, ela é sedenta por sexo e sangue. Seria uma vampira? Uma alienígena? Ou apenas uma criança que nasceu deformada e foi abandonada? A resposta para esse mistério, Jones e Wrightson deixaram para a imaginação do público.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Independente da explicação (ou falta de uma) para a origem de Jenifer, a história é um verdadeiro espetáculo de síntese e narrativa visual.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Jenifer_filme.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Jenifer_filme.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Pois, foi justamente essa história que o diretor Argento resolveu adaptar para um dos episódios da série de televisão &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Masters of Horror&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, produzida pela rede norte-americana Showtime Networks. Trata-se de uma série na qual cada episódio é dirigido por um cineasta convidado e todos os cineastas convidados são especialistas em filmes de terror. O roteiro foi adaptado por Steven Weber. o resultado final dividiu a crítica: para uns, o filme é repugnante e previsível, para outros, é um dos melhores do gênero, mas não para “todos os estômagos”. Quem quiser ver na íntegra a história em quadrinhos que inspirou o filme, pode encontra-la no&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Data Junkie&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, um excelente blog , cujo autor vive em São Francisco, na Califórnia. Basta acessar o link: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a style="font-family: courier new;" href="http://datajunkie.blogspot.com/2005/12/brief-berni-wrightson-retrospective.html"&gt;http://datajunkie.blogspot.com/2005/12/brief-berni-wrightson-retrospective.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Também vale a pena conferir trechos uma entrevista com o desenhista Berni Wrightson que foi publicada no número 4 da revista &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Comic Book Artist&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; :&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p  class="MsoNormal" style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.twomorrows.com/comicbookartist/articles/04wrightson.html"&gt;http://www.twomorrows.com/comicbookartist/articles/04wrightson.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;    &lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113581524348780934?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113581524348780934/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113581524348780934' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113581524348780934'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113581524348780934'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/jenifer-uma-histria-de-arrepiar.html' title='JENIFER, UMA HISTÓRIA DE ARREPIAR'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113573107854903133</id><published>2005-12-27T16:41:00.000-08:00</published><updated>2005-12-27T16:52:58.250-08:00</updated><title type='text'>NOS MEUS TEMPOS DE ESTUDANTE...</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Urubu.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Urubu.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: courier new;"&gt; Este é um desenho que foi publicado em abril de 1997 no Urubu, Jornal dos Estudantes de História da USP. Um colega de faculdade, Alexandre Bebiano, me perguntou se eu estaria interessado em criar uma ilustração para um artigo que ele havia escrito para o Urubu e daí nasceu este desenho. O que mais gostei é que tive liberdade total na criação. Foi por causa da publicação deste desenho que um outro colega de faculdade, o Rubens Menezes, me convidou para fazer colaborar no seu premiado website, o Gibindex.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-family: courier new;"&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113573107854903133?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113573107854903133/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113573107854903133' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113573107854903133'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113573107854903133'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/nos-meus-tempos-de-estudante.html' title='NOS MEUS TEMPOS DE ESTUDANTE...'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113561380626340604</id><published>2005-12-26T07:21:00.000-08:00</published><updated>2005-12-29T18:06:05.073-08:00</updated><title type='text'>RESENHAS DE LIVROS SOBRE QUADRINHOS</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/agaque.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/agaque.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;big&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Hoje estou postando três resenhas minhas que foram originalmente publicadas na Agaquê, a revista eletrônica do Núcleo de Pesquisas de Histórias em Quadrinhos da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Para quem não conhece o trabalho do Núcleo, que é coordenado pelo Professor Doutor Waldomiro Vergueiro, um dos maiores estudiosos das Histórias em quadrinhos no Brasil, sugiro visitar o site do NPHQ: &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;a href="http://www.eca.usp.br/nucleos/nphqeca/nucleousp/index.htm"&gt;http://www.eca.usp.br/nucleos/nphqeca/nucleousp/index.htm&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/big&gt; &lt;p style="font-family: courier new;" align="center"&gt;&lt;big&gt;SABIN, Roger. &lt;b&gt;Comics, comix and graphic novels: a history of comic art&lt;/b&gt;.&lt;/big&gt;&lt;br /&gt;London : Phaidon Press, 1996. 240 p. ISBN: 0 7148 3008 9&lt;/p&gt;      &lt;p style="font-family: courier new;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Roger_Sabin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Roger_Sabin.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Você está cansado de ler livros em que a história dos quadrinhos terminava no comecinho da década de 1980, quando muito, e excluía todas as criações mais recentes, como W&lt;i&gt;atchmen&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Spawn&lt;/i&gt;, por exemplo? Pois então   a boa pedida é &lt;b&gt;Comics, comix and graphic novels -- a history of comic   art&lt;/b&gt;, de Roger Sabin.&lt;br /&gt;Trata-se basicamente de uma história das Histórias em Quadrinhos na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos, mas o autor, crítico de arte londrino e professor no Central St Martin's College of Art, também faz rápidos comentários sobre a atenção (ou desatenção) recebida, pelas edições em inglês, de alguns quadrinhos produzidos no Japão e na Europa continental.&lt;br /&gt;No geral, o livro se mostra bastante atualizado e abrangente e é um prato cheio, por exemplo, para quem se interessa pelo quadrinho &lt;b&gt;underground&lt;/b&gt; e   alternativo. Essa, aliás, é a especialidade de Sabin, que, em parceira com   Martin Baker, já escreveu &lt;b&gt;Adult comics: an introduction&lt;/b&gt;, outro livro   sobre o assunto. &lt;b&gt;Comics, comix and graphic novels&lt;/b&gt; também é uma das poucas obras que comenta a nova onda de quadrinhos independentes americanos, representada por autores como Peter Bagge (&lt;b&gt;Hate&lt;/b&gt;) e Dan Clowes (&lt;b&gt;Eightball&lt;/b&gt;).   Além disso, talvez seja a única a relatar a curiosa trajetória da &lt;b&gt;Viz&lt;/b&gt;   (uma espécie de &lt;b&gt;Casseta Popular&lt;/b&gt; inglesa), que começou com uma tiragem   de 150 exemplares e, pouco a pouco, ultrapassou a marca de 1 milhão de   exemplares.&lt;br /&gt;O livro não vai decepcionar os fãs de super-heróis, pois é atualizado o bastante para tratar do surgimento da Image Comics, editora que revolucionou o mercado com suas revistas coloridas por computador. Numa perspectiva mais "séria", o autor também toca alguns pontos polêmicos: a censura, o racismo, o sexismo e o fato de que muitos criadores não usufruíram as fortunas criadas em torno de seus trabalhos.&lt;br /&gt;Vale ressaltar que Sabin não se propõe a catalogar nem a citar o maior número possível de personagens ou de criadores. Prefere, isto sim, fazer uma análise geral de cada um dos principais gêneros e mencionar apenas os nomes mais representativos. As únicas omissões graves do livro dizem respeito às tiras de jornais distribuídas via &lt;b&gt;syndicates&lt;/b&gt;. É de estranhar que &lt;b&gt;Calvin&lt;/b&gt;,   de Bill Watterson, e &lt;b&gt;Doonesbury&lt;/b&gt;, de Garry Trudeau, por exemplo, sequer   sejam citados. Mas, no que se refere às histórias em quadrinhos em forma de &lt;b&gt;comic   book&lt;/b&gt; ou &lt;b&gt;graphic novel&lt;/b&gt;, o livro não deixa nada a desejar.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;"&gt;Além de discutir o papel dos quadrinhos como arte e meio de comunicação, Sabin jamais esquece que eles são, antes de mais nada, uma indústria. Nessa linha, o autor analisa as tendências de mercado e as estratégias comerciais adotadas pelas editoras. Trata-se, mais uma vez, de uma abordagem rara em outras obras do gênero (outro ponto bastante positivo é que, ao final de cada capítulo, há um conjunto de notas com observações e fontes bibliográficas, coisa que também não costumamos encontrar por aí).&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;"&gt;Mesmo que você não concorde com muitas das opiniões   do autor ou até o ache um pouco pretensioso em alguns momentos, &lt;b&gt;Comics,   Comix and Graphic Novels&lt;/b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;constitui-se em boa fonte de referência para pesquisadores e aficcionados. E com mais um diferencial: o belo projeto gráfico que caracteriza todas as publicações da &lt;b&gt;Phaidon&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;   &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;&lt;big&gt;CHELSEA, David. &lt;b&gt;Perspective! for   comic book artists: how to achieve a professional look in your artwork &lt;/b&gt;&lt;i&gt;.&lt;/i&gt;   New York : Watson-Guptill Publications, 1997. 176 p. ISBN 0-8230-0567-4   US$19.95&lt;/big&gt;&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Perspective.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Perspective.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Imagine uma história do &lt;b&gt;Homem-Aranha&lt;/b&gt;   onde o nosso herói &lt;b&gt;não&lt;/b&gt; apareça saltando ou se balançando entre os prédios e arranha-céus de Nova Iorque. Impossível, a não ser que ele tenha sido arrancado de seu ambiente, ou, até, que o desenhista tenha se esquecido de acrescentar os cenários. Esse exemplo serve para mostrar a importância do conhecimento sobre perspectiva, que torna possível ao artista desenhar, nos mais diversos ângulos, cenários de grandes metrópoles ou um simples cômodo mobiliado. Por isso, um livro como &lt;b&gt;Perspective! for comic book artists: how   to achieve a professional look in your artwork &lt;/b&gt;,&lt;b&gt;&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/b&gt;do   cartunista americano David Chelsea, é mais do que bem-vindo.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;Apesar de desconhecido no Brasil, o autor é um desenhista experiente, tendo colaborado em diversas publicações como, por exemplo, o &lt;b&gt;New York Times &lt;/b&gt;, a &lt;b&gt;Reader’s Digest &lt;/b&gt;(mais   conhecida por aqui como &lt;b&gt;Seleções&lt;/b&gt;) e &lt;b&gt;Spy&lt;/b&gt;. Além disso, produz   caricaturas para o &lt;b&gt;New York Observer &lt;/b&gt;e é autor de duas &lt;b&gt;graphic-novels&lt;/b&gt;&lt;i&gt;   &lt;/i&gt;autobiográficas, &lt;b&gt;David Chelsea in Love &lt;/b&gt;e &lt;b&gt;Welcome to the Zone &lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;O livro foi criado para atender às necessidades específicas dos desenhistas de quadrinhos que, em seus trabalhos, precisam desenhar bem e rapidamente qualquer coisa pedida em um roteiro, mas, na maioria das vezes, não dispõem de tempo e nem de referências. Não é à toa, como o próprio Chelsea menciona na página de agradecimentos, que boa parte dos desenhos de fundos e cenários nos quadrinhos seja feita, na verdade, por assistentes anônimos - e que o próprio livro dele se inclui nesse caso. Ele agradece a ajuda de seus três assistentes David Kidd, Milan Erceg e Tom Herman, cujo resultado final, diga-se de passagem, é belíssimo.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;Perspective! for comic book artists não irá decepcionar tanto os iniciantes no assunto como os profissionais em busca de referência, pois não se enquadra nem entre os manuais que tratam o tema de maneira vaga e superficial, como um mero apêndice, nem entre as obras técnicas, feitas para arquitetos e engenheiros, e que fazem o assunto parecer um bicho de sete cabeças para os leigos.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;O mais interessante é a forma que Chelsea escolheu para tratar do assunto: na própria forma de uma história em quadrinhos. Nada mais apropriado, se considerarmos o público-alvo. A inspiração, é claro, como o próprio Chelsea admite, veio do aclamado &lt;b&gt;Understanding   Comics &lt;/b&gt;(no Brasil, &lt;b&gt;Desvendando os Quadrinhos &lt;/b&gt;)   de &lt;b&gt;Scott McCloud &lt;/b&gt;. Essa escolha, além de tornar o ensino de perspectiva mais claro e objetivo (sem falar em mais divertido), ajuda a comprovar as teorias de McCloud sobre o potencial dos quadrinhos, com diferentes finalidades.&lt;/p&gt;     &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;O próprio Chelsea aparece como   protagonista da história, dando aulas particulares para &lt;b&gt;Mugg&lt;/b&gt;, um personagem criado especialmente para o livro, no “papel” do aluno ignorante. Além de render algumas das passagens mais engraçadas do livro, &lt;b&gt;Mugg&lt;/b&gt;&lt;i&gt;   &lt;/i&gt;com certeza foi criado para que muitos dos leitores se identificassem com ele. A exemplo do livro de McCloud, Chelsea também termina prometendo uma continuação. Tomara que saia logo.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt;     &lt;b&gt;NYBERG, &lt;/b&gt;Amy Kiste. &lt;i&gt;Seal of approval: the history of the comics     code &lt;/i&gt;. Jackson : University Press of Mississipi, 1998. ISBN     0-87805-974-1 (alk. Paper.) – ISBN 0-87805-975-X (pbk.: alk. Paper)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Nyberg.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Nyberg.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Qualquer pretenso pesquisador ou historiador dos quadrinhos já ouviu falar alguma coisa sobre os fatos que culminaram na criação do &lt;i&gt;Comics Code &lt;/i&gt;, o código de ética dos quadrinhos americanos (que também ganhou o seu carbono tupiniquim alguns anos depois). Nos Estados Unidos, em meados da década de 1950, um psiquiatra austríaco escreveu um livro chamado &lt;i&gt;The Seduction     of the Innocent &lt;/i&gt;( &lt;i&gt;A Sedução do Inocente &lt;/i&gt;), no qual afirmava que os quadrinhos seriam uma das principais causas da crescente delinqüência juvenil; uma verdadeira “caça às bruxas” passa então a ser perpetrada por grupos de pais, educadores, religiosos e políticos contra as editoras de quadrinhos; para escapar de uma censura oficial, as grandes editoras criam uma forma de auto-censura para evitar novas dores de cabeça (e, para “unir o útil ao agradável”, tirar do caminho concorrentes como a &lt;i&gt;Entertainment     Comics &lt;/i&gt;, a &lt;i&gt;E.C&lt;/i&gt;, famosa pelos seus quadrinhos de terror e suspense). Pois essa mesma história é contada por Amy Kiste Nyberg, professora do Departamento de Comunicação da Seton Hall University , em seu livro, &lt;i&gt;Seal of approval: the history of the comics code &lt;/i&gt;. Porém, com uma grande diferença a seu favor: foge totalmente do maniqueísmo e da superficialidade que quase sempre caracterizaram as reconstituições desse episódio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt; Os editores de quadrinhos são retratados como aquilo que realmente eram, ou seja, empresários querendo vender seu peixe em um mercado altamente competitivo, e não como pobres vítimas ingênuas e indefesas lutando pela liberdade de expressão em uma América puritana. Wertham, apesar de bastante criticado pela autora, também não é mostrado como um fanático insano; pelo contrário, ela nos lembra que ele possuía sólida formação em algumas das mais conceituadas universidades da Europa e um currículo profissional dos mais respeitáveis (foi um dos primeiros a defender atendimento e acompanhamento psiquiátrico gratuitos para presidiários e famílias carentes). Mais importante: ela também não poupa críticas aos senadores que organizaram uma C.P.I eleitoreira contra os editores de quadrinhos, mas os acusa de vaidosos e de oportunistas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt; O livro, ao enfatizar os bastidores da indústria dos quadrinhos e o contexto sócio-político onde os fatos ocorreram (em pleno auge da paranóia comunista, em um país conhecido pela contradição de possuir uma cultura puritana e moralista convivendo lado a lado com um discurso democrático), acaba nos fornecendo um rico painel de informações, levantando questões tão diversas quanto censura versus liberdade de expressão; influência dos meios de comunicação sobre a realidade social; sensacionalismo da imprensa; valores morais defendidos por grupos conservadores, entre outros aspectos. E ao contextualizar os fatos, a autora nos lembra as diferenças entre o mercado de quadrinhos nos Estados Unidos daquela época e o mercado de quadrinhos nos Estados Unidos de hoje. Enquanto, nos dias atuais, ele se apresenta extremamente segmentado e o público é composto quase que inteiramente de adolescentes e adultos aficionados (majoritariamente do sexo masculino) que compram suas revistas em lojas especializadas, naquela época o mercado era massificado e formado por crianças de ambos os sexos, que compravam as revistas em jornaleiros ou lojinhas de conveniência. E isso nos ajuda a entender melhor porque os quadrinhos eram encarados com tanta preocupação por certos pais e educadores.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt; Pelo seu viés, o livro, no entanto, pode decepcionar alguns. Pois trata-se de uma abordagem mais sociológica e política, ao contrário de uma história estética dos quadrinhos em si. Além disso, possui apenas algumas poucas (mas bem escolhidas a título de exemplos) ilustrações, entre as quais uma história em quadrinhos completa de sete páginas intitulada &lt;i&gt;The Whipping     &lt;/i&gt;, publicada originalmente na revista &lt;i&gt;Shock SuspenStories &lt;/i&gt;#13 da &lt;i&gt;E.C&lt;/i&gt;.     A história trata dos problemas do racismo e da xenofobia, e gerou uma     enorme polêmica. Por si só, já valeria o livro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt;     Além disso tudo, o livro também publica na íntegra as diferentes versões     do código, criado pela &lt;i&gt;Comics Magazine Association of America &lt;/i&gt;em     1954 e alterado apenas duas vezes, uma em 1971, e a outra em 1989, além de     um protótipo do código criado pela então &lt;i&gt;Association of Comics     Magazine Publishers &lt;/i&gt;, em 1948 &lt;i&gt;.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;     &lt;div style="font-family: courier new;" align="left"&gt; É um livro fundamental tanto para pessoas dos ramos quadrinístico quanto para estudantes de comunicação, educadores, psicólogos, sociólogos, historiadores e acadêmicos em geral. Nada mais atual em tempos de discussão sobre a possibilidade (ou não) de se controlar a mídia (incluindo a Internet) e o aumento generalizado da violência.&lt;br /&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;          &lt;p style="font-family: courier new;" align="left"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Comics_Code.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Comics_Code.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113561380626340604?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113561380626340604/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113561380626340604' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113561380626340604'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113561380626340604'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/resenhas-de-livros-sobre-quadrinhos.html' title='RESENHAS DE LIVROS SOBRE QUADRINHOS'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113551041936212070</id><published>2005-12-25T03:26:00.002-08:00</published><updated>2006-01-27T09:16:00.003-08:00</updated><title type='text'>AVENTURA, TERROR E FICÇÃO ou GAROTAS SEMINUAS, MONSTROS, BÁRBAROS E FUTURO PÓS-GUERRA NUCLEAR</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Tio_Creepy.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Tio_Creepy.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt;font-family:courier new;" &gt;A década de 1970, que é a década em que,coincidentemente, o autor deste blog nasceu, foi marcada por uma onda de revistas em quadrinhos de terror, ficção científica e histórias do gênero espada e magia. Nos Estados Unidos, essas revistas (&lt;i&gt;magazines &lt;/i&gt;ou &lt;i&gt;mags&lt;/i&gt;, como são chamadas lá) eram publicadas em formato maior, o mesmo de uma &lt;i&gt;Time&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;Newsweek&lt;/i&gt;, para serem vendidas como “revistas de gente grande” e fugir do Comics Code Authority, o órgão responsável pela censura nos gibis norte-americanos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt;font-family:courier new;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Frazetta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Frazetta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: courier new" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/psycho.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/psycho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Entre as editoras que publicaram revistas com essas características, podemos destacar a &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Warren&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que publicava as revistas &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Creepy&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Eerie&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e&lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt; Vampirella&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,a &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Skywald&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, cujas revistas imitavam as da Warren, e a própria &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Marvel&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;. As revistas da Warren começaram a ser publicadas em meados e fins dos anos 60 do século XX, mas foi na década seguinte que esse tipo de revista virou moda e começou a ser publicada até pela poderosa Marvel. Sem dúvida, o trabalho dos editores (e também roteiristas) &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Archie&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Goodwin&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold;font-family:courier new;" &gt;Roy Thomas&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; contribuiu muito para a qualidade dessas revistas. Goodwin trabalhou na Warren e na Marvel, Thomas trabalhou na Marvel, onde começou como assistente de Stan Lee.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt" face="courier new"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Boa parte desse material foi publicado no Brasil nas décadas de 1970 e 1980. O material da Warren foi publicado na saudosa revista &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Kripta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, lançada pela RGE &lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: courier new" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Kripta.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Kripta.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;(Rio Gráfica e Editora, atual Editora&lt;/span&gt; &lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Shandra.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Shandra.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Globo), que foi um sucesso na época, e na revista &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Shock&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, também lançada pela RGE,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;mas que não conseguiu repetir o sucesso de sua antecessora. O material da Marvel saiu em revistas de diferentes editoras: as histórias da &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Bizarre&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Adventures&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Savage Tales&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; saíram aqui nas&lt;/span&gt; revistas &lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;3&lt;sup&gt;a&lt;/sup&gt; Geração&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, da RGE, e &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Aventura e&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; f&lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;icção&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, da Abril.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: courier new" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Savage_Sword.4.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Savage_Sword.3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-FAMILY: courier new" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/apes_cover.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/apes_cover.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Vale lembrar que nos anos 1980, a Abril lançou a revista &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;A espada&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;selvagem de Conan&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que foi um grande sucesso e trazia material originalmente publicado na &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Savage Sword of Conan,&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;que também era publicado no fomato magazine com histórias "mais adultas" em preto e branco .&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt" face="courier new"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Outro título que a&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Marvel publicou seguindo esse mesmo padrão foi &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Planet of the Apes&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, que adaptava para os quadrinhos os filmes da série &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Planeta dos macacos. O &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;material dessa revista chegou a ser publicado por aqui no gibi &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Planeta dos macacos&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,lançado pela Bloch Editores, mas em formatinho e com um colorido que prejudicava a arte original.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/apes_cover.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/star-lord.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/star-lord.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um diferencial dessas revistas estava nas capas pintadas e no miolo em preto e branco. De vez em quando, era lançada alguma edição especial com histórias coloridas, mas isso era exceção, não a regra. Também havia revistas que alternavam numa mesma edição histórias coloridas e em preto e branco, caso da &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Epic Illustrated&lt;/span&gt;, lançada pela Marvel para competir com a revista &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;Heavy Metal&lt;/span&gt;. Diferente das revistas em quadrinhos tradicionais, os &lt;span style="FONT-STYLE: italic"&gt;comic books&lt;/span&gt; (como são chamados os gibis nos Estados Unidos) que possuem capas com desenhos a traço, as capas dessas &lt;i&gt;comic magazines&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;traziam pinturas produzidas por ilustradores prestigiados. Naquela época, os recursos da computação gráfica ainda não estavam disponíveis e os ilustradores criavam essas capas empregando técnicas de pintura a óleo, guache e aerógrafo. Dentre os ilustradores que produziram varas capas nesse período estavam &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Frank Frazetta&lt;/span&gt;, &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Boris Valejo&lt;/span&gt; e &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Earl Norem&lt;/span&gt;. A estética dessas capas tinha mais em comum com capas de discos de heavy metal, cartazes de cinema e capas de livros de literatura fantástica do que com capas de gibis. O trabalho desses ilustradores, especialmente de Frazetta, era criticado pelas puritanas feministas norte-americanas que consideravam machistas as imagens de mulheres sensuais seminuas. Fato que pouco ou nada prejudicou as vendas dessas revistas, cujo público, em sua maioria, era masculino e adorava as capas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;O interior dessas revistas trazia arte em preto e branco, o que ajudava a baratear os custos. O preto e branco abria novas possibilidades para os artistas mais habilidosos que exploravam ao máximo os seus conhecimentos de luz e sombra. Técnicas mais arrojadas de arte-final, empregando nanquim, bico de pena e pincéis, podiam ser encontradas nas páginas dessas revistas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;Além do trabalho de roteiristas e desenhistas norte-americanos, essas revistas também traziam o trabalho de vários artistas espanhóis e filipinos. Entre os espanhóis estavam &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;José Ortiz&lt;/span&gt; e &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Luis Bermejo&lt;/span&gt;, que trabalhavam nas revistas da Warren. Entre os filipinos estavam &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Alfredo Alcala&lt;/span&gt;, &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Tony de Zuñiga&lt;/span&gt; e &lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;Nestor Redondo&lt;/span&gt;, que trabalhavam principalmente para as revistas da Marvel.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;Os roteiros também merecem atenção. Nessas revistas, era comum histórias de terror e ficção científica abordarem temas como intolerância, corrida armamentista e destruição do meio ambiente. Reflexo da Guerra Fria e do período pós-Guerra do Vietnã.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/vampirella.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/vampirella.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O erotismo também era outro elemento presente em muitos desses quadrinhos, mas sempre de forma bem dosada, sem cair na pornografia. Isso se devia tanto ao fato de essas revistas serem dirigidas ao público adulto quanto à liberalização dos costumes ocorrida na década anterior com o movimento hippie. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;Hoje, esses quadrinhos despertam nostalgia em quem os leu anos atrás e é uma pena que sejam desconhecidos pela maioria do público mais jovem. É uma pena. Pois eles tem muito a ensinar aos atuais criadores de quadrinhos. A arte dessas revistas era em média muito superior à de vários quadrinhos atuais. Prova de que revistas em preto e branco podem ser melhores do que revistas coloridas por computador. O trabalho dos roteiristas daquela época também tem muito a ensinar aos roteiristas de hoje: quadrinhos podem ser inteligentes e divertidos ao mesmo tempo. Infelizmente, muito do que hoje encontramos nas bancas não é uma coisa nem outra. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113551041936212070?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113551041936212070/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113551041936212070' title='2 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113551041936212070'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113551041936212070'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/aventura-terror-e-fico-ou-garotas_25.html' title='AVENTURA, TERROR E FICÇÃO ou GAROTAS SEMINUAS, MONSTROS, BÁRBAROS E FUTURO PÓS-GUERRA NUCLEAR'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113543436470040784</id><published>2005-12-24T06:04:00.000-08:00</published><updated>2005-12-24T06:58:21.240-08:00</updated><title type='text'>Mais cartuns com os heróis dos quadrinhos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Super-Homem.2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Super-Homem.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Hoje estou postando quatro desenhos meus que já apareceram no Fotolog, dos quais, um, o do Super-Homem, apareceu primeiro no Gibindex.&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Fiz este desenho em 1997 e foi um dos primeiros a aparecer no link que eu tinha no Gibindex.Todo mundo que acompanha quadrinhos sabe que o Super-Homem sempre teve uma “quedinha” pela Mulher-Maravilha (sem falar que, por razões biológicas óbvias, um relacionamento entre os dois é mais plausível do que o romance dele com a Lois Lane). Me inspirei naquela antiga história escrita e desenhada pelo John Byrne, na qual o Homem de Aço e a Amazona tem um projeto de namoro, mas que não sai daquele papo furado de “bons amigos”. Um final “broxante” pra dizer o mínimo... Mais uma vez: texto e desenho de Marco Túlio Vilela, letras e cores de Rubens Menezes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Mandrake.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Mandrake.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Esse do Mandrake eu tinha feito uns anos atrás (acho que 1995 ou 1996) pra um desses salões de humor. Mas acabei não mandando, não lembro se foi porque perdi o prazo ou se porque faltou dinheiro pra colocar no correio... Depois o Rubens acabou colorindo pra colocá-lo num outro projeto de site que sei lá porque acabou não se concretizando.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Superboy.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Superboy.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Quem disse que o novo Superboy tava mais pra “Superboiola”? Mais uma vez: texto e desenho de Marco Túlio Vilela, este humilde escriba que vos fala, letras e cores de Rubens Menezes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Spawn.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/400/Spawn.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;    &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Fiz esse desenho do Spawn e da Angela em 1998 ou 1999, não estou bem certo. Era pra ter saído no Gibindex, mas acabou aparecendo primeiro no Fotolog. Mais uma vez: texto e desenho de Marco Túlio com letreiramento e colorização de Rubens Menezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;i&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style=""&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113543436470040784?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113543436470040784/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113543436470040784' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113543436470040784'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113543436470040784'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/mais-cartuns-com-os-heris-dos.html' title='Mais cartuns com os heróis dos quadrinhos'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113535883061231444</id><published>2005-12-23T08:36:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T09:18:54.126-08:00</updated><title type='text'>Cartuns com super-heróis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Homem-Aranha.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Homem-Aranha.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Vou aproveitar o espaço para republicar alguns cartuns que fiz anos atrás. A maioria deles apareceu primeiro no Gibindex, depois no Fotolog. Eu assinava "Marco Túlio", que é o meu primeiro nome, um nome composto, mas depois, por causa da minha colaboração no livro &lt;/span&gt;&lt;span style="FONT-STYLE: italic;font-family:courier new;" &gt;Como usar as histórias em quadrinhos na sala de aula&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, adotei o nome "Túlio Vilela" para assinar textos. "Vilela" é o meu sobrenome e quase todo mundo que me conhece me chama por "Túlio".&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Este cartum com o nosso amigo Homem-Aranha eu fiz quando ainda estava na faculdade. Acho que fiz em 1997 ou 1998, não tenho certeza. A colorização foi feita pelo meu amigo Rubens Menezes, criador do Gibindex, a enciclopédia dos quadrinhos na Internet.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Batman_e_Robin.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Batman_e_Robin.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Este desenho foi feito em 1997 e apareceu pela primeira vez no Gibindex. A idéia era fazer um cartum parodiando o Batman mas que NÃO repetisse duas piadas manjadas: a do Batman e Robin como casal gay e aquela do Batman encontrando o Batmóvel com os pneus roubados. E claro: queria um pretexto para desenhar algumas das mulheres mais interessantes de Gotham City... O colorido e o letreiramento são do Rubens Menezes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Casal_Gavi??o.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Casal_Gavi%3F%3Fo.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Outro cartum&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;de 1997.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Quem disse que super-heróis do segundo escalão não são passíveis de serem satirizados? Pra quem não conhece, esses são o Hawkman e a Hawkwoman, personagens dos quadrinhos que já apareceram também nos desenhos-animados dos Superamigos e da Liga da Justiça. No Brasil, eles receberam uma porrada de nomes: Falcão da Noite; Gavião Negro; Homem-Águia; Mulher-Águia; Mulher-Gavião... Nossos tradutores ainda não chegaram a um acordo. Sem falar naqueles que os confundem com o Homem-Pássaro (Birdman) e a Mulher-Pássaro (Birdwoman) dos antigos desenhos da Hanna-Barbera. Pra variar: texto e desenho de Marco Túlio, letras e cores do Rubens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="TEXT-INDENT: 0cm"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt; &lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113535883061231444?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113535883061231444/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113535883061231444' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113535883061231444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113535883061231444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/cartuns-com-super-heris.html' title='Cartuns com super-heróis'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113484071873304143</id><published>2005-12-17T09:21:00.000-08:00</published><updated>2005-12-18T17:59:55.576-08:00</updated><title type='text'>OS GORILAS PREFEREM AS LOIRAS OU FILME "B" GERA GIBI DE SUCESSO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Konga_filme.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Konga_filme.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Em 1961, estreou nas telas dos cinemas &lt;/span&gt;&lt;i face="courier new"&gt;Konga&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, uma das inúmeras imitações de King Kong. Não, não era uma versão feminina do gorila gigante. Muito menos propaganda de uma antiga marca de tênis muito popular no Brasil na década de 1970. O filme é uma pérola do cinema &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;trash&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (a gente devia traduzir logo por “lixo”, pra admitir que gostamos desse tipo de porcaria) e tinha no elenco o ator inglês Michael Gough no papel do cientista vilão. Para quem não sabe, Gough é o mesmo que anos depois viria interpretar o mordomo Alfred nos dois&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;primeiros filmes do Batman dirigidos por Tim Burton. No entanto, a quadrinização do filme desenhada por Steve Ditko, o mesmo artista que desenhou os primeiros gibis do Homem-Aranha, conseguiu um feito notável: trata-se de um caso único de quadrinização que foi mais bem sucedida do que o filme que a inspirou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/konga_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/konga_2.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; A maioria das adaptações de filmes para quadrinhos deixa muito a desejar. Quase sempre, essas adaptações são muito pouco fiéis aos filmes. Há explicações para essa pouca fidelidade. Muitas vezes, por questões de &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;royalties&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, nem sempre os desenhistas estão autorizados a retratarem as personagens com os rostos de seus intérpretes. Além disso, como essas adaptações são feitas antes mesmo dos filmes ficarem prontos, para que a versão em quadrinhos seja lançada na mesma época da estréia do filme no cinema, quase sempre o roteirista do gibi é obrigado a fazer a adaptação a partir de uma primeira versão do roteiro do filme, que raramente é o roteiro definitivo. Nas produções cinematográficas, um filme pode ser reescrito muitas vezes e a versão definitiva pode ser bem diferente da primeira. Daí as várias diferenças que podem ocorrer entre a história contada no cinema e a contada no gibi. Não é de causar surpresa que boa parte dessas adaptações desagradem tanto o público quanto a crítica. Ao que parece, a adaptação de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Konga&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; foi uma feliz e inesperada exceção.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O filme &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Konga&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; conta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;a história de um cientista que faz experiências com crescimento. Essas experiências transformam um macaquinho num chimpanzé, que por sua vez é transformado num gorila e, finalmente, em um gorila gigantesco que aterroriza Londres. A adaptação em quadrinhos desenhada por Ditko foi publicada pela Charlton e fez tanto sucesso que a editora resolveu “ressuscitar” o macaco publicando novas histórias de Konga. Na verdade, era um outro gorila com o mesmo nome, mas que diferente do seu antecessor, não era uma ameaça, mas o herói&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;da história, enfrentado ameaças como outros monstros gigantes e até nazistas(!). De 1961 até 1965 foram lançadas quinze edições de Konga. Em 1962, a Charlton lançou &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;The Return of Konga&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;cuja&lt;/span&gt; primeira edição não trazia o número na capa. Em 1963, o título &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;The Return of Konga&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;foi substituída por &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Konga´s Revenge&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, série que durou apenas três números, apesar da numeração começar a partir do dois (o pessoal da Charlton não devia ser muito bom em aritmética...).A maioria dos roteiros foram escritos por Joe Gill.&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;As histórias de Konga foram republicadas várias vezes. Em 1966, o número 24 da revista &lt;i&gt;Fantastic Giants &lt;/i&gt;republicou as origens de Konga e Gorgo (outro monstro que aterrorizou Londres, cujo filme também foi adaptado para os quadrinhos pela Charlton). O mais estranho é que o número 24 foi o primeiro e único publicado! Outro exemplo da&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;“aritmética milagrosa” da Charlton... Em 1981, várias dessas histórias foram republicadas em &lt;i&gt;The Lonely One&lt;/i&gt;, uma coletânea em preto e branco. Nos últimos anos, os gibis de Konga são raridades bastante disputadas pelos colecionadores nos Estados Unidos, especialmente entre os fãs de Ditko.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;  &lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="noticialink"&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores do livro Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt; font-family: courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113484071873304143?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113484071873304143/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113484071873304143' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113484071873304143'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113484071873304143'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/os-gorilas-preferem-as-loiras-ou-filme.html' title='OS GORILAS PREFEREM AS LOIRAS OU FILME &quot;B&quot; GERA GIBI DE SUCESSO'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113461446879786375</id><published>2005-12-14T18:39:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T09:22:44.850-08:00</updated><title type='text'>HULK ESMAGA!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Hulk_na_Rolling_Stone.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Hulk_na_Rolling_Stone.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt;font-family:courier new;" &gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;ENTREVISTA COM HERB TRIMPE&lt;/span&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt" face="courier new"&gt;Por Túlio Vilela&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Imagine o que é trabalhar como desenhista para uma das maiores editoras de quadrinhos do mundo.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Imagine, agora, o que é ficar desempregado, após 29 anos de serviços prestados para essa editora; no caso, a poderosa Marvel. Pois foi justamente por isso que o artista Herb Trimpe passou, então com 56 anos de idade e dois filhos ainda na faculdade.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt; FONT-FAMILY: courier new"&gt;Trimpe trabalhou na Marvel de 1967 a 1996, e ficou famoso por ter desenhado várias histórias do Hulk, a maioria delas publicada na década de 1970 — inclusive uma de importância histórica: a primeira aparição de Wolverine, antes do popular mutante se tornar membro dos X-Men. Trimpe também desenhou o Hulk para uma capa da Rolling Stone, a prestigiada revista de rock (nenhuma relação com a banda Rolling Stones). Isso aconteceu em setembro de 1971, e primeira vez em que um herói da Marvel aparecia na capa da revista. Trimpe começou a trabalhar na Marvel em 1967, após servir um ano na força aérea norte-americana, no Vietnã, e freqüentar três anos a School of Visual Arts, famosa escola de arte de Manhattan.&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Além do Hulk, desenhou histórias dos Defensores; antigo grupo de heróis da Marvel, &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;do&lt;/span&gt; qual o “gigante esmeralda” também chegou a ser membro. Na década de 1980, Trimpe também desenhou uma minissérie do Homem-Máquina, com arte-final de Barry Windsor-Smith (no Brasil, os capítulos dessa minissérie foram publicados pela Abril na extinta revista Heróis da TV), e as séries Transformers e Comandos em Ação (ambas publicadas no Brasil pela Editora Globo).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Muitos leitores talvez torçam o nariz para os desenhos de Trimpe, por julgarem o seu estilo ultrapassado, mas não pode ser desprezado o fato de que ele foi um dos artistas que mais contribuiram para que a “Casa das idéias” se tornasse a potência que é hoje no mercado mundial de quadrinhos. Afinal, embora não tenha sido o primeiro artista a desenhar o Hulk, feito que coube ao “rei” Jack Kirby, foi Trimpe quem ajudou a definir o personagem.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Vale lembrar que, na década de 1970, depois do Homem-Aranha, o personagem mais popular da editora era justamente o “verdão” (naquela época, os X-Men ainda estavam longe do sucesso de hoje).&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Depois de sua trajetória pelos quadrinhos, Trimpe dedicou-se a outras atividades, dentre elas, a de professor de Artes para estudantes de sétima série, e de voluntário para encontrar e socorrer sobreviventes do atentado contra as Torres Gemêas, ocorrido no fatídico 11 de setembro de 2001. Nesta breve entrevista por &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;e-mail&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, Trimpe falou um pouco da sua passagem pela Marvel.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="TEXT-INDENT: 35.4pt"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1.&lt;b&gt;Qual é a sua ocupação atual?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu não tenho um trabalho regular no momento.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Eu faço principalmente trabalhos por encomenda, e escrevo alguma coisa. Escrevo mais por diversão. Eu adoro escrever, e sou autor de um livro que foi publicado por uma editora pequena, a Big Apple Vision. O livro é baseado num diário de&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;quando eu estava trabalhando como voluntário no Nível Zero [a área destruída no atentado do 11 de setembro], em Manhattan. O título do livro é &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;The Power of Angels &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;[O poder dos anjos].&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Hulk_181.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Hulk_181.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;2.&lt;b&gt;Você desenhou a primeira aparição de Wolverine. Você também foi responsável pelo design do personagem?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Você pode dizer que eu o trouxe [Wolverine] para a vida no último quadrinho da revista The Incredible Hulk, número 180, e de novo no número seguinte, mas eu não criei o visual do personagem. Foi John Romita sênior quem desenvolveu o seu visual, junto com o roteirista [Len Wein].&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Você desenhou muitas histórias do Hulk. Você se lembra de personagens, incluindo inimigos do Hulk, que você ajudou a criar?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Não me lembro, mesmo. Houve muitos personagens secundários criados para várias das edições do Hulk em que trabalhei, mas não consigo me lembrar de todos. Dois personagens que logo me vêm à mente são Jarella, que fiz com [o roteirista e durante muitos anos editor na Marvel] Roy Thomas, e um personagem chamado Night Crawler. O Bi-Beast foi outro, mas todos eles foram criados em parceria com algum roteirista; que geralmente vinha com a idéia. Uma idéia que foi totalmente minha, uma das poucas, foram os Caça-Hulk, &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;e a&lt;/span&gt; base de operações deles.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Hulk_169.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Hulk_169.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;4.&lt;b&gt;O que você acha do velho seriado de TV do Hulk, estrelado por Bill Bixby e Lou Ferrigno? E do filme dirigido por Ang Lee e estrelado por Eric Bana?&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Eu gostava da velha série de TV, mas não posso dizer que assisti muitos episódios. Eu encontrei Lou Ferrigno certa vez, numa convenção de quadrinhos, e o sujeito era enorme. Mãos do tamanho de bandejas. Quanto ao filme, acho que ele funciona para o público em geral, mas do ponto de vista de um fã, acho que não foi assim memorável. Não é o Hulk que eu conheci nos quadrinhos. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;5.&lt;b&gt;Como você começou a trabalhar na Marvel?&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Eu tive um amigo que era o chefe no departamento de produção, John Verpoorten. Eu o conhecia desde que freqüentávamos a escola de arte. Quando saí da Força Aérea, em 1966, ele abriu o caminho para que eu conseguisse um trabalho no departamento de produção da Marvel. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/hulk109_p18.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/hulk109_p18.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;6.&lt;b&gt;Na sua opinião, quais eram as principais diferenças da Marvel, a da&lt;span style="font-size:+0;"&gt; &lt;/span&gt;época em que você começou e a do último ano em que você trabalhou lá?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;No começo, era como fazer parte de uma família. No fim, nós, criadores, éramos apenas mais uma engrenagem na roda da corporação. Tudo muito impessoal, muito seco. Não muito divertido.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;7.&lt;b&gt;A Marvel lhe pagou alguma aposentadoria ou seguro-desemprego?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nenhuma aposentadoria, mas pude receber o seguro-desemprego; o que foi muito útil, quando voltei a estudar. Na época em que eu estava conseguindo o meu diploma de mestrado, e o meu certificado de licenciatura [Trimpe tem um diploma de bacharelado em Artes e um mestrado na área de Educação pela Faculdade Empire State da Universidade do Estado de Nova&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;York].&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;8.&lt;b&gt;Você trabalhou muitos anos na Marvel. Você chegou a trabalhar para outras editoras?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não, mas eu fiz um pequeno trabalho para a Dark Horse, no ano passado. Acho que foi uma capa. Não me lembro.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Você é um especialista em desenhar equipamentos militares. Aviões, especialmente. Isso tem alguma relação com a sua experiência no Vietnã, ou é um interesse anterior?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Nada a ver com o Vietnã. Foi o resultado de um interesse anterior, que tem a ver com meu entusiasmo por História, e o meu amor por aviação. Eu tenho uma licença de piloto, e,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;durante alguns anos, fui proprietário de um avião.&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;10.&lt;b&gt;Quais são os seus quadrinhos favoritos?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Uma pergunta difícil , porque eu não comprava muitos quadrinhos, nem li muitos deles. Quando era criança, eu gostava dos quadrinhos Disney, e, depois. na época do ensino médio, eu era louco pelos quadrinhos da EC [editora famosa na década de 1950 por seus quadrinhos de terror, a mesma de onde surgiu a revista MAD]. Eu pegava emprestado de um amigo que os comprava regularmente. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;11.&lt;b&gt;Quais são seus artistas de quadrinhos favoritos?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Dois Jacks. Jack Kirby e Jack Davis [artista que trabalhou em todas as revistas da EC, inclusive na MAD]. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;12.&lt;b&gt;Quais são seus roteiristas favoritos?&lt;/b&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Como trabalhei com vários roteiristas, e convivi com eles profissionalmente, é impossível apontar um escritor favorito, especificamente. Todos faziam o trabalho deles e, enquanto as revistas estavam vendendo, todos eles eram os meus favoritos. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"  style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;13. &lt;/span&gt;&lt;b style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Na sua opinião qual é o arte-finalista que melhor finalizou seus desenhos?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Novamente: ao trabalhar com profissionais, eu achava que cada arte-finalista tinha alguma coisa de especial para contribuir com a revista. Eu nunca pensei em favoritos quando estava trabalhando. Cumprir prazos eram o objetivo principal. Tudo que me importava era isso: se conseguiríamos entregar a revista no prazo. Dito isso, sendo um antigo fã da EC, eu fiquei entusiasmado quando John Severin finalizou meus desenhos. Eu tive o prazer de encontrá-lo, e de conversar com ele pelo telefone umas duas vezes. Ele era um grande sujeito. Agora, é este fã falando agora. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;14.&lt;b&gt;A religião influenciou seu trabalho de alguma forma &lt;/b&gt;[Trimpe também é capelão da igreja episcopal no St. John´s Memorial em Ellenville]&lt;b&gt;?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Apenas quando eu rezava a Deus para receber o pagamento e conseguir outro serviço. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;15.&lt;b&gt;Você desenhou uma &lt;i&gt;pin-up&lt;/i&gt; do Escapista, inspirada no estilo das capas dos gibis de super-heróis da “Idade de Ouro” &lt;/b&gt;[do fim da década de 1930 a parte da década de 1940].&lt;b&gt; Como alguém que já trabalhou para uma editora de quadrinhos, o que você achou do livro de Michael Chabon [&lt;i&gt;As aventuras de Kavalier e Klay&lt;/i&gt;]?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;É divertido trabalhar com estilos diferentes. Eu fiz a capa e Michael gostou muito. O trabalho dele? Espetacular! É tudo o que posso dizer. &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;16. &lt;b&gt;Você escreveu um livro e alguns contos. Você já pensou numa carreira literária? Você pensa em escrever e ilustrar um livro?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Eu pensei nisso por um ou dois segundos, mas eu gosto de escrever mais por diversão. Eu passei seis meses tentando conseguir um agente para um livro para jovens que escrevi, e como era uma verdadeira droga, fracassei. Fiquei cansado de tentar vender eu mesmo, de convencer alguns estranhos de que eles deveriam comprar meu trabalho para que eu ganhasse algum dinheiro. Em vez disso, decidi ser pobre — o que eu não sou, mas é o que decidi nesse caso.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;17. &lt;b&gt;Você pretende voltar a desenhar quadrinhos ou criar seus próprios personagens?&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;Não. Isso não está nos planos. Eu tenho outros interesses agora, com os quais estou me ocupando. E espero que sejam o bastante para eu seguir em frente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: arial"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="font-family:Tahoma;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O site oficial de Herb Trimpe é:&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;&lt;a href="http://herbtrimpe.com/"&gt;http://herbtrimpe.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent" style="TEXT-INDENT: 0cm"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Túlio Vilela, formado em história pela USP, é professor da rede pública do estado de São Paulo e um dos autores do livro &lt;/span&gt;&lt;i style="FONT-FAMILY: courier new"&gt;Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula&lt;/i&gt;&lt;span style="font-size:+0;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (Editora Contexto).&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113461446879786375?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113461446879786375/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113461446879786375' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113461446879786375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113461446879786375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/hulk-esmaga.html' title='HULK ESMAGA!'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113452974795380126</id><published>2005-12-13T18:38:00.000-08:00</published><updated>2005-12-14T04:41:14.756-08:00</updated><title type='text'>O verdadeiro criador do Homem-Aranha</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ditko_pencil.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ditko_pencil.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/ditko_ink.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/ditko_ink.0.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/capa_rejeitada.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/capa_rejeitada.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Este é outro verbete que escrevi para o Gibindex (www.gibindex.com.br). Vale a pena visitar essa enciclopédia pioneira dos quadrinhos na Internet. O Rubens, idealizador do Gibindex, reali&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;zou um grande trabalho. Pena que ele não teve mais tempo para dar continuidade a esse projeto. As imagens dos trabalhos de Ditko (inclusive a da capa rejeitada que Ditko havia criado para Amazing Fantasy #15, o gibi que marca a estréia do herói aracnídeo) foram retiradas de &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ditko Looked Up&lt;/span&gt;, um excelente site dedicado ao artista, disponível no endereço http://www.ditko.comics.org/ditko.html&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://www.gibindex.com/enciclopedia/br/s/images/dot.gif" alt="" border="0" height="1" width="15" /&gt;            &lt;!-- o conteúdo desse td são os dados variáveis - aquela área central d --&gt;       &lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="435"&gt;    &lt;tbody&gt;    &lt;tr&gt;      &lt;td class="painel_azul_escuro" align="left" height="9"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;      &lt;td height="13"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;  &lt;/table&gt; &lt;span class="texto_azul"  style="font-family:courier new;"&gt; &lt;p&gt;&lt;b&gt;    Steve Ditko&lt;/b&gt;, desenhista e roteirista norte-americano que ao lado do editor e escritor Stan Lee criou em 1962 o super-herói Homem-Aranha. Apesar de ter ajudado a criar o maior ícone da editora norte-americana Marvel Comics, Ditko é uma das figuras mais injustiçadas na história dos quadrinhos, não recebendo o mesmo reconhecimento que seus colegas Stan Lee e Jack Kirby na criação do chamado “Universo Marvel”.&lt;br /&gt;Steve Ditko nasceu em 02 de novembro de 1927 em Johnstown,  no estado norte-americano da Pensilvânia e cursou desenho na &lt;i&gt;Cartoonists and&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Illustrators School&lt;/i&gt; na cidade de Nova Iorque. No início da década de 1950 ele iniciou sua carreira desenhando histórias para gibis de terror e suspense, gêneros em que o seu estilo peculiar se encaixava com facilidade.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Como o próprio Stan Lee admite, o plano inicial era que o Homem-Aranha fosse desenhado por Jack Kirby, mas a versão desenhada por Kirby foi reprovada por Lee que, então, transferiu a tarefa para Ditko. Segundo Joe Simon, outro veterano dos quadrinhos, em seu livro &lt;i&gt;The Comic Book Makers&lt;/i&gt;, a participação de Ditko foi bem maior do que a creditada. De acordo com Simon, o Homem-Aranha desenhado por Ditko tinha apenas o nome em comum com a versão desenhada por Kirby . Na versão de Kirby, o Homem-Aranha seria um adolescente que se transformava em um super-herói adulto ao encontrar um anel mágico numa teia de aranha. Além disso, nessa versão o herói andaria armado com uma pistola que disparava uma espécie de raio paralisante e teria o visual bastante parecido com o do Mosca, um super-herói publicado na década de 1950 pela editora Archie Comics. Ditko simplesmente ignorou esta versão e criou um novo visual e uma nova origem ao herói, ou seja transformou o Homem-Aranha no super-herói que todos conhecemos. Ditko também teve participação decisiva na criação da galeria clássica de arquinimigos do herói aracnídeo: Abutre; Doutor Octopus ; Kraven, o caçador; Mystério; Elektro e Duende Verde entre outros. Em 1966, Ditko deixou de desenhar as aventuras do Homem-Aranha após divergências criativas com Lee quanto à direção que os enredos deveriam tomar.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Na Marvel, outra criação de Ditko em parceria com Lee foi o Doutor Estranho, publicado pela primeira vez em 1963, cujas primeiras aventuras se distingüiam pelo seu visual psicodélico, que era considerado bastante moderno para a época.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Ditko também desenhou e criou super-heróis para outras editoras como a DC e as extintas Charlton e Eclipse. Para a DC, ele criou em 1968 o Rastejador (&lt;i&gt;The    &lt;/i&gt;Creeper) e a dupla Rapina e Columba (&lt;i&gt;Hawk and Dove&lt;/i&gt;) e em 1977 &lt;i&gt;Shade,    the Changing Man&lt;/i&gt;. Para a Charlton, cujos direitos sobre as personagens foram todos depois comprados pela DC, ele desenhou na década de 1960 as aventuras do Capitão Átomo e do Besouro Azul entre outros e criou o vigilante mascarado conhecido como Questão, cuja primeira aventura foi publicada em 1967. Para a Eclipse, ele criou em 1983 um super-herói chamado Static, inédito no Brasil.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Para a Charlton, além de super-heróis, Ditko desenhou muitas histórias de terror que chegaram a ser publicadas no Brasil na revista &lt;i&gt;Pesadelo&lt;/i&gt;, publicada    pela saudosa Editora Vecchi, e a quadrinização do filme &lt;i&gt;Konga&lt;/i&gt; (um plágio    de &lt;i&gt;King Kong&lt;/i&gt; produzido na Inglaterra), lançada em 1960 e que vendeu tanto que os editores decidiram publicar uma série. Outra editora para a qual Ditko também desenhou histórias de terror foi a Warren Publishing, parte desse material foi publicado no Brasil na antiga revista &lt;i&gt;Kripta&lt;/i&gt;, publicada pela Rio    Gráfica e Editora (atual Editora Globo) durante as década de 1970 e início da    década de 1980.&lt;/p&gt; &lt;p&gt; Uma curiosidade envolvendo Ditko é o fato de o artista Eric Stanton , conhecido por suas ilustrações eróticas de mulheres amarradas, ter afirmado que Ditko chegou a finalizar com nanquim os esboços a lápis de algumas dessas ilustrações durante a década de 1960. De fato, as ilustrações apresentam um estilo bastante semelhante ao dos desenhos das HQs de Ditko que nega ter finalizado qualquer desenho de Stanton. &lt;/p&gt; &lt;p&gt;    Na década de 1980, Ditko voltou a trabalhar para a Marvel desenhando  a toque    de caixa títulos como &lt;i&gt;Rom&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Indiana Jones&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Chuck Norris and    the Karate Kommandos. &lt;/i&gt;Mais recentemente, a editora Fantagraphics lançou    algumas coletâneas com antigas e novas HQs do artista.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;  &lt;/p&gt; &lt;/span&gt; &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113452974795380126?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113452974795380126/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113452974795380126' title='0 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113452974795380126'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113452974795380126'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/o-verdadeiro-criador-do-homem-aranha.html' title='O verdadeiro criador do Homem-Aranha'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113443756605637879</id><published>2005-12-12T17:20:00.000-08:00</published><updated>2005-12-12T18:12:46.736-08:00</updated><title type='text'>Gil Kane, o homem que mudou a maneira de desenhar super-heróis</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/gilkane.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/gilkane.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/morbius.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/morbius.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ao lado: auto-retrato de Gil Kane.&lt;br /&gt;Abaixo: quadrinho da história em que o Homem-Aranha encontra pela primeira vez Morbius, vampiro cuja primeira aparição foi desenhada por Kane.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;O texto a seguir é de minha autoria e foi publicado originalmente na forma de um verbete para o Gibindex, a Enciclopédia dos Quadrinhos na Internet, site &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;criado pelo meu amigo&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; Rubens &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;Menezes, vencedor de um HQ Mix. Quem quiser conhecer o Gibindex, pode acessá-lo no seguinte endereço: www.gibindex.com.br&lt;/span&gt;       &lt;table style="font-family: courier new;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="435"&gt;    &lt;tbody&gt;    &lt;tr&gt;         &lt;/tr&gt;   &lt;tr&gt;      &lt;td height="13"&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;  &lt;/table&gt; &lt;table style="font-family: courier new;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0" width="80%"&gt; &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;   &lt;/tr&gt;   &lt;/tbody&gt;  &lt;/table&gt; &lt;strong  style="font-family:courier new;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;       G&lt;/span&gt;il Kane&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; nasceu em 06 de abril de 1926 em Riga, Letônia. Desenhista  que, ao lado do editor &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Julius Schwartz&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;     e do roteirista &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;John Broome&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,  criou o Lanterna Verde da “Era    de Prata”, publicado pela primeira vez em 1959. &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Gil Kane&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; se destacou em sua carreira por ter desenvolvido um estilo que aliava um extraordinário conhecimento de anatomia a ângulos ousados e ênfase nos gestos e nas expressões faciais, acrescentando grande dramaticidade às personagens.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-family:courier new;"&gt;    Seu nome verdadeiro era &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Eli Katz&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, nasceu na Letônia, pequeno país europeu que faz divisa com a Rússia, e logo mudou-se com a família para os Estados Unidos. Enquanto crescia na cidade de Nova Iorque, o garoto que viria a ser conhecido como &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Gil Kane&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; apaixonou-se pelas histórias em quadrinhos publicadas nos jornais, especialmente as séries de aventuras desenhadas pelos seus ídolos &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Alex Raymond&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Flash Gordon&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;), &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Hal    Foster&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Príncipe Valente&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;) e &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Milton Caniff&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (&lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;Terry    e os piratas&lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;). Ainda adolescente, ele já estava trabalhando no ramo das    revistas em quadrinhos, tanto como &lt;/span&gt;&lt;i style="font-family: courier new;"&gt;freelance &lt;/i&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;quanto como empregado nos    estúdios de &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Jack Binder&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; (irmão de &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Otto Binder&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;,    principal roteirista das primeiras aventuras do Capitão Marvel original) e de    &lt;/span&gt;&lt;strong style="font-family: courier new;"&gt;Bernard Baily&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt; ( o primeiro desenhista do Espectro).   &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_azul"  style="font-family:courier new;"&gt;       &lt;p class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;       No final da década de 1950 e início da década de 1960,  quando &lt;strong&gt;Julius    Scwartz&lt;/strong&gt;, editor da DC, resolveu publicar novas versões de super-heróis     da editora,&lt;strong&gt; Kane&lt;/strong&gt; foi um dos artistas mais requisitados. Ao    desenhar as aventuras do&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Lanterna Verde Hal Jordan&lt;/em&gt;,    &lt;strong&gt;Kane &lt;/strong&gt;simplesmente revolucionou a maneira de se desenhar histórias de super-heróis, ou melhor, a maneira de se desenhar super-heróis voando: usando seu enorme conhecimento de anatomia, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; sempre desenhava    o &lt;em&gt;Lanterna Verde&lt;/em&gt; voando em poses elegantes, que mais lembravam os movimentos de um nadador, e sempre com os cabelos do herói acompanhando a direção do vento. O &lt;i&gt;design&lt;/i&gt;  do uniforme do herói também foi criado por &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt;    e permanece sendo um dos mais belos já criados. Numa entrevista &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt;    comentou: &lt;em&gt;"Eu comecei usando as linhas do corpo como base para o uniforme, não apenas colocando umas roupas apertadas e uma inicial no peito"&lt;/em&gt;.     Na mesma época, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; também foi o principal desenhista das    aventuras do &lt;em&gt;Elektron&lt;/em&gt;, outro super-herói da DC, escritas pelo roteirista    &lt;strong&gt;Gardner Fox&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;     Na década de 1970, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; passou a trabalhar para a principal concorrente da DC, a Marvel Comics, onde se destacou ao ocupar o posto de desenhista do &lt;em&gt;Homem-Aranha&lt;/em&gt;.  Mais uma vez, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; mostrou-se inovador ao desenhar o herói em ângulos impensáveis para desenhistas com um menor conhecimento de anatomia e de perspectiva. Durante sua passagem pelas aventuras do aracnídeo, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt;  criou o &lt;i&gt;design &lt;/i&gt;de outro personagem de forte impacto    visual, mas desta vez, de um super-vilão: &lt;em&gt;Morbius, o Vampiro Vivo&lt;/em&gt;.    A forte carga dramática que &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; imprimia às expressões de    suas personagens ajudaram a tornar ainda mais inesquecível uma das mais clássicas    histórias do &lt;em&gt;Homem-Aranha:&lt;/em&gt; &lt;i&gt;O dia em que Gwen Stacy morreu&lt;/i&gt;, história    escrita por &lt;strong&gt;Gerry Conway&lt;/strong&gt;  que mostra a namorada do herói sendo    assassinada pelo seu arquinimigo, o &lt;em&gt;Duende Verde&lt;/em&gt;. Para quem leu esta    história é impossível esquecer a expressão de insanidade do vilão e o olhar    de ódio de um &lt;em&gt;Peter Parker&lt;/em&gt;  enfurecido com a morte de sua amada. Além    do &lt;em&gt;Homem-Aranha&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Kane &lt;/strong&gt;desenhou outros heróis da editora    como, por exemplo,  &lt;strong&gt;Adam Warlock&lt;/strong&gt;  e &lt;strong&gt;Kazar&lt;/strong&gt;.    O artista também foi um dos principais capistas da editora na época.&lt;br /&gt;     Outro gênero em que&lt;strong&gt; Kane&lt;/strong&gt; se destacou foi o de espada e magia,    tendo desenhado para a Marvel várias histórias de &lt;em&gt;Conan, o bárbaro&lt;/em&gt;    e até criado seu próprio herói: &lt;em&gt;Shane , o guerreiro loiro&lt;/em&gt;, cujas aventuras    forma publicadas no Brasil em alguns números da revista &lt;i&gt;A Espada Selvagem    de Conan&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;     Além do trabalho em gibis, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; desenhou algumas tiras para    jornais: uma série de ficção científica intitulada &lt;i&gt;Star Hawks&lt;/i&gt;, que estreou    em 1977 e durou quatro anos, escrita por &lt;strong&gt;Archie Goodwin&lt;/strong&gt; , e    na mesma época, durante algum tempo, as tiras de &lt;em&gt;Tarzan&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;     No início da década de 1980, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; voltou a trabalhar para    a DC, desenhando algumas edições anuais de &lt;i&gt;Superman&lt;/i&gt;, a minissérie &lt;i&gt;Sword    of the Atom&lt;/i&gt;, estrelada pelo mesmo &lt;em&gt;Elektron&lt;/em&gt; que havia desenhado    décadas antes, e algumas capas. Foi justamente uma história desenhada por &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt;    que mostra o &lt;em&gt;Homem de Aço&lt;/em&gt; enfrentando &lt;em&gt;Brainiac&lt;/em&gt; a escolhida    para abrir o primeiríssimo número da revista &lt;i&gt;Super-Homem&lt;/i&gt;, o primeiro    título publicado pela Editora Abril com personagens da DC, lançado em 1984.    Em meados da mesma década, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; começou a trabalhar na produção    de desenhos animados para a televisão, fazendo &lt;i&gt;design&lt;/i&gt; de personagens    para uma série de desenhos animados do &lt;em&gt;Super-Homem&lt;/em&gt; para a Ruby-Spears,    a mesma produtora dos desenhos do &lt;em&gt;Bicudo, o lobisomem&lt;/em&gt;. Ainda trabalhando    para a  DC, &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; mostrou que estava com o lápis em plena forma ao desenhar uma minissérie publicada em 1989 que adaptava para os quadrinhos a ópera &lt;i&gt;O Anel dos Nibelungos&lt;/i&gt;, obra do compositor alemão &lt;strong&gt;Wagner&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;     Em fevereiro de 2000,&lt;strong&gt; Gil Kane&lt;/strong&gt; faleceu em decorrência de um câncer, mas pouco antes disso ainda estava na ativa desenhando quadrinhos para a DC. Um desses últimos trabalhos foi publicado postumamente: uma aventura conjunta do &lt;em&gt;Lanterna Verde&lt;/em&gt; e do &lt;em&gt;Elektron&lt;/em&gt; que saiu no número 28 da revista&lt;i&gt;    Legends of DC Universe&lt;/i&gt;. O roteirista britânico &lt;strong&gt;Alan Moore&lt;/strong&gt;    homenageou o artista batizando de &lt;strong&gt;Kane&lt;/strong&gt; uma de suas personagens.&lt;br /&gt;&lt;b style="font-family: courier new;"&gt;Túlio Vilela&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt; &lt;/span&gt;&lt;span class="texto_azul"  style="font-family:courier new;"&gt; &lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;/span&gt;   &lt;span class="texto_azul"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113443756605637879?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113443756605637879/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113443756605637879' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113443756605637879'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113443756605637879'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/gil-kane-o-homem-que-mudou-maneira-de.html' title='Gil Kane, o homem que mudou a maneira de desenhar super-heróis'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-19785989.post-113435366108840404</id><published>2005-12-11T17:40:00.000-08:00</published><updated>2005-12-12T16:50:08.003-08:00</updated><title type='text'>Uma loira no alto do Empire State</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/1600/Eerie%20%2381_fev_1971.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/6127/1965/320/Eerie%20%2381_fev_1971.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Aproveitando a onda em cima da nova refilmagem de &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;King Kong&lt;/span&gt;, decidi estrear o meu blog com a imagem da capa do número 81 da revista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Eerie&lt;/span&gt;, lançada nos Estados Unidos em fevereiro de 1977. O ilustrador responsável pela capa é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Frank Frazetta&lt;/span&gt;, artista norte-americano conhecido pelas capas que produziu para os livros com as aventuras de Conan, o bárbaro.&lt;br /&gt;A Eerie era uma revista em quadrinhos com histórias de terror, ficção científica e suspense. Para escapar de problemas com censura, essa revista era publicada num formato maior do que o dos gibis norte-americanos. Outra diferença era o fato de suas histórias serem publicadas em preto e branco. Assim, tecnicamente, Eerie era uma revista (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;magazine&lt;/span&gt;) e não um gibi (&lt;span style="font-style: italic;"&gt;comic book&lt;/span&gt;), o que a deixava livre da censura do Comic Code, o órgão de autocensura das editoras de gibis nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;img src="file:///C:/WINDOWS/TEMP/moz-screenshot.jpg" alt="" /&gt;A editora responsável pela Eerie era a hoje extinta &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Warren&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Publishing&lt;/span&gt;, que também publicava as revistas &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Creepy&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vampirella&lt;/span&gt;. O material dessas revistas foi publicado no Brasil pela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rio Gráfica e Editora&lt;/span&gt; (atual Editora Globo) de meados da década de 1970 até o início da década de 1980 na saudosa revista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Kripta&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;A edição aqui mostrada trazia no seu interior várias histórias parodiando ou fazendo referências ao filme do King Kong original, inclusive histórias com loiras gigantes. Os editores da Warren costumavam solicitar aos roteiristas e desenhistas que criassem histórias inspiradas nas capas. Assim, uma mesma capa podia servir de inspiração para histórias bastante diferentes. Entre os artistas que mais colaboraram nas revistas da Warren, estava o espanhol &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;José Ortiz&lt;/span&gt;, que hoje é mais conhecido pelos fãs dos quadrinhos italianos de faroeste como &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Tex&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mágico Vento&lt;/span&gt;, publicados no Brasil pela &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mythos Editora&lt;/span&gt;. As histórias dessa edição de Eerie foram publicadas no Brasil no número 13 de Kripta, mas a capa original de Frazetta foi refeita por um artista brasileiro.&lt;br /&gt;Neste blog ivocê irá encontrar textos sobre quadrinhos e sempre que possível irei compartilhar com vocês as minhas opiniões sobre a arte seqüencial.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=""&gt;Túlio Vilela&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=""&gt;, formado em história pela USP, é professor da rede pública do Estado de São Paulo e um dos autores de “Como Usar as Histórias em Quadrinhos na Sala de Aula” (Editora Contexto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/19785989-113435366108840404?l=quadrinhosaoquadrado.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/feeds/113435366108840404/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=19785989&amp;postID=113435366108840404' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113435366108840404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/19785989/posts/default/113435366108840404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://quadrinhosaoquadrado.blogspot.com/2005/12/uma-loira-no-alto-do-empire-state.html' title='Uma loira no alto do Empire State'/><author><name>Túlio Vilela</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04199144511603054139</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
